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Ter ideais não é defeito.
A clínica nos oferece a possibilidade de conhecer os mais diversos perfis, nas mais variadas áreas de trabalho. Um perfil que é comum é o "idealista ambicioso", aquele que se propõe a crescer ao máximo e alcançar o sucesso.
Um dos impasses deste perfil é estar sempre buscando uma ideia melhor que a outra, algo original e inovador que impacte e alavanque sua carreira de forma rápida. Então sonha, sonha, sonha... E continua sonhando.
E muitas vezes se mantém sonhando não por falta de conhecimento do que pode ou deve fazer, mas por não conseguir se convencer de que vale a pena fazer aquilo que pensou.
É comum a queixa da dúvida, de vislumbrar duas opções interessantes e não conseguir escolher, de hoje estar muito empolgado com uma ideia que para ele ou ela é genial, mas na próxima consulta ter desanimado pois viu algum impedimento para sua realização.
Ter cuidado, cautela, planejamento, pesquisa, fazer articulações, buscar se capacitar é muito bom, e recomendável, porém, até quando?
Qual é o ponto da virada entre a preparação e a execução?
Quanto precisa saber para fazer e quanto precisa fazer para, então, saber?
Criatividade, originalidade, conhecimento técnico e pesquisa de mercado nunca fazem mal, mas a questão é que para materializar os sonhos se precisa de uma boa dose de coragem e outra boa dose de renúncia.
O ótimo é inimigo do bom e quem tudo quer, nada tem. Conselho de vô, mas que tem muito valor.
Nem sempre faremos as coisas com toda a qualidade que poderíamos ou com toda a assertividade que deveríamos, mas boa parte das grandes ideias, e grandes profissionais não nasceram prontos. As grandes soluções se desenvolvem no caminho, então, vá.
Busque sim, se preparar, se capacitar, se inspirar em pessoas com êxito, mas defina a hora de partir, de por em prática os planos. E com medo, sem se sentir totalmente preparado, mesmo que a ideia não esteja totalmente pronta, vá e viva.
O maior laboratório do mundo é viver.
#brunofernandesbarcellos
Para quê seguir "a linha" se "a linha" é só um caminho que os hipócritas inventaram e fingem seguir.
Não dependemos da opinião dos outros
para conquistarmos nossos ideais;
dependemos é de nós mesmos
para conquistarmos nossos sonhos.
Estive a pensar nos precipícios que se abriram à tua frente, nas dezenas de obstáculos que se ergueram perante ti, nas centenas de vezes que perdeste o controlo dos teus sentimentos. E reparei que soubeste sempre quando não podias dar mais um passo pois esse passo significaria a queda do precipício. Contornaste os obstáculos como te foi possível e mesmo com os sentidos débeis e fracos nunca deixaste de acreditar nos teus ideais. Essa é uma característica de peso, ainda mais quando estamos a falar de uma pessoa tão desequilibrada como tu.
Acredito nos meus ideais. Sim, carrego ideologias. Mas também tenho uma fé, maior, e cabe a mim defendê-la
Quer saber de mim? Meu telefone é o mesmo, meus ideais nao mudaram, meu dinheiro sempre escasseia, meu sorriso é por você, minhas lágrimas idem. Estou no mesmo lugar, um pouco mais experiente, novato nas novidades e veterano no sofrimento. Gosto ainda de falar, mas prefiro te ouvir. Cada vez leio mais para escrever melhor para você! Faço o mesmo café forte de sempre, levo biscoitos onde estiver, gosto de manteiga sem sal, margarina é como aspirina. Te espero, em qualquer degrau ou até mesmo no último grau!
Assumir ideais é um ato de consumir e somar, é gostar, gastar, desgastar, e às vezes até desgostar. Enfim, é lapidar até transformar ideias em preciosidades, moldando-as com dedicação e paixão, até que brilhem com a luz da autenticidade.
Presa neste rebanho, busco refúgio
para meu pensamento de sempre.
Tão incompleta,
tão desvairada,
vou percorrendo
e me sufoco nos mares
deste sentimento sem vida.
Sinto-me perfurada por dentro
e me afogo neste rio de incerteza.
Ouço o ruído de muitas águas
e acredito ser o descanso
para esta alma que soluça incansavelmente.
Não me encontro nos meus ideais;
não posso lastimar minha razão
porque não há sentido nos meus passos.
Outra vez, percorro rios
e me encontro novamente no mesmo labirinto.
