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A minha última imagem dela foi ela se afastando e entrando no meio da multidão e a partir dali ela se tornou pra mim nada mais nada menos que uma pessoa qualquer.
A imagem
"Diante do espelho não consigo me ver por inteiro;
O meu corpo é cheio de defeitos que eu odeio;
Quando compro uma roupa nova, me sinto uma marmota;
Ao me embelezar parece que todo mundo vai olhar;
Tenho a sensação que todos vão me estranhar;
E já fico deprimida e vontade de ficar desaparecida;
Não aceito elogios de desconhecidos, pois tenho calafrios;
È sobreviver aos desafios, que me dá crise de risos;
Nunca aprendi a me aceitar e nem a me valorizar;
Por isto não gosto de me arrumar e nem de maquiar;
Sei o que é preconceito e desrespeito, pois vivia nesse modelo;
Tenho dificuldades com a auto-estima, parece até luta de esgrima;
Jamais estou satisfeita com a minha aparência, o que falta é transparência;
Infelizmente estou contente, com a vaidade ausente no presente;
A cada sorriso no espelho um desespero, por que sou deste jeito?
O reflexo da alma está apagada, parece que estou amargurada;
A minha imagem está bem destorcida de uma menina sofrida;
Preciso para com este problema com a minha identidade;
E encarar a verdade é se conformar com a dura realidade."
JOTA EME RESILIENTE
A imagem de uma pessoa reflete o que ela faz e não o que ela é exatamente. Alguém pode fazer diversas coisas aparentemente boas mas nunca demonstrará o que realmente move seu coração ao fazer isto.
Sempre vejo imagens cegantes que me induz ao registro na sua essência, não sei dizer o porquê se não o fizer!
Há palavras que não precisa ser dita...
Há imagens que não precisa ser mostrada...
Há coisas que não se precisa fazer...
Há livros que não precisa ser lido...
Há filmes que não precisa ser assistido...
Há lugares que não se precisa ir...
Mas saber escolher é fundamental, visto que fazer escolhas é inevitável, pois quem não escolhe, escolheu mal...
Uma paisagem nunca se repete, cada dia forma uma nova imagem, mas por medo de ver coisas diferentes, sempre revemos o que já vimos um dia.
Compreender o ser humano como imagem e semelhança de Deus impele a ver, pensar e compreendê-lo como filho de Deus e irmão de toda humana criatura. Neste sentido, a fé proporciona abertura para o grande Outro e, iluminando as relações com os outros e com a natureza, descortina a autêntica condição da racionalidade. Ela pode ser vista como profundamente humana, pois explicita o que há de mais humano no ser humano: reconhecer a capacidade de transcender-se, de sair de si, de ser mais, de superar limites; saber que pode tanto, mas não pode tudo!
Porque imagem e semelhança de Deus, o ser humano está continuamente criando, participa continuamente da obra da criação. Além disso, é convidado a jamais perder de vista a condição de filho de Deus e nela sempre crescer.
A realidade humana é como um pântano que adere à pessoa e pode fazê-la afundar. Esta realidade dificulta ou torna muito trabalhosa a tarefa humana fundamental: alcançar o autoconhecimento e amar o que não se vê nem pode ser alcançado pela lente do microscópio, por ondas eletromagnéticas ou por imagens. Reconhecer e acolher o próprio limite propicia possibilidades de sua integração e superação.
Sê o próximo inteligente, ativo e compassivo com todo aquele que precisar de ti. Pois, como ensina São Tomás: “quando o homem é amado, Deus é amado já que o homem é imagem de Deus”. Quem ama de verdade Deus, ama também os seus iguais, porque verá neles os seus irmãos, filhos do mesmo Pai, redimidos pelo mesmo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Temos este mandamento de Deus: que o que ame a Deus ame também o seu irmão” (1 Jo 4, 21).
Que meu olhar encontre nas belas coisas da vida a imagem de Deus em tudo, e com a certeza de que nossa história e o nosso destino pertencem somente a Ele, eu permaneça sempre com o coração alegre, grato e fortalecido de fé, aproveitando ricamente todos os lindos dias que o Senhor fez para nós.
