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O indefeso FrEUd no seu divã ... acordou do Sonho! "Não aguentava a pressão ... comecei a chorar, a sentir...
tristeza cansadA(o) estressado, e deprimidA(o)
... Sua análise ... é o cheiro de alegria que permeia a vida.-ampara-dor
FrEUd.
“Yin-Yang”
Eu gosto quando você sente medo das influências de Xangô
E aperta mais forte o meu braço
Eu gosto do meu “arroba” na sua “bio”
Eu gosto quando você me pede fogo
(Na maioria das vezes para o cigarro)
E é no seu colo que bebo e derramo lágrimas
É no seu colo que confesso meus desejos e meus medos
(Feito uma criança)
Finjo indiferença quando me tratas como filho
Mas lá no fundinho
Meu coração fica aquecido
(Freud explica)
Se uma verdade for desfavorável ao superego, poderá ocorrer de ele a reprimir e talvez isso aconteça de um modo visto como ação de Deus. (…) Há diferença entre a repressão do superego e o mecanismo de defesa do recalque. “O recalque é obra desse superego”, segundo Freud.
Impossível não pensar nas similaridades entre Freud e Paulo Freire e em como ambas filosofias e metodologias oferecem a possibilidade da libertação do ser a partir da nomeação de seu mundo.
A psicanálise, assim, torna-se um processo de alfabetização de si.
E o inconsciente, antes ininteligível e inacessível, é trazido à tona, nomeado e transformado em coisa nova. Libertadora.
O problema dos homens é se acharem bons o bastante, homens o bastante, machos o bastante... quando no fundo não passam de crianças mimadas que não passaram pelo processo da castração.
E dá-lhes Freud, neles!
- E serve para as algumas mulheres também!
Freud, disse "se você ama sofre! Se não ama adoece".
Eu, digo e não dá no mesmo?
Somos um paradoxo vivente...
Vou dizer palavrões não como meu oponente quer que eu faça para se vangloriar, mas com a singeleza de uma vulgaridade tímida, como explica Sigmund Freud, colocando a obscenidade "por debaixo de uma aparência inocente".
EGO INFLAMADO
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Comparar com autoestima
O vício da vaidade
É o que a maioria faz
Para esconder a verdade
De um ego super inflamado
Que é o retrato falado
Da mais vil vulgaridade.
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NO ENTANTO:
Todos nós precisamos de alguns salpicos de notabilidade. Não à toa Mestre Freud disse: o intelecto nunca descansa até conseguir audiência.
Freud explica: O ser humano não quer perder no outro aquilo que tem de si mesmo. Fora isso, qualquer perda jamais será prejuízo.
Mudamos e passamos a defender aquilo que talvez possamos mudar amanhã. Freud parece querer nos manter numa psicanálise mitológica, umas espécies criadas de efeitos viciosos, de uma tristeza exata num dia bonito. Estamos mal acostumados a ter lenço para conter as gotas em tempos meio santos. Estamos desacostumados a retirar do poço a água limpa, a água santa passou a ser vendida em copinhos e não mais apanhadas na fonte. A libido é também diferente da intelectualidade sendo os extremos dos pontos, intelectual é um estado de discussão quase sem concordância que são também os afrontes propósito da libido. Freud é um interlocutor de verdades “criadas por ele mesmo”. Então somos uma espécie quase psicopata quase esquizofrênico pelos maus costumes em disseminar a crença freudiana; espécies de indivíduos que não misturam libido com intelectualidade. Freud parece mais ser um inventor de neuroses, individuo culto dotado de verdades e alto poder de convencimento que associa os poderes da mordida do cachorro com o poder da força do bigode de um pai. Ninguém sabe o quanto o coração sofre ou fortalece por um aroma de libido; ninguém sabe o quanto o corpo padece ou rejuvenesce por um estado de êxtase espiritual. A libido e a inteligência dependem de um estado de oportunidade. Assim o pecado libidinoso é um estado de nostalgia que desfila pelos sentidos espirituais nas escadarias dos templos a fim de um perdão intelectual; ao mesmo tempo a libido que com seu aroma ignora a inteligência, sem amor e sem clemência. (A. Valim)
São apenas forças.
Lados opostos.
Dualidades.
Nessa guerra, continuo eu em mim.
Por vezes, eu por mim.
Sempre malogrando o fim.
O que caráter não é: talento, dom, capacidade, habilidade, genialidade, potencialidade, carisma etc. Não confunda o que se tem, com o que se é!
Me vejo nos seus problemas; me encontro nos seus vazios; enlouqueço nos seus devaneios. Muito prazer, eu sou o outro!
