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eram brigas que eu preferia não ver. Eu tinha medo, eu queria me esconder. Eu era fraco e não podia te defender. Eu era menos do que você imaginava. Eu queria te abraçar e dizer o quanto te amava, mas você me ignorou como se eu fosse uma peça sobrando em seu jogo.
Em tempos difíceis, a liderança é mais necessária do que qualquer coisa e faz toda a diferença entre ganhar ou perder o jogo.
No jogo da vida, pensa-se que nós movemos as peças, mas na verdade tomamos xeque-mate antes de analisarmos a jogada.
A guerra é bem menos excitante que a política. Neste campo a dualidade da perseverança e da grandeza de espirito se digladiam implacavelmente. A política é a arte de captar o oportunismo, a paixão dos outros e de explorar a memória curta. Ela se apresenta sempre como a revolucionária do futuro em defesa da moral. Neste jogo quem são os instrumentos e quem são os inimigos. Nenhum contexto pode ser mais excitante. O seu fim estará sempre na espreita esperando o momento certo em que todos precisem dela.
A vida é como um video game, não podemos pular as suas fases difíceis pois as mesmas nos ensinaram a como vencer as que ainda virão a seguir.
O gestor público é sempre um treinador que passa as regras do jogo e distribui as ações; o treinador pode ser bom; existe aquele servidor que faz a diferença; mas sozinho não ganha o jogo; mas num time sempre existirão aqueles mequetrefes que destoam da equipe.
Jogar para a torcida exige elegância e talento. Quando isso faz o time vencer, melhor ainda. Só os mestres conseguem.
Meu quebra-cabeça
veio com uma peça faltando
Mas só descobri qual faltava
Quando a maior parte,
montada estava
Enquanto de mim, pouco sei
Muitos encaixam
Quando mais de mim eu soube
Só um encaixou
A vida é um jogo de vaidades e conflitos de interesses; quem pode oferecer vantagens é sempre adorado; quem não tem condições de oferecer vantagens é alijado do processo social.
As melhores cartas em mãos inertes não valem nada. Se você não joga o jogo, o jogo joga você pra fora.
Eu queria vencer. Explorar suas fraquezas. Mostrar que poderia derrotá-lo, sem jogar como ele acha que deveria.
A vida é um jogo de xadrez e nós meras peças nesse tabuleiro, sendo movidas pela mãos frias do tempo.
Somos contumazes jogadores. Jogamos com o futuro. Temos a certeza utópica de que sairemos vencedores. Para nós, o NIRVANA é o limite!
A vida nos ensina a dar, para saber receber: tudo o que tenho é amor para dar a todos, sem distinção... acredito ser este o jogo justo da vida!
A vida é como um jogo de dados: podemos calcular as chances, mas o resultado sempre nos surpreende.
Hoje li num post de uma colega: “A favela venceu”.
Mas não, essa frase é uma mentira — uma ilusão fabricada pelo sistema para parecer que todos da favela venceram, quando na verdade a maioria ainda sobrevive.
Na minha humilde sapiência cercada de ignorância, ouso dizer: esse slogan é um engodo — uma falácia vendida para enganar os sábios sem sabedoria da pseudo-academia, que forma, informa e deforma jovens universitários e ex-acadêmicos com sua viseira de cavalo e diplomas vazios de consciência social.
A academia se alimenta de factoides, de narrativas polidas sobre uma universidade plural, inclusiva e democrática — mas é tudo cena. A maior mentira que criaram foi essa tal educação para todos, enquanto seguem impondo provas excludentes, currículos eurocentrados e critérios que invisibilizam quem vem da margem.
A favela só terá vencido quando não for mais favela, quando seus moradores tiverem dignidade garantida: comida na mesa, saneamento básico, educação de verdade, saúde pública eficaz e segurança sem medo.
Até lá, quem vence são os corpos isolados, as exceções que viram manchete.
Mas não — a favela, como coletivo, ainda não venceu. E talvez nem tenha sido feita pra vencer dentro desse jogo viciado.
Não deixe que os problemas do dia a dia tornem sua vida muito séria. Viva como se estivesse num jogo,saboreie tudo o que conseguir de vitórias ou derrotas, ambas servem como aprendizagem.Lembre-se com o nascer do sol surge um novo dia, novas oportunidades de fazer tudo diferente.