Da terra o Senhor criou o homem, e para ela o faz voltar novamente. Concedeu aos homens dias contados e tempo medido, e deu-lhes poder sobre todas as coisas que existem na terra. Revestiu-os com a sua própria força e os criou à sua imagem. Infundiu em todos os seres vivos o temor para com os homens, para que estes dominassem as feras e pássaros. Deu-lhes discernimento, língua, olhos, ouvidos e mente para pensar. Encheu-os de ciência e inteligência, e também mostrou-lhes o bem e o mal. Infundiu o seu temor na consciência deles, para mostrar-lhes a grandeza de suas obras. Eles louvarão o seu nome santo, cantando a grandeza de suas obras. (17, 1-8)
(Eclesiástico)
A fotografia nunca se revela por inteiro quando você se desmancha por alguém. Essas relações lembram uma foto polaroid: a imagem vai aparecendo aos poucos. Algumas coisas se distanciam do sentimento original, mas isso é a vida.
Na retina fadigada de tudo que se viu, como também dos sonhos que só foram visualizações da imaginação. Aí nesses olhos a câmera capturou a ilusão que estava por trás do que se vê.
Já Machado de Assis assim disse "O olho do homem serve de fotografia ao invisível, como o ouvido serve de eco ao silêncio."
Qual máquina revela isso. Só o tempo faz como um negativo pendurado num varal do quarto escuro chamado vida.
O reflexo de nossa imagem nem
sempre é visível à todos.
Em algumas situações saímos
para a rua totalmente desalinhados,
e ao tentarmos praticar uma gentileza
somos repelidos pelos olhares descrentes.
Já que em sua maioria a sociedade avalia
apenas o que vê, pois não conseguem olhar
com a alma.
Ou seja somos visualistas demais.
Não vemos além do olhar simplista e seletivo.
Se nem tudo que reluz é ouro, também
nem tudo o que é opaco significa escuridão.
Se temos o costume de dizer para nossa
crianças : olha o velho do saco, então o
que falaremos quando elas enxergarem
o papai noel?
A essência do cristianismo é a seguinte: Deus é invisível, mas Ele tornou-se visível numa Pessoa. Mas você está no século XXI. Onde está essa pessoa aqui? Essa Pessoa não está andando ao teu lado como já esteve andando ao lado de outras pessoas milênios atrás. Então essa Pessoa deve ter providenciado meios que prolongassem a Sua Encarnação no decorrer dos séculos. Para isso, a ideia presente no cristianismo desde o seu início é 'Eu sou a videira, vós os ramos'. Com isso Cristo quis dizer que os santos recebem a vida divina que Nele existe essencialmente. O que o tronco e os ramos têm em comum? Justamente a seiva vital que irradia do tronco para os ramos. A vida interna dos ramos é exatamente a mesma vida interna do tronco. Entre os ramos e o tronco existe, por um lado, uma descontinuidade exterior: tronco não é ramo e ramo não é tronco. Mas, por outro lado, e numa dimensão interior, os ramos e o tronco são a mesma coisa. Na dimensão vital e essencial eles têm a mesma vida. Desde o começo, os grandes teólogos e místicos já diziam que essa vida é a própria vida divina que em si mesma é invisível, mas tornou-se visível através das ações e pensamentos do Cristo. Então, quando você reproduz um ícone de um santo, ou venera alguma relíquia de um santo ou o próprio santo, você está buscando com isso a seiva espiritual que vai do tronco para os ramos.
Aprenda a usar o pensamento e a sabedoria antes de tomar qualquer ação, para que a reação e a imagem não seja negativa, pois é você que faz seu próprio carácter.
Mais bonita que a beleza visível aos olhos ao ver a imagem dos dois juntos, era a beleza que não poderia ver, porque transcendia a fotografia.
Amor é indefinível…
Se encontrar algum motivo para amar alguém, então é qqr outra coisa, menos amor…
Se o amor precisasse de motivos, Cristo não teria morrido por nós, pois nós nunca oferecemos a Ele motivo algum para nos amar, a ponto de dar sua vida por nós.
Se somos imitadores de Cristo, como gostamos de dizer, então devemos amar sem reservas, sem acepção.
