Tag dona
Pessoas que se acham dona da razão, estão propícias a perder sempre e acumulam apenas vitórias temporárias.
”Dona”
Em meio a escuridão e do frio que vem das montanhas traz o seu perfume doce…
O vermelho dos seus lábios me faz navegar pelo meu anseio de tê-la em meus braços…
Como a dona dos meus desejos mais profundos…
Me prendendo neste seus olhos, que se tornou o labirinto sem voltar…
Pois, hoje me vejo refém desse amor chamando você.
By: Dan Cavalcante
A rua já foi o palco da alegria, da liberdade e da vida. A rua já foi palanque das travessuras, artes, brincadeiras e algazarras da meninada. Quando a noite chegava, era a volta pra casa; mas a vida ficava guardada nos bancos das praças arborizadas, nos quintais floridos cheios de frutas maduras e na certeza de que nada roubaria delas a criatividade, a naturalidade, a simplicidade e a inocência, que as fazia donas do palco e do mundo.
Passe muito tempo deixando pessoas tomarem minha vida pra si, a dona da empresa voltou, e agora é minha vez de continuar meu legado.
Às vezes temos a chance de ter as pessoas vivas e as perdemos de forma que elas mesmas se matam pra gente 💔😞. Por outro lado, há aquelas pessoas que queríamos ter por perto e partem sem ao menos dar tempo de dizer um único adeus. 😭🖤 Essas são duas dores que ninguém explica. 🙍🏻♀️
Não faça perguntas constrangedoras,
Sobre o que não é problema ou assunto seu...
A outra pessoa, é única dona e administradora,
De tudo que já desfrutou ou de tudo que já sofreu...
Olhos de Sonho
Olhos que eu vejo tanto e que não
querem parar de para mim olhar.
Olhos que falam de amor, tão serenos,
em meus sonhos tão constantes.
Quero-os perto poder fitar, sentir
como aquescem meu peito.
Dona dos olhos de amor, traze-os para mim.
Fica perto não te vas, dá-me a certeza
de não precisar mais com eles sonhar.
Deixa que eu possa sentir que por minha
causa ali estás, e que por vontade própria
os das para mim, deixa ao menos pensar
que os tenho só meus, e que ali estás por
me amar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Dona moça: a minha cura
O despertar de minha loucura
Que acalma meu coração.
Dona moça, você mexe com minha emoção.
Dona moça, minha estrela guia
Meu coração se enche de alegria
Dona moça, penso em você todo dia.
E eu quero manter essa sintonia
Eu vou ter o mundo inteiro em breve, pra dividir com ela, porque ela é dona dele.
A utopia de amar
Olhos nos olhos
Na busca por intimidar
Tentando descobrir os segredos
Guardados em seu olhar.
É como um jogo divertido
Onde a meta vem da expectativa
De ver no outro o impacto
Causado por sua ação viva.
Ação que induz a reação
Dos corpos ali envolvidos
Em cada gesto, suave ou intenso
Criando fragmentos de momentos
Jamais esquecidos.
E nesta jogada então
Vale este olhar penetrante
Tão vivo, e ameaçador
Fazendo da minha respiração mais ofegante.
Mas logo em seguida
Como um golpe certeiro e fatal
Contemplo a suas mãos doce e macias
Me acariciando de forma tal.
Tal que causa inquietação
Me subindo na alma o desejo
O corpo já é refém do seu toque
E minha boca em súplicas
Implora o seu beijo.
Parece mágica poderosa
O contato dos teus lábios quentes
E provocando meu juízo já atormentado
Com pensamentos ardentes.
Vejo e não acredito
Que você está comigo
Posso sentir o cheiro dos teus cabelos
Posso encontrar em ti o meu abrigo.
Peço meu amor que não tenha pena
Ama-me sem pudor
Faça com que a minha carência
Se desfaleça de tanta dor.
Mate-a com suas armas
Amarre-me em seu coração
E me leve nesta correnteza
Que é a sua sedução.
Ensine-me a dança do amor
Nas profundezas de sua intensidade
Despindo a tristeza da minha alma
E mostrando a esta a felicidade.
Aqueça-me em seu corpo
E que nos entreguemos ao amor
Onde as carícias, e a intimidade do toque
Possa uma canção compor.
