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Democracia: você pode exprimir o pensamento e eleger o seu representante. Mas daí eu me pergunto: há, de fato, a Democracia plena quando a expressão do pensamento é tolhida pela educação deficitária, manipuladora e que, veementemente, inibe a fomentação de ideias? Outro questionamento: há, de fato, a democracia plena quando o voto expressado pelo cidadão na urna é coagido pela ostensiva carência no suprimento de necessidades básicas? Ou seja, ante a pobreza que exerce um controle a fim de direcionar escolhas, para que, assim, não sejam propriamente “escolhas”?
Ah ! Se eu pudesse.
Ah! Se eu pudesse ser um humano com cartas nas mangas.
Iria nos vilarejos escondidos,
Iria percorrer o mundo inteiro,
Percorreria até o pior dos desertos,
Tudo para resgatar as criancinhas pobres e sofredoras,
Resgataria aquelas que apanham sem nada ter feito,
Resgataria aquelas escravas em sua própria família,
Resgataria aquelas que sofrem abusos sexuais,
Aquelas sujas e desnutridas,
Aquelas que tem talentos e não sabem como se expor,
Aquelas que foram entregues ao léu,
Aquelas que foram abandonadas pelos próprios pais,
Aquelas que usam drogas e ninguém é capaz de ver e tira-las desse poço letal,
Aquelas que sentem fome e não tem pão,
Aquelas que nunca provaram o sabor de um chocolate,
Aquelas que nunca mamaram e só sabem sentir dor estomacal,
Oh! Fome miséria que me deixa sem chão.
Não sei quem eu sou,
Só sei que sou pequeno para tanta bravura.
Mas Deus sabe de tudo.
Deus sabe de cada dor e clamor.
Ele sabe o lobo que rungi em cada coração,
Ah ! Como ele sabe...
Está nas mãos dele.
O amanhã será outro dia.
Mais um dia que temos que viver e saber que além de nós, temos crianças no mundo inteiro que nem sabe ao menos escrever e o que pedir para comer,
Porquê ?
Apenas não tem quem nos leciona e quem nos dá algo para comer.
Aqui seu moço!
Só temos dor e não sabemos com tudo isso,
Como nos proceder....
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Estar no meio dos inimigos impedirá que um dia na fome venhamos a comer a carne dos nossos familiares.
Você pode aprender a passar fome, mas não pode aprender a ter. Ninguém pode. É o defeito de ser mortal.
CULINÁRIA DE PERNAMBUCO
A pessoa em Pernambuco
tem uma fome arretada...
num prato tem dobradinha,
e no outro tem buchada.
Sobremesa lhe dão bolo,
chamado Bolo de Rolo,
com recheio de goiabada.
Não há nada mais fétido do que um rico da alma apodrecida pela soberba, a não ser quando encontramos um pobre soberbo!
Comi um sanduiche, bebi um Keep Cooler de Pêssego, estava gostoso.
Mas minha fome era outra...é saudade de você! Saudades da sua voz, do seu cheiro, das suas mãos em mim, da sua boca colada na minha.
Afeganistão… FOME… falta de HUMANISMO/UNIÃO…
Que bonito tem sido todos vermos;
a humanidade UNIDA, em pra SALVAR;
mas quão triste, é isto em TAL se dar;
mas quão triste, é disto ainda em nós termos.
Apreciai multimilionários;
o que a falta, de o em vós, exagerado;
nos pobrezinhos tão tem provocado!!!
deixai-vos, pois, por tal de ser otários.
Utilizai pra o BEM, vossa fortuna;
que um dia em esta Terra, irá ficar;
pra tentardes SALVAR, ESTA GENTINHA…
Que não tem culpa de ser POBREZINHA;
que até está disposta a trabalhar!!!
retirai, pois, OS TAIS desta lacuna.
Aplicai a fortuna, para SALVAR;
Não deixando a má FOME, OS mais MATAR;
Nem VELHOS MAUS, a ANJINHOS; violar!!!
Com uma indescritível, mágoa;
A cegueira da fome
Uns dizem que é um cenário escuro,
Outros dizem que é um cenário daquilo que plantamos,
No conhecimento de uma gramática,
Maldita é a serpente que predomina nos olhos humanos,
Essas barricadas que nós adquirimos no olhar,
Sonolenta não é essa minha inspiração,
Nesse paraíso formal,
Não é tão assim um colossal como dizem,
Numa coleção de pensamentos meus,
Vão se misturando ideias e opiniões,
Filtro então,
O que é do ceu,
E o que é da terra,
Não falo da fome só de alimentos não,
Falo de uma fome que muitos não enxergam,
Na conjunção de algumas frases,
Simples e notórias aos olhos da luz,
Adianta gritar e dizer;
Barriiiigaaaaassssssss,
E claro que não,
Essa vida não é só arroz e feijão não,
Aqui ou em qualquer lugar,
Sempre teremos poetas cegos,
Políticos cegos,
Jornalistas cegos,
Pais e mães cegos,
Filhos cegos,
Os poderes nas mãos maus apagado,
E não deixando abrir os seus olhos,
Dos pobres que já estão cegos,
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Tem crente que quer ver anjo dentro da igreja e não vê o irmão passando fome.
Tua Bíblia tá errada .
Da tempo ainda de se converter.
O jejum migra a fome do corpo para uma fome espiritual. É uma forma de conexão com a Mente Divina para se obter o alimento espiritual.
GENTE!!!!
Meu shampoo acabou, o cabelo grisalhou
Minha barba branqueou, a dívida cresceu
A preguiça se instalou
A barriga aumentou
A Aposentaria desvalorizou
A despesa cresceu
A geladeira, antes farta, está quase vazia
No armário pouca lataria sobrou
Antes, frutas e verduras, carnes, laticínios
Agora, quando muito, arroz, feijão e ovo
E então, meu povo?
Será que iremos comemorar o Ano Novo
Em 2022?
Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Se não podes comer o prato de hoje pelo medo da fome de amanhã, estarás apenas antecipando um sofrimento que poderia não vir.
Todos queremos uma vida boa, por isso todos lutamos contra todos!
Devíamos lutar todos contra a fome de todos.
O esquisito 🎯🇲🇿
Um rasgo no uniforme Um rasgo de esperança Um rasgo de sede e fome um rasgo inciso na garganta Um rasgo acobardado Um rasgo de temporal ...l
Como papagaio de papel que rasgo no ar e, cai ao mar
..."Não existe igualdade no comunismo, existe carência de tudo inclusive de liberdade." ... Ricardo Fischer.
A Terra está morrendo. As pessoas estão sofrendo e vão morrer de fome. Tudo por causa de um sistema de terraformação que tá descontrolado. E só eu posso resolver.
(Aloy)
Da janela do quarto,
olhava para rua
Nua e crua,
revelava a tristeza
que vinha na rua.
O ser humano perdido
não era bandido,
não tinha destino,
caminhava sorrindo,
buscando comida
que encontrava nas ruas.
Como criança, não entendia
por que existia tanta comida na mesa
e barrigas vazias caminhando nas ruas.
(FERGOM, Edleuza. Indagações. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 99).
