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"E assim eu aprendi que não é só o Alzheimer que devasta a imagem bondosa que fazemos de nós mesmos. É a vida.
Não somos tão bons quanto gostaríamos; não somos tão corretos e justos como queremos que o mundo acredite; não somos tão fortes quando imaginamos.
Somos humanos - A vastidão dessa condição me causa vertigem.
É nessa humanidade que reside a incoerência, o medo de não sermos aceitos ou amados; a vontade inexplicável de agradar a todos, mesmo que não nos incluamos nesse público ambicionado.
Descobri que compaixão não é pena, mas responsabilidade profunda e respeito pelo outro, ainda que ele não saiba quem eu sou, ou não tenha nenhum gesto de gratidão ou amor por mim."
É exatamente em sua suposta fragilidade que reside sua fortaleza. Portanto, recepcione, abrace, acolha seus processos internos. Tudo é muito rico e precisa ser aproveitado ao máximo, matéria-prima para seu crescimento pessoal, sua evolução como ser humano. Viva cada processo porque tudo passa. Seja na alegria ou na dor, que você seja seu lugar seguro.
Nem sempre é necessário mostrar a nós mesmas o tamanho da nossa força, às vezes, é necessário mostrar as nossas fraquezas.
A menor das ondas é suficiente pra nos cobrir de hematomas. As pessoas são frágeis assim.
Nem ser, nem fazer vítima. Hoje, olhares piedosos e justiceiros, empobrecem as virtudes, enfraquecem as lutas, transformando o vigoroso em molengó!
A INEVITABILIDADE
A vida, um palco iluminado sem luz
Um amanhecer obscuro
Um falso sol "entardescente" com sinfonia de morte
A queda que deveria fortalecer, renascer, vem juntamente com um ciclo vicioso, sem sentido, com múltiplas quedas a seguir.
Nascer para morrer
Levantar para decair
Sorrisos que "sobreescrevem" a dor, tentando mascarar aquilo que jamais será esquecido, superado.
Chorar lágrimas diamantadas
Um riso que tenta editar uma chuva de dor
Olhar sincero de quem não tem nada a perder, de quem não pretende seguir adiante
Pois, é isso!
O dançar sem música, na valsa do desfiladeiro da inevitabilidade da vida, a morte.
(A.C) -> 22/08/2024
Sempre me achei tão forte, inabalável nas minhas emoções, até descobrir a fragilidade dos meus sentimentos.
Perguntaram-me por que não me envolvia com temas e assuntos políticos?
A resposta foi rápida e pronta:
Tenho fragilidade estomacal!
O amor doi por quanto tempo? Um dia? Um ano? Para sempre? Porque você acha que vai ficar com uma pessoa para sempre e, acontece que não. O amor às vezes parece ser tão frágil... Todo mundo acredita que é fácil, que isso vai passar, mas no fundo você sente que está perdido.
No riso largo, na beleza, na delicadeza, na fragilidade, na teimosia, no atrevimento, na garra, na força e na coragem ela tem a suprema ousadia de ser ela mesma.
Meu maior medo é um lifting facial malfeito, mas eu acabei de perceber um medo maior ainda. É isto. Eu ficar emocionalmente dependente de um cara que um dia vai ver que sou intensa demais e vai me magoar.
As experiências de fragilidade podem fortalecer uma pessoa, trazendo-lhe mais empatia e sabedoria...
Foi na fragilidade de uma formiga que eu aprendi que a força que temos pode ser muito maior do que suponhamos.
Nesse processo de virar adulta, percebi que estou longe de ser perfeita. E, ao mesmo tempo, cansei de sentir medo por não ser.
O paradoxo da sensibilidade: quanto mais sensível você fica, mais sensível você se torna. Isso não tem relação com fragilidade, mas com potência e expansão, pois a verdadeira força está em perceber o que poucos conseguem sentir.
Quem entende a fragilidade do amor e a efemeridade da felicidade aprende a dançar à beira do abismo.
A confiança pode erguer fortes castelos de pedra, mas basta a brisa de uma mentira para reduzi-los a pó.