Que vá além da conexão dos corpos
Mas que atinja também
O nosso interior
Fazendo a alma revigorar
E encontrar no afeto o calor.
Dona, eu ainda espero
Que um dia possa te encontrar
Até lá sigo guardando sempre comigo
Esta vontade que sinto de te amar.
Desabafo
E pela noite escura
Deitado em minha cama,
Sinto meu corpo queimar
Ardendo em labaredas e chama.
Quanto ao espírito?
Cansado da paciência,
De esperar na prisão do tempo
Pelo fim da sufocante carência.
Esta embala os meus sonhos
E neles tecem sem parar,
Os desejos mais intensos
De sentir e tocar.
Cansei de sempre ficar
Sendo um mero observador,
Contemplando os casais
E tentando entender o amor.
Escravo da razão
Que ao meu coração cegou,
Tirando lhe da vista, a emoção
Que este nunca mais contemplou.
Almejo a liberdade
De poder me entregar,
A tão esperada experiência
De alguém poder amar.
Já vejo em minha frente
Pairando sobre o ar,
A Dona, encantadora
Que para mim, está a olhar.
Oh Dona! Como és tão bela
Quanto brilho em seu olhar,
Deles saltam reflexos
Que fazem a mim intimidar.
Teus cabelos, lisos e soltos
Que por seus ombros estão a descer,
Como uma droga, o seus aromas exalam
Fazendo me entorpecer.
E o vestido vermelho?
Te destacando a todo instante,
Te tornando ainda mais bela
Mais até, que um diamante!
Então, a ti faço um apelo
Pode tu me ajudar?
Me envolve, em teus braços
E faça os meus sonhos concretizar.
Assim, que o sentir e o toque
Possa ser apenas um complemento,
Deste cântico de amor
O nosso precioso momento.
Que a conexão de nossas almas
Se resulte nas explicações,
Das batidas frenéticas
De nossos corações.
Faça me sentir sem graça
Renda-me se for preciso,
Com a sua poderosa armadura
O amanhecer do seu sorriso.
Então, que as emoções
À nós, tenhamos compreensão,
Onde para mim o significado
É construído com a carícia de sua mão.
Dona de mim, não esqueça
Do que agora vou te falar,
És o meu sonho duradouro
Que a solidão, me fez um dia elaborar.
A inspiração de um universo de sentimentos
O menino que esperou bastante
E até chegou a se lamentar:
Será que um dia terei
Alguém, que possa finalmente
Meu coração acalmar?
Alguém que perceba em mim
As inquietações da alma,
E que quando ao me olhar
A esta então acalma.
Alguém, que ao meu corpo liberte
Surpreendendo me com a sua mão,
Fazendo com que o meu coração esquente
Ao aumentar a sua pulsação.
Alguém, que esteja presente
Mesmo quando a distância é real,
E cuja imagem, presa em minha mente
Faz da saudade, um sentimento banal.
Alguém, que faça renascer
A vontade em mim de viver
Tecendo sonhos, e objetivos,
Para que as boas realizações
Em um futuro possa colher.
Alguém, que me leve a indagar
Durante um abraço apertado,
Por quê é que demorei tanto
Para então ter te encontrado?
Alguém, que mesmo sem auréola
Me faça sempre duvidar
E agradecendo a Deus pelo presente,
Um anjo que em minha vida
Veio a pairar.
Alguém, que já não é imaginação
Existe, e a mim se revelou,
É melhor do que qualquer criação
Que minha mente elaborou.
Encontrei a minha Dona!
Assim posso falar,
Não há nada melhor na vida
Dê ao amor aproximar.
Ele é acolhedor
E te faz compreender,
Que o sentido de sua existência
É cultivá-lo com prazer.
Então, a partir de agora
Vou assim sempre praticar
O plantio deste sentimento,
Que em meu coração
Nunca deixarei faltar.
A plantação será extensa
E devido a superprodução,
Não caberá tudo em minha alma
Mas já encontrei uma solução.
Compartilharei com minha Dona
O lucro desta boa produtividade,
O meu amor puro, e saudável
Regado com ternura, carinho e reciprocidade.
Caberá então a ela
Deste resultado decidir,
Aceitar a minha proposta
E do meu amor usufruir.
E tomara, que assim gostando
Deste produto de valor,
Ela possa também cultivá-lo
Em sua lavoura do amor.
