Tag enganos
Na criação tudo tem seu porquê.
Não existem enganos e acasos.
Tudo o que é visível foi criado,
e foi planejado para ser bom.
O mal não existe; é somente
aquilo que está fora do lugar!
Mais uma vez
Eu deixei
Você entrar
Como assim?
Se eu já sabia
Onde isso ia chegar
São apenas círculos
E você é sempre você
Indefinido
Incoerente
Insuficiente pra mim
Os enganos dos cozinheiros cobrem-se com salsa, os dos arquitectos com flores, e os das pessoas em geral com hipocrisia.
Amor não é cego, e ninguém se apaixona sem querer. Existe: Sabedoria e Opção. Não há enganos e sim consentimentos.
Erramos quando pensamos que para sermos felizes, teríamos que ser como nosso vizinho, pois ele sim parece feliz! Falsas expectativas!
Precisamos de fé na nossa caminhada mas, andar a milha a mais, também é necessário. Todos os dias temos escolhas a fazer, precisamos olhar pra elas com cuidado. Não podemos nos deixar levar pelas facilidades e enganos da vida.
Maior desafio que tentar resgatar os outros dos seus próprios enganos é não deixar a si mesmo enganar!
Da minha parte, tendo vivido ilusões e desilusões, prefiro as últimas. Elas me salvaram de vexames profundos, me tiraram de enganos demorados, me abriram portas que eu desconhecia e me puseram no caminho certo. Tem sido assim com todos que eu conheço. Os mais tristes, os mais dignos de piedade, são os que se agarram a ilusões que todos em volta reconhecem, menos eles. A esses faz falta uma desilusão. Uma boa bofetada – pleft! – que os devolva de volta à vida.
Como alguém sem razão, assim é um coração sem amor. Abriga-se em enganos,vagueia e não encontra felicidade.
Num tempo qualquer, Lá estávamos a brigar com a vida. Alguns morrem. Outros se deixam morrer, há quem regrida,há quem não queira viver. Mas no meio de tantos enganos, Não há quem diga que não lutamos, não esperamos ou não brigamos com a vida
Em cada dia buscamos o amor e só encontramos enganos. Procuramos a flor e só encontramos espinhos. Buscamos o pão e a sociedade nos dá pedras em grão. Buscamos ar e só encontramos chuva de cinzas que apaga o sopro da nossa existência.
Amar é ser feliz. Todo o resto é aprendizado, é carma, é engano, é qualquer outra coisa, menos amor. Maeve Phaira
O Chefe dos Enganos
No trono da ilusão, o chefe se ergue,
Com um sorriso calculado, a verdade engole,
Entre mentiras e promessas, sua voz preenche,
Os vazios de um governo que a ética não recolhe.
Em seus olhos, o brilho de uma máscara fina,
Que oculta o vazio e a corrupção latente,
Cada decisão, um engano, uma linha,
De um jogo sujo onde a justiça é ausente.
Os fundos desviados, o poder mal empregado,
São moedas para o luxo e para o prazer,
Enquanto o povo sofre, esquecido e desolado,
Sem saber que o engano é o que o faz padecer.
O chefe dança no palco da impunidade,
Com uma coreografia de desvio e egoísmo,
E a verdade é uma sombra de vanidade,
Que se esconde atrás do seu cínico altruísmo.
Mas em cada mentira, há um grito abafado,
Em cada promessa, um lamento não dito,
E o chefe dos enganos, em seu poder desmedido,
Enfrenta o vazio de um futuro incerto e falido.
Ergam-se as vozes, desafiem o engano,
Que a verdade se levante e a justiça prevaleça,
Que o chefe pague pelo seu ato insano,
E que a liberdade e a verdade finalmente nos apareça.
Coração de vidro
Meu coração de vidro
só que um motivo
para se romper.
E, num estalo profundo
gritar para o mundo
que cansou de sofrer
Enganos, Brasil cala, poesia fala.
De repente um cidadão.
Corre desesperado.
Pede socorro, em vão.
Ao redor, um jogo de engano.
Quem está envolvido.
De que é movido.
Uma tremenda podridão.
De certa forma.
A nova maneira de escravização.
Manter o indivíduo refém.
O estado desgovernado nesse trem.
Dinheiro, poder, status social.
Ciência, tecnologia, religião, política e escambau.
Meu filho bate na porta da psicologia.
Vai mais afundo na psiquiatria.
Algemado pela química.
Argumento que o órgão não recebia.
Bom dia bom policial.
A prova, xarope, jogral.
Tenho que desenhar.
Ainda assim.
Sentir.
Conspiração em espiral.
Juízes, advogados.
Quantos e quais.
De ponta a ponta.
De todos os lados.
Gang Stalkings denunciados.
V2k, tecnologias em massas.
Leitura da mente.
Olhos invisíveis violando a gente.
A magia real, Brasil, os enganadores.
Conjunto e patente, inimigos parentes.
Sociedade corrupta e indecente.
Giovane Silva Santos
Terras brasileiras estrangeiras, oceanos de enganos.
Instituições, gente, estado.
Uma linhagem de engano.
Civilizações e o plano.
