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A poesia não consegue relatar seu charme.
A gramática é incapaz de traduzir seus encantos.
Textos não são suficientes para demonstrar toda a sua singularidade.
O universo entra em pendência para descrevê-la.

Inserida por Denodado

Aprender uma língua estrangeira é fácil!

Em um momento ímpar para o Brasil de visibilidade mundial com a Copa do Mundo, com Olimpíadas à porta, comércio internacional, intercâmbio, rede mundial, notícias instantâneas de todas as partes do mundo, me parece pertinente a reflexão sobre a importância do ensino da língua estrangeira em nosso país.

Será que estamos preparados, ou mesmo nos preparando, de fato, para os desafios, ou tudo está só na propaganda?

Com a releitura deste texto, apresentado e discutido com profissionais da área em, pelo menos, uma dezena de Congressos sobre Linguística, em importantes Universidades Brasileiras, como UNICAMP, UFSCAR, e Congresso SABER, acredito que o leitor poderá compreender melhor o assunto e ter algumas respostas.

Aprender uma língua estrangeira é mais fácil do que se imagina. Para a maioria das pessoas é algo muito difícil aprender uma segunda língua.

Este artigo tem o objetivo de mostrar ao leitor que esta suposição está errada. Aprender a segunda língua é bem mais fácil do que foi aprender a primeira, a língua mãe. A terceira e a quarta ficarão ainda mais fáceis, e assim por diante.

O processo tem sido visto desta forma porquê a maioria dos professores de língua estrangeira, com destaque para os professores de inglês, idioma mais procurado, não prioriza a audição, concentrando-se na gramática, mais fácil de se aplicar, já que exige apenas a repetição indefinida de solução de exercícios escritos.

Parece-me que, no entender desses professores, este processo é menos trabalhoso. Porém posso afirmar que estão enganados. O que dá mais trabalho é “re-ensinar” um aluno que, supostamente, deveria ter condições plenas de comunicar-se em outra língua.

Não há justificativa alguma para um jovem sair do colegial, ou segundo grau, após onze anos de estudos, sem falar, pelo menos, duas línguas estrangeiras. Isto me parece um grande absurdo! O que dizer de alunos que passam dois, três, cinco anos estudando em escolas de inglês e não conseguem se fazer compreender nesta língua, e não a compreendem, quando falada por nativos?

O que é ouvir?

É receber, através dos ouvidos, vibrações emitidas em código, por pessoas, pássaros, animais, instrumentos musicais, veículos. Enviadas ao cérebro humano, ou de outros seres vivos, são armazenadas para uso imediato ou posterior.

É um processo que exige dois agentes: o emissor e o receptor.

O que é falar?

É repetir, através dos órgãos da fala, os sons, ou seja, as vibrações armazenadas no cérebro.
Então, se não há audição, não há fala! Para que a aprendizagem de uma nova língua aconteça, me parece que o fator “recepção” ou “audição” é o mais importante.

Quando aprendemos a ouvir, aprendemos a acumular conhecimentos para uso posterior, em nosso benefício e em benefício de nossos semelhantes.

A meu ver, seria de extrema importância que os educadores, em geral, compreendessem isso. Se um aluno não lê em voz alta, não aprende a falar, e não aprende, também, a fazer uma apresentação em público.

É preciso que volte às salas de aula a leitura em voz alta, e em pé, na frente da classe. Isto irá contribuir sobremaneira para o aprendizado e desenvolvimento da criança e do jovem. È uma questão de cidadania.

A Metodologia dos Sons, que foi desenvolvida na Inglaterra e tem sido aplicada no Brasil com muito sucesso, prioriza a audição e a fala, no aprendizado de línguas estrangeiras. Esta metodologia está baseada em quatro importantes fatores da comunicação: Audição, fala, leitura e escrita.

Muitos executivos e profissionais liberais, inclusive os de áreas técnicas, estão encontrando nesta metodologia a resposta para seus problemas de comunicação em outra língua, hoje tão necessária, já que a globalização é uma realidade que não pode ser ignorada.

Para crianças e jovens, aprender uma, duas e até três línguas estrangeiras, com o uso da Metodologia dos Sons, passou a ser uma fonte de prazer, ao contrário das maçantes aulas voltadas para o aprendizado da gramática.

Inserida por sidartamartins

uso a língua
como me convier
a crase é minha
e eu coloco
onde quiser

Inserida por mix_ativa

Amo-te!
E amar é mais estranho,
que declarar-se prescritivamente .

Inserida por Lizzyauer

Na gramática do amor, o coração escreve seu próprio vocabulário.