Quem sabe um dia desses
Posso me surpreender,
E então da minha Dona
O seu amor receber?
Este poema pode parecer uma história
Ou uma fonte de inspiração,
Mas saiba leitor, que em sua essência
Está intrínseca do autor,
A emoção!
E para terminar estes versos
Peço desculpas,
Por levar as estrofes a exaustão,
Nelas deixei apenas uma ínfima parte
Do desabafo deste autor, em sua criação!
Todas aquelas poesias que eu escrevi
E rapidamente me despedi
Não foram tão longe
Mesmo as desprezando
E no lixo as desperdiçando
Dona maria, uma catadora sofrida
As encontrou, uma por uma
Elas as guardou
Sua alegria era encontrar meus
Pequenos rabiscos sobre o amor
Enquanto eu me sentia péssimo
Por ser um eterno clichê
Dona Maria se sentia amada
Por aquelas palavras
Dia após dia
Ela sentia
O que nunca tinha sentido antes
Tais palavras que para mim eram desconcertantes
Para ela era uma salvação
Em meio a tanta solidão
Fiquei sabendo por terceiros
Que meus versos estavam
Guardados em um canto no celeiro
Onde dona Maria dormia
Quando de forma triste faleceu
Ao me deparar com aquele amontoado
De folhas amassadas e grampeadas
Notei um rabisco
Nele estava escrito
" esse tal de amor, floresce até no lixão, porque não iria florescer em você".
E o sonho criou asa
A vontade era ir assim mesmo
Subir ao topo
E divinamente viver
Ventos alçaram o viso
Em desertos voláteis
Incertos horizontes
A camuflar o ser
Segue até o infinito
Pra ter certeza em dizer não
Nesse vôo belo e impossível
Que flutua o coração
Não te entristeças por qualquer coisa
Nem por grandes perdas
Não te lamentes por não ter conseguido algo,
A vida é um eterno perder e ganhar
Mas luta para ali na frente alcançar o objetivo
E assim poder agradecer a Deus por suas vitórias.
Mas não te vanglories.
Elas são passageiras e tudo quanto fizeres será sempre recomeço
Mesmo nos momentos de angústia
Nunca perca a vontade de viver
Lembre-se de alguém que te ama.
E esse amor é o nosso refugio e fortaleza
Nada será maior nem melhor.
Pense nisso
Pelas ruas de Pombal há esperas
Que encontro na imensidão
O amor de Dona Vera
Que preenche meu coração
Dona Josefa a A Nossa Santa de Natal
Dezembro chega, trazendo o aroma doce das lembranças e o brilho discreto da saudade. Entre as luzes piscantes e o som de risadas, é impossível não lembrar daquela mulher que foi o verdadeiro espírito do Natal para a nossa família: Dona Josefa, nossa Zefinha, a mãe guerreira que transformava deficiências em milagres e tanto
Era sempre assim. Quando a época natalina batia à porta, lá ia ela, determinada e com uma vassoura de palha nas mãos, mede os pés dos dez filhos. Sem luxo, sem exageros, mas com uma vontade imensa de não deixar ninguém sem o que calçar. Pelas ruas do centro da cidade, Dona Zefinha escolheu cada sapato como se fosse uma obra de arte, acompanhado na missão pelo nosso pai, Seu José Sabino, que com seu trabalho árduo garantia os meios para que tudo acont
Na noite de Natal, a casa enche de expectativa. Papai Noel, quase sempre, não vinha, mas isso é um pouco importante. A felicidade era garantida com o vestido novo das meninas, a calça dos meninos e a certeza de que, mesmo sem a tão sonhada bicicleta.
Dona Zefinha não era apenas uma mãe; era a personificação da coragem e da força. Durante o ano, suas andanças pelas ruas da cidade foram sua forma de garantir que nenhum de seus filhos passasse fome ou deixasse de sorrir. Ela saiu cedo, com um pano simples nos ombros e uma determinação no coração que só as mães conhecem. Visitava amigas, batia de porta em porta, conversava com conhecidos e, de forma discreta, trazia de volta o que conseguia: alimentos, roupas usadas, ou até mesmo palavras de incentivo.