O único mal é carecer de ideais, escravizando-se às contingências da vida prática imediata e renunciando à possibilidade de perfeição moral.
A imaginação, partindo da experiência, antecipa conceitos acerca de futuros aperfeiçoamentos. Os ideais, em todas as crenças, representam o mais alto resultado da função de pensar.
Não sei se invejo esses poetas boêmios
Pois morrem cedo
Vivem e marcam a vida com desejo e desapego
Sonhadores demais para amar
Românticos demais pra se envolver
Com ideais demais pra lutar
Com coragem de lutar até morrer
Ambas as ideias revolucionárias suas e de seguidores são utópicas; porque vivemos apenas os interesses pessoais os quais perdem o sentido quando nos deixamos desapegar por aquele algo que supostamente entendemos como mudança ou é vaidade pessoal ou do outro!
Ao invés de se lamentar pelo que não conseguiu, lute, siga outro caminho e a sua batalha por dias melhores, mostrará que é o melhor para ser feliz e alcançar seis ideais.
Lute por seus ideais, mire nos seus objetivos por mais impossíveis que pareçam aos olhos dos outros. Como diz Edu Francisco, “Se seus esforços foram vistos com indiferença, não desanime. Também o sol ao nascer dá um espetáculo todo especial e, mesmo assim, a maioria da plateia está dormindo.” Acredite sempre!
Odebrecht.
O que restará de mim e de minha existência?
Não crendo mais em meu próprio ser.
Pela sagacidade dos dias.
Dos vossos lírios prateados.
Em vossos templos consagrados.
Velados, a sombra de honrarias?
Ah, céus!
Que espécie de engenhoca mecânica sou eu?
Boneca de carne e dentes!?
Não crendo mais em minha própria humanidade.
E no vigor da minha gente?
Carne educando carne.
Civilizando carne.
Que saboreia da própria carne?
Carne vossa de cada dia, exposta no mercado dos desejos...
O que restará de mim e de minha consistência?
Da carne da minha carne.
Da vossa carne!
De toda vida selvagem influenciada pelo ‘id’ da violência!?
Das mortas almas soterradas pelo fundo, de um fundo.
Pela projeção fantasma do mundo.
Que só valoriza a casca da divergência?
O que restará de mim e de toda existência...
Na lista dos mais “ajuizados” ditadores da história?
Em nome da ética.
Do moral.
Da soberania.
Na lista dos melhores condutores de bons exemplos.
Entre todas as lutas, derrotas, vitórias.
Eis aqui, a estrutura de vossas almas, em nome do orgulho nacional.
Sem nunca sequer permitir-se ser um ser em sua totalidade.
Se não, um meio ser esquartejado pelo antigo gancho das velhas fábricas da vulgaridade.
Eis aqui, humanidade!
A carcaça e sua essência:
Um fígado, um pulmão, um coração...
Enfim, o todo - inconsciência.
Arranca-os e toma os para ti!
Em nome dos direitos humanos e de todos os ideais de liberdade.
Ó, humanidade!
"No direito, assim como na vida, aprendi que não há melhor medida para revelar a essência das coisas que o lento maturar das experiências práticas, que se fazem por ações e não por palavras.
Portanto ter fé na lisura dos seus propósitos, sonhos e ideais, e agir conforme esses, é o único caminho seguro e que nos garante aportarmos em um porto de paz."
"Muito cedo aprendi que não conseguiria viver sem bradar contra as injustiças, me colocar à serviço do Estado de Direito, e o meu pouco conhecimento adquirido, dedicar à cátedra do ensino jurídico.
Ah, mas o que não imaginava.
E agora, quando já passadas mais de duas décadas nestas sagradas profissões de Advogado e Professor, descobri como uma certeza.
É que não é que não conseguiria viver sem tudo aquilo, exceto, que somente sendo aquilo para o que nasci, somente isso, é viver."
"Pensar ainda é o mais instigante feito da engenhosidade humana, fazê-lo de forma crítica e fundada, sem se deixar conduzir por mitos ou paixões, nisso é que reside, dentre tantas, a maior dificuldade.
E veja, não se deixe enganar, não serão seus títulos de honrarias ou propriedade, que lhe farão ser lembrado na posteridade, porque tudo isso o tempo corrói, mas a expressão da força das suas ideias e a dignidade dos seus ideais, esses, quando verdadeiramente autênticos, permanecerão eternos."
