Tag fome
Nesse exato momento
Lá fora, no frio e no vento
A morte consome
Mais uma criança que morre com fome!
Nesse exato momento
Lá fora, no frio e no vento
Nossas crianças morrem de fome
Num piscar de olhos
Mais uma que some
INSACIÁVEL FOME
A poesia é o grito
Que me sobra
E a insaciável fome
Que me assola.
@poetamarcosfernandes
É TRISTE DE SE VER UM PAÍS COMO O BRASIL COM TANTA COMIDA JOGANDO FORA SEM SE ENTRISTECER
Vocês tem medo de dar e a pessoa sofre de intoxicação?
Mas tem pessoas que vive todos os dia no lixão.
Seria medo ou hipocrisia
É fácil falar da fome quando quem não passa é sua família
Vocês jogam fora todo dia no final do expediente, bolos e pães
Mas não tem a competência de fazer promoção
Nem toda família tem condição
Olhe pra África a situação
Quantos que não queriam tá embaixo da sua mesa?
Esperando que caia um grão da sua comida
Brasil o país que só disperdiça
Graças a Deus eu nunca passei fome, mas oro por aqueles que passam
Porque a fome dói
A fome dói.
A fome é o querer escancarado de alimento. Assim, como a noite chama o dia, o dia chama a noite. O perdão é ganhado por quem dá. Para mudar, comece. Potencial adormecido é como sol sem calor. E o tempo perdido é o maior dos devaneios.
"Vivemos em uma sociedade onde a fome pelo dinheiro é maior que a vontade de acordar cedo para trabalhar..."
Não sou a melhor pessoa do mundo, mas se um dia eu estiver com fome e ficar na escolha entre eu comer ou alimentar o meu cachorro, em verdade vos digo:
"Bom apetite Shiva".
Quanto mais eu lia, com mais fome ficava. Cada livro parecia promissor, cada página virada oferecia uma escapada, o fascínio de outro mundo, outros destinos, outros sonhos.
É muito triste, em plena modernidade, com tecnologia de ponta, e uma natureza abundante, ainda existir fome e muita miséria no mundo.
O subproduto do desenvolvimento econômico e tecnológico é a miséria, a fome, a violência e pobreza desenfreada.
A fome…
Não há chaga maior entre nós humanos;
Que a que é tida na maldita fome;
Devido a seus factos tão desumanos;
Nos permitirem consentir tal nome!
Que pena, os tantos milhões, que estragamos;
Não sejam aplicados pra acabar;
Com a maldita chaga que criamos;
Com o nosso tanto, pra o lado olhar!
Andamos à procura de outras vidas;
Tal como, a procurar outro habitar;
Não vendo as que em nós temos, a morrer!...
Não vendo que pra consolar, tais tidas;
Bastar-nos-ia, tão só, não estragar;
Pra essa chaga, cá da Terra varrer.
Com mágoa, por assim sermos;
Acabar com a fome…
Nesta era da em nós globalização;
Acabar com a fome e seu fazer;
É pra nós uma questão de intenção;
É pra nós uma questão de querer!
Oxalá os políticos da Terra;
Se unam para a tal chaga erradicar;
Trocando os maus artefactos da guerra;
Por pão, para com a tal acabar!
Oxalá, tais resolvam, tal fazer;
Por tão fácil, ser pra os tais combinar;
Esse fazer, bastando haver vontade!...
Pra que em nós, pelos tais nasça um bom ver;
Que nos faça a em tais ver, um precisar;
Por os vermos, a inverter tal maldade.
Com esperança, nessa VONTADE, unicamente POLÍTICA;
Às vezes, nossa fome de Deus é tão grande, como a daqueles 5 mil homens, e as circunstâncias da vida só nos oferecem cinco pães e dois peixinhos. Mas lembremos que Jesus sacia essa fome e faz multiplicar, além de nos fazer colher a 30, 60 e a 100 por um!
Saciemos Nele!
A árvore de Natal decorada custou mais que o prato de uma família passando fome. É porque seu Natal não sabe a diferença entre valor e preço, coisas de valor e o valor das coisas...
O sofrimento e a angústia - na forma de estômago faminto, carteira vazia e coração partido - ensinam as melhores e mais duras lições da vida. E como ensinam...
“Eis que estão com fome, porém querem bolo pronto e não tem coragem de manusear os ingredientes para concretizar.”
Giovane Silva Santos
A fome é a pior doença que a
humanidade pode experimentar,
é uma desgraça sem tamanho é algo
de extrema maldade, é o pior castigo
que se pode experimentar.
