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Podemos fazer assim
Vou ser seu caso antigo no futuro
Da minha parte eu serei
Não vai se arrepender, eu juro!
CASO É INTELIGENTE OU JULGA SER NUNCA SUBESTIMA A CAPACIDADE ALHEIA, ESTA PODE SER AINDA MAIS, MELHOR QUE VOCÊ.
Antonio R Fedossi- escritor—editorainteracao.com.br
Se não respira o que tem, a previsão e o acaso, tão cedo orvalho, molhando meus pés, andando apressado, meus olhos firmei, o que nada enxerguei, mas de perto eu olhei e distante falei.
Não há do meu caso, tampouco vou me ver, postado calado, sentado ali, pedindo esmola, para quem eu possa sorrir.
A minha arte é essa, não abandono por nada, mistério, mistério virou minha jornada.
Nesse caso, por acaso, nós somos mais que um caso. E se assim o acaso continuar, é só me dizer sim, que com você eu caso.
Sempre me disseram que os atalhos são graves, mas fiz pouco caso do rico aviso, até que fui visto no pecúlio do rumo e vexado.
Meu Ernesto Azul...
Voltava eu daquelas paragens de Pirapora, dirigindo meu possante Gordini Delfini, carinhosamente tratado por Ernesto, já de cor não muito definida, trazia uns leves amassados em ambas as portas, umas ferrugens no piso, faltava-lhe o retrovisor esquerdo e o para-choque traseiro... nada demais!
Mas aquele Gordini era meu xodó, até carreto o “bravo Ernesto” fazia: meio metro de brita ou de areia pra ele não era nada. Só não se dava bem