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Fiz mil adaptações no "pecado original", para seguir MULHER na mais pura essência, como manda o figurino e, que vai convivendo com a porção LILITH, renascida das mutações da vida.
Remissão dos pecados?
Céu de cânticos de anjos, não comportaria meus excessos.
Prefiro queimar no fogo das minhas inquietudes, meu doce inferno particular.
Meus ouvidos não doem por você cantar alto, falar alto e contar piadas ruins. Na verdade, se você vir a antiga Amber, pode dizer que era um inferno estar perto dela. Toda aquela alegria nojenta e prestatividade. Otimismo. Ela era insuportável.
No fundo do poço a minha unica companhia é o chão e frio que sinto congelar do fundo da alma até a ponta dos dedos.
Esse frio é a unica chama gélida que me faz lembra que eu ainda estou vivo mesma chama que me faz viver o próximo segundo.
Tudo que importa é queimar até o fim , provando que eu conquistei o meu melhor mesmo vindo do fundo do poço.
Como um velho disse a muito tempo para conhecer o céu primeiro viva o inferno , nesse inferno gélido eu queimo eternamente vendo a luz do céu iluminar os demônios com asas.Vivo nessa sombra que mata a cada dia, não reclamo tudo isso tem uma recompensa a minha compreensão vai alem da do velho anti cristo, percebo que o céu e o inferno são lugares e com isso não passam de idealizações que nunca se tornam reais então vivo nessa eterna observação de anjos e demônios que não significam absolutamente nada.
Se é verdade que "deus" condenou o "diabo" por vaidade mesmo tendo feito o homem para ser adorado por ele, então ambos deveriam ter caído no inferno de mãos dadas por compartilhar do mesmo pecado.
Eu não volto mais, eu não quero mais
Vou fazer assim
Tá na cara eu não sou eterno.
És do mesmo eu mando pro inferno
Deixo tudo a nado o que eu tenho
Pode levar
Que seja vosso último momento, jamais temeis seu destino céu ou inferno, a meu ver, morte não é mistério e sim um sono sem sonhos.
Conformismo é viver o inferno iludindo-se estar no paraíso.
Aceitação é se notar no inferno, percebendo que há opção de deixá-lo.
SONETO DOS FINADOS
Dia dos mortos, túmulos... Finados!
Dois de novembro, fé, um ritual.
Almas no céu? Inferno? Funeral.
Cemitérios, os corpos enterrados.
Covas, ossadas, pó... desencarnados!
Orações, rezas... Um tempo no umbral.
Lamentações, espírito imortal...
Mortes, óbitos, ciclos acabados.
Desafinados, só boas lembranças?
Ó sumida pessoa falecida,
Aos teus filhos deixaste uma herança?
Fecha caixão, velório, despedida.
Anos se vão... A única esperança:
Reencontrá-los no além, fim da vida.
Eu sempre caminho para os meus céus, mas sei que no meio de todos os caminhos aleatoriamente já existem infernos, e passo por eles com minha serenidade. Cada um busca seus próprios infernos, ou não! Mude a rota de seus caminhos.
Uma vez me disseram: "seu conhecimento te levará ao inferno". Pois digo que é melhor que o meu conhecimento me leve para tal, do que a ignorância me levar para o céu.
Dor...
Se algum dia eu não voltar, não chore
Foi melhor assim.
Me deixe descansar em paz,
Não chore por mim.
Pois quando estive ao seu lado
Não deu valor.
Agora de nada adianta
Mostrar imensa dor.
Pois onde havia paixão,
E onde existiu o amor
Hoje se encontra escuridão
Um lugar de imensa dor
Agora me deixe aqui em paz
Enquanto converso com satanás
Pra quem já sofreu não precisa perdão
Pois já conhece a dor de quem não tem salvação
Por que nunca sinto uma gota de satisfação por aquilo que faço? Dá-me vergonha! Sinto-me criança! Sou incapaz de traçar e até isso que escrevo me embaraça. O que afinal você tem de errado? Inferno!
