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É no segundo tempo que o jogo emociona,
Que a bola esquenta no pé,
Que a emoção da torcida arrebenta,
A hora do olé,
O ser humano esta acostumado a ver para CRER , mas a magia do ABRACADABRA esta em ACREDITAR para ENXERGAR....
O SEGREDO para a ALQUIMIA da alma é ter muita CORAGEM para tudo enfrentar e ser GENTIL com toda situação que lidar. No jogo da vida as regras podem mudar e as palavras vão te enganar . Silencie a mente para SENTIR a direção do CORAÇÃO e EQUILIBRAR para conseguir separar o construir do auto se destruir.
As vezes o que para todos PARECE errado é o correto a se fazer e a CERTEZA para ENFRENTAR é o maior DESAFIO para chegar onde PRECISAMOS e MERECEMOS estar.
Eu não inventei esse sistema distorcido que nos coloca um contra o outro e nos força a fazer coisas ruins para obter status, mas eu sei como jogar esse jogo.
O JOGO
Regra 1. Existe uma pirâmide.
Regra 2. Quem acumula dinheiro, poder e prestígio sobe os degraus.
Regra 3. Quem chega ao topo vence o jogo.
Regra 4. O prêmio é a solidão.
Regra 5. Ninguém te obriga a jogar esse jogo.
Não importa o resultado.
De um jeito ou de outro o jogo acaba.
Depois disto o que mais poderia almejar?
A vida é como um jogo, e tanto nas fases mais fáceis ou nas mais difíceis, tenha fé de que vamos vencer juntos, meu amor.
A intervenção psicológica deve estar atuante nos treinamentos, jogos, formação de atletas, competições, viagens e no que diz respeito, tanto ao lado coletivo relacional, quanto no âmbito individual, promovendo otimização da eficácia acionária dos atletas e do clube.
“No jogo da vida reivindicar é um direito, assim como respeitar o que se é imposto devido. Não há coerência chorar por uma mesa farta quando não se trabalha para ter fartura.”
Quando o atleta compreende que o maior adversário que precisa enfrentar e superar é a si mesmo, os seus melhores resultados começam a se manifestar.
O jogo. A vida, o jogo. O jogo e a vida. A vida é um jogo ou o jogo é como a vida? Eu não estou preparado... Será que alguém está?
Muito se fala em jogo, muito se fala em vida, se um ou se outro, não sei, mas são sinônimos, correspondentes. Têm pessoas, têm peças, tem tabuleiro, tem área de atuação, têm estratégias, recompensas e punição, têm dados e tem sorte, têm adversários que não vão facilitar, na verdade, muitas vezes vão é dificultar o caminho. Você pode não querer jogar com eles, pois você tem o poder de escolha, mas eles vão brincar com você, vão descobrir seu ponto fraco e vão abusar dele. Você pode começar jogando e desistir depois, pode, o jogo permite. Ou você pode encarar, jogar, acertar, errar, se reinventar e seguir tentando, você pode se arriscar aos movimentos certos e ganhar o jogo ou simplesmente ser o grande vencedor, mesmo derrotado.
No fim, o resultado do jogo não importa, mas o da vida sim, e em ambos o que vale mesmo é o meio, o jogar, o viver, o percorrer do caminho, o superar das etapas, a experiência, a disposição de querer estar lá, viver o jogo e se jogar na vida.
Nós somos peões num jogo perverso, destinados a repetir nossos fracassos. E finalmente, como uma revelação irônica e alucinante, tudo começa de novo.
Qualquer um pode jogar o Pânico, mas só uma pessoa pode vencer. As outras terminam como perdedoras. É por isso que o Pânico é um jogo de medo.
A vida é igual um jogo de xadrez, *vc faz sua jogada depois Deus faz a dele* lembre se a vitória Deus deixa conosco sempre, ele vai posicionando sempre as pedras no caminho pra que sirva de degraus para nossa vitória.
Isso deve ser dívida de jogo. Porque só com alguém ameaçando quebrar suas pernas se você não pagar é que você vai e topa um trabalho desse.
DIAS FELIZES
Existe um jogo de baralho chamado de "buraco", não sei se existem outros nomes para esse jogo, pois bem, meu Pai amava esse jogo. Ele jogava sempre aos domingos com vários parentes e amigos, só pela diversão, sem valer nada, aliás, ele sempre me dizia que odiava jogo apostado.
Um dia me convidou para ir com ele aos domingos, eu iria ser seu parceiro porque o parceiro de costume adoeceu e não podia mais, eu, com prazer e honra aceitei na hora.
Nos dias que ganhávamos ele ficava feliz demais, parecia ter ganho na loteria, durante toda a semana permanecia com um sorriso vencedor no rosto. Mas no dia que perdíamos, meu Deus, eu era o culpado, ouvia de tudo e mais um pouco a semana inteira como se ele tivesse perdido uma fazenda cheia de gado, dizia que nunca mais ia jogar comigo, que eu não servia para ser seu parceiro, eu, quieto, abaixava a cabeça e deixava ele falar, falar, até que se cansava. Enfim, a semana passava e chegava o domingo, como de costume vinha almoçar na minha casa, era o único dia que vinha, trazia balas para as crianças, brincava com eles e almoçávamos.
Depois do almoço, assim do nada me dizia: - Vamos.
Eu, espantado perguntava:
Mas para onde?
E ele com um largo sorriso:
Oras, vamos jogar.
Assim como se nada tivesse acontecido e lá ia eu ao lado dele, todo feliz.
Tudo que posso dizer depois de tanto tempo é:
- Que saudades do meu Pai, que saudade daqueles domingos.
"Games não mudam quem você é, podem ajudar a ensinar, podem influenciar, mas não criam dentro de você algo que não é seu!"
Raiva da pessoa que destruiu tudo. Aquela para a qual era tudo um jogo. Que nunca sequer soube o que tirou. A vida dele. O futuro dele. Nosso futuro.
Vencendo ou perdendo o jogo, use o resultado para subir mais um degrau em direção ao seu aprimoramento.
Para de tentar ser o que você nunca foi, isso só atrasa na descoberta de quem você realmente é... E se um dia foi, agora não é mais. E se um dia voltar a ser quem foi, isso não se almeja no jogo da imitação e sim no foco do seus objetivos essenciais.