Inserida por samirfranca83

⁠Gramática do Perdão 

Perdoar é verbo de ação
Não precisa aguardar para acontecer
É simples, basta pegar e fazer

Perdoar é verbo de ação 
Não é um estado
Não é necessário sentir para agir 

Perdoar é verbo de ação 
Não vem da natureza 
Que caia um raio ou uma estrela de 1a grandeza
Se pra perdoar tiver que chover ou trovejar

Inserida por andreorsi

⁠Nas classes gramaticais,
Todas as palavras são cruciais,
De todos os verbos, escolho amar,
Pena que ele é sinônimo de simplificar,
Gramática dramática de tanta classe,
Da escolha e da complexidade,

Inserida por Madasivi


LÍNGUA VIVA

Tenho uma palavra na pontinha da caneta
Agarrada
Mergulhada na tinta
Não quer sair ainda
Se for um verbo
Tomara que não seja de estado
Permaneceria estática, atrofiada
Que seja um verbo de ação
Que me leve por aí
Mexa minha alma, mova meu corpo
Se for pronome
Que me situe no espaço
No tempo
Talvez seja adjetivo
Se for, que me modifique
Provoque uma metamorfose
Caso seja substantivo
Que seja composto
Traga-me boas companhias
Ela está aqui na pontinha da caneta
Teimosa
Acho que é uma nova palavra
Está nascendo agora...

Inserida por ElisBarroso

⁠Peco em pronomes do caso reto e exagero em pronomes do caso oblíquo.

Inserida por apatiatropical

⁠a crua gramática opressora 
cria cruéis versos oprimidos

Inserida por Abel-Goncalves

⁠Às vezes, a vírgula só atrapalha!

Inserida por mateusgenese

⁠As poesias escondem segredos que a gramática jamais poderia descobrir.

Inserida por itamar_fs

⁠A poesia se perde na gramática, para então ser encontrada em sentimentos.

Inserida por itamar_fs

⁠A autodisciplina, considerá-la prescindível é um anacoluto.

Inserida por jose_valentim_junior

Com ele, não me importo com educação, gramática ou boas maneiras.

Inserida por pensador

⁠"A vida é como a gramática, você pode dar um ponto final, ou ,simplesmente, acrescentar uma vírgula e mudar o tema."

Inserida por sadicacarvalho

⁠⁠⁠Quando estou escrevendo, primeiro vou ao mundo das ideias, depois volto e vou ao complexo mundo da gramática e das concordâncias. Isto se vale para não perder o pique da inspiração, que também tem a sua complexidade. Então, não sou escritor para dois mundos concomitantes, mas tenho que visita-los no meu tempo, na minha vez.

Inserida por LucasPereiradaSilva

⁠Pontos expressos!..


O ponto final vem para separar
Mas tem a exclamação que vem para expressar
Tenho tudo isso no meu ser
Caminho para não me perder
Mas às vezes falta uma reticência
No lugar de vários pontos 
Que faz de mim experiências
Ao invés de contos

Tá aí
Algo que tem continuação
Não é um final ruim para a minha equação
Onde eu e você
somos amores
E as três bolinhas
Nos dizem que não devemos 
Parar por aí
Às vezes
Só temos que esperar e ir

Inserida por isabella_bergamin

O ACENTO!

- A reforma tirou o acento da plateia!
- Pois é... Tem ideia?!
- Também não!
- Não tem ideia?
- Não! Também tiraram o acento dela.
- Ah! Só agora eu entendi... kkkkk
- kkkkkk

Inserida por NicoSerrano

Não foque na perfeição da gramática⁠, por trás das ranhuras se escondem ensinamentos de rara beleza.

Inserida por tucafriba

Se você é formado em Letras, o hábito de algumas pessoas lhe atribuírem o papel de "gramática ambulante" certamente nunca mudará.

Inserida por georgetonleal

"Não, não era amor, era mais uma atração. Não, também não era amizade, muito menos desejo. Era algo intitulável. Algo sem nome. Provavelmente, sem vida. Não deixei de acreditar um só nanosegundo que aquilo poderia ser. Eu poderia ter desistido, poderia ter sido levada a loucura, mas não o fiz. Simplesmente deixei rolar. Aquele sentimento sem nome, cujo somente eu sentia, cujo somente eu entendia. Tentei várias vezes acalmar minha mente turbinada de sonhos com ele (lê-se aqui o nome da pessoa amada), mas enfim desisti. Resolvi traçar outro significado para viver, outro significado para esse sentimento, que de um nanosegundo para o outro se tornou apenas ódio. Ódio. Rancor. Injúria. Tristeza. E um misto de qualquer coisa. Finalmente sentia-me leve, livre e solta de qualquer sentimento sem nome."

Inserida por idktheo

"" Na questão do uso correto da língua. A prática, aperfeiçoa a gramática... ""

Inserida por OscarKlemz

Os que creem, que deem.
Têm dois, salve um.
Os que leem, lá veem
quem têm dois, ou nenhum

Inserida por kikoarquer

Sèu fosse você, vïxi.
Pecava a santa
e fugia c'moço.

Dá pra vê...
que além de babar nocê,
ele tem bigode grosso.

Inserida por kikoarquer