Não era fácil. Os dez filhos, ainda pequenos e sem autonomia, dependem individualmente dela. E mesmo assim, Zefinha nunca se queixava. Onde os outros viam obstáculos, ela enxergava possibilidades. Com criatividade e muita fé, ela fez o pouco parecer muito, e o impossível tornar-se realidade. Não havia luxo, mas havia amor. Não havia brinquedos caros, mas havia sorrisos.
Dona Zefinha era mais do que uma mãe; era um líder, uma protetora, uma guerreira. Ela carregava nos braços o peso de uma família inteira, e no coração a certeza de que tudo valeria a pena. Em cada lágrima que secava, em cada palavra de consolo que oferecia, ela plantava em seus filhos a semente de gratidão.
Dona Zefinha, com sua força imensurável e coração infinito, foi muito mais do que uma mãe: ela foi uma santa viva, a guia da nossa família, a luz que iluminava nossos dias,
Dona Zefinha transformava qualquer migalha em banquetes. Seu amor multiplicava o pouco e fazia o suficiente para sustentar a família, não apenas com o corpo alimentado, mas com o espírito cheio de gratidão e amor. Ela sabia que não poderia oferecer brinquedos caros ou luxuosos, mas oferecer algo muito mais valioso: carinho, valores, e a lição de vida
Nas noites de Natal, mesmo quando o "Papai Noel" não aparecia com os presentes sonhados, Dona Zefinha estava lá, com um sorriso no rosto e as mãos unidas em oração. Ela reuniu todos ao redor para agradecer o que tinham e pedir por um mundo melhor. Cada palavra sua era uma prece poderosa.
Hoje, ao relembrarmos sua trajetória, não temos dúvidas: Dona Zefinha é a nossa santa. Não aquela de igrejas e altares dourados, mas a que caminhava pelas ruas da cidade, com um olhar firme e um coração aberto, movida pela fé e pelo amor incondicional aos seus filhos.
Neste Natal, mesmo que ela não esteja mais fisicamente ao nosso lado, sua presença espiritual é tão forte quanto nunca. Sentimos sua força em cada riso, em cada lembrança, em cada oração. Dona Zefinha é a essência do nosso Natal, uma inspiração para seguirmos em frente, com a mesma coragem
Que honrar sua memória vivendo os valores que ela plantou em nossos corações. Viva Dona Zefinha, a nossa santa de natal.
Nauri Araujo
Ao amanhecer
Acordo pensando em você
Rapidamente pego o celular
E fico aguardando você vizualizar
A mensagem que te mandei de bom dia
A paixão é assim mesmo
Ela vem sem avisar
E quando menos esperamos
Ela nos pega
Não tenho culpa por ter um coração
Que tem sentimentos próprios
Não tenho culpa se ele te escolheu
Só sei que nesse coração quem não manda sou eu
Pois ele esta entregue a você
E tenho certeza que saberá o que fazer.
Acompanhe de perto a vida de uma dona-de-casa: nem ela sabe se é dona de sua vida, quando só cuida da sua casa.
Sou de Minas Gerais, mas, pelos muitos anos de vivência no Espírito Santo, e enorme afinidade, considero-me mais capixaba do que mineira. E confesso que estou perplexa com esse sotaque do personagem "Maria da Paz", nada a ver. Esse sotaque não existe. Capixaba não tem sotaque. O capixaba tem gírias, mas não é caracterizado por um sotaque.
Dona dos meus textos
O realismo está presente em meus textos, muitas vezes vem expressado em forma de sorriso ou se apresenta chorando.
Vale a pena contar as minhas histórias, na maioria delas a minha principal e favorita personagem é você.
Em meus versos, a culpa, a dor, a alegria, o respeito e o amor, ganham vida e estão marcados no nosso passado, no meu presente e nos meus sonhos futuros, o final da nossa história ninguém sabe, acho que nem o destino tem certeza de como será, então, irei continuar imaginando, acreditando e vivendo na esperança de escrever um final feliz.
Você parece tão dona de si
E eu, tão dono de nada
Sua cabeça parece nem estar aqui
E a minha, sempre preocupada
Seu silêncio parece magia
E o meu, pura covardia
Seu abraço parece seleto
E o meu, tão incompleto
Sua presença parece notada
E a minha, sempre evitada
Suas palavras parecem ajudar
E as minhas, alguém machucar
E nessa eterna dissonância
Vamos tomando distância
Sem saber onde vai dar