Temos duas opções para o futuro: talvez a questão da desigualdade social exploda de forma pacífica ou violenta, se não seremos escravizados pela minoria que concentra a renda.
E existe a opção da revolução das máquinas que pode facilitar a vida de todo mundo e trazer um equilíbrio social ou alargar ainda mais essa desigualdade.
A alimentação está além da comida
a intenção,
a atenção
e a expansão temperam a saúde
A alma também tem fome
Ainda que meu coração seja envolto pela escuridão, como um dia o Peregrino da Alvorada foi introduzido nas trevas da Ilha Negra, e assim como este, eu escute o som dos meus piores pesadelos, sei que Tu, Senhor, me guiará pelo caminho de partida deste lugar tenebroso, e vou ser levado pela Sua luz fascinante para onde o domínio das trevas não encontra poder para reinar. Serei conduzido para o Seu banquete, para os mais ricos pratos e iguarias existentes, como os tripulantes do Peregrino foram levados para a Mesa de Aslam, e assim poderam saciar sua fome e sede.
Não ousem pensar que estes obstáculos impedirão nossos anseios!
Nenhum passo atrás, carregamos o antídoto para todos os males, pois somos filhos daqueles que sobreviveram ao frio, fome e a dor...
E se faltar feijão, a gente come os livros...
"Não esquenta, por que se faltar feijão, a gente come os livros e se farta de conhecimento. Com o cérebro plástico e a mente cheia de possibilidades, serão tempos sombrios para os oportunistas de plantão que vivem de explorar a inocência e a ignorância do povo mais humilde. Vai ser cada vai se ferrar diferente, que vai dar gosto de ver a cara de espanto deles".
Balada dos desempregados
Nem vivo nem morto, em estado catártico.
O desemprego àquela altura os imobilizava completamente.
Muitos de seus planos já haviam sido abandonados. Deixados de lado. Simplesmente.
A frustração e o sentimento de impotência invadiam seus corpos, tomando-os de assalto por completo.
A insônia, a impaciência, a desesperança já eram uma constante em suas noites/dias.
A escuridão que lhes afagava a face, também os confundia um tanto.
Face a face com a versão mais cruel de suas vidas, via o número de iguais se multiplicarem dia a dia:
- Por todo o bairro, por toda a cidade, muitos desocupados, precarizados, sambando pra desenrascar o feijão com arroz e o leite das crianças antes de o sol se por. Dia após dia.
Muitos ainda não haviam apreendido o real tamanho do problema que, feito um iceberg tendo apenas uma pequena parte à mostra, despontava de forma aterradora.
Mais de quatorze milhões de desempregados... Greves múltiplas. Revolta nas ruas. Educação na UTI. Saúde em total colapso. A população da periferia sendo dizimada pela criminalidade e pelas drogas. E o país imobilizado. Desgraçados...
Há de haver punição pra tanta maldade, se não aqui na terra, em algum lugar há de haver uma mão pesada o suficiente pra parar essa gente que não sente empatia por qualquer um que seja.
O filhinho da minha vizinha morreu ontem de sarampo. SARAMPO. Pois é... Inacreditável não é mesmo?
O vizinho da rua de cima se enforcou. Não aguentou o acúmulo de tantas dívidas e por isso se matou.
Aqui no bairro não é novidade ver gente mendigando alguma coisa pra comer. A fome como todos pensavam também não foi erradicada. Por aqui parece epidemia. O alcoolismo quadruplicou. Os andarilhos e moradores de rua são inúmeros.
Pequenos e constantes furtos aos comerciantes são frequentemente relatados, repetidas vezes os poucos comerciantes que ainda resistem de pé são vítimas de espertalhões que não querem se enquadrar na dinâmica cruel de agora.
Pelas ruas do bairro tem gente vendendo de tudo:
- Ovos, picolé, cigarros do Paraguai, abacaxi, vassouras, panelas, produtos de limpeza, balas e doces, derivados de milho, amendoins torrados, pizza de dez...
A vida está difícil mesmo. Os preços aumentaram muito.
Nos supermercados as sacolas estão quase sempre vazias. Até o macarrão instantâneo e o milho para pipocas de micro-ondas foram reajustados em mais de trinta por cento em menos de uma semana.
O preço do botijão de gás é hoje praticamente um assalto a mão armada.
O que fazer com tanta desesperança senhor prefeito? O que fazer senhor governador? Senhores deputados? Senhores senadores? O que fazer senhor presidente? Acabou o milho, acabou a pipoca. É isso?