Tecnologia, ciência, política e religião.
Uma viagem na história.
Uma burlagem na memória.
Escravos e uma modernização.
Perseguidos.
Coagidos.
Ameaçados.
Socorro seu Zé, Maria.
Juízes, doutores, psiquiatria.
Injeção de corrupção.
A química de enganação.
A tecnologia.
Olhos em todo canto que vigia.
Computador, celular, televisão.
Uma viagem de sinais.
Diretamente a nudez da mente.
O pensar nas mãos dessa gente.
Somente o martelo sobrenatural.
Todos irão ao tribunal.
Estes que a alma está entregue ao diabo.
Violando, entregando o semelhante.
Vivendo Brasil, no engano letal.
Giovane Silva Santos
SOBRE MENTIRAS E ENGANOS
O mentiroso cai em inúmeras contradições. E para cada uma delas, conta uma nova mentira.
SOBRE MENTIRAS E ENGANOS
Quem mente sempre, engana mais a si próprio. Na maioria das vezes, acredita tanto nas suas mentiras, que já não sabe mais o que é a verdade.
Com o tempo, sua máscara acaba caindo.
Para viver em estado de poesia
Me entranharia nestes sertões de você
Para deixar a vida que eu vivia
De cigania antes de te conhecer
De enganos livres que eu tinha porque queria
Por não saber que mais dia menos dia
Eu todo me encantaria pelo todo do teu ser
Passa um dia, passam dois, passam três…
Passa um mês…
No corre corre da vida não vês
Que passa um mês, dois ou três.
E passa um ano sem que dês
Pela ausência de tudo
Que faz de nós humanos…
Palavras, sorrisos, abraços
Mas também muitos enganos…
E no vazio dos espaços
A inevitável espera…
Minutos que são segundos
De quem sofre e desespera…
Mas cada pôr-do-sol traz
O calor de mil abraços
Um poema que incita à paz
Um caminho sem cansaços!
Vida de enganos....
Vida que traz a dor,
vida cheia de desamor,
vida de encantos e enganos;
vida de sentimentos mentirosos e abraços guardados.
Vida que como vento se vai,vida que chega com o milésimo de um segundo nos apraz.
Vida que nos engana com amores que se vai,
vida que nos alegra como amigos que nos refaz e desfaz.
O momento acabou e a vida se findou.....
autor: Almeida Jefferson
Eu Queria Acreditar no Amor,
Queria Que o Amor Existisse
Que O Respeito me Encontrasse
Mas o Que Encontrei no Caminho Foram Mentiras, Enganos, Dores
Eu Deu Amor, Recebi Espinhos
Dei Sonhos e Vivi Pesadelos
Dei Carinho Recebi Indiferença Desprezo
Me dei e Fui tratada como lixo
Eu Queria Saciar Minha Necessidade de Ser Alguém que Dui tratada como ninguém jamais merecia ser tratado!
Entendi Que eu Preciso me dar tudo aquilo que ofereci a quem nunca mereceu!
Graças a Deus que estou doido...
Que se sabe da vida?...
Dizem que finjo ou minto...
Eu simplesmente sinto...
Tudo o que sonho ou passo...
Nem sentes...
O vento levará os meus mil cansaços...
Ainda correm lágrimas...
Na soledade pensativa...
Escondida...
Disfarçada em sorrisos...
Sei que nada me é pertencente...
E lá fora na estrada...
Pensando coisas profundas...
Compreendo que sou livre...
Livre ando de enganos...
Mas de olhos postos nas coisas, distraído...
Aberto por um vento muito brando...
Acolhendo sempre um pouco de mim mesmo...
Mistério maior é este
que liga a liberdade e o homem...
Acendendo a Deus este segredo...
Fazendo-me feliz eternamente...
Sandro Paschoal Nogueira
Imenso e fundo...
Desta meia vida...
Olhando o mundo...
Não põe fé...
Ao que observa e recolhe...
Em busca do que sonha...
Ou no que pensa que é...
Nu...
Sem cárcere e sem véu...
Em que tudo é força e calma...
Por obra da misericórdia...
Agarra-se a Deus...
Vida...
Em pedaços repartida...
Entre chegadas e partidas...
As saudades abrem as feridas...
Amarras...
Loucuras...
Perto ou distante...
Reconhece e inventa...
Nas palavras que diz...
Sua ventura...
Onde é que dói este ferimento mortal?
Passa perto...
Passa longe...
Entre o bem e também o mal...
A luta é apenas uma espécie de regresso...
Um sopro...
Um alento...
A terra que não muda...
Dá a vida e devora...
Apenas segue...
Entre as perdidas horas...
E de súbito...
Na rua que segue, tropeça...
Ri da noite embebecido...
Afinal o ocorrido...
É apenas mais um tropeço...
Dos sonhos e enganos...
Do menino desconhecido...
Vê...
Que aida há pouco...
O vento limpara o céu anoitecido...
E assim no tempo de não sei quando...
Às estrelas confessa o teu tédio...
De ver o longe tão perto...
E não achar-se reconhecido...
É só um vagar...
Entre uma lágrima...
E um sorriso...
Sandro Paschoal Nogueira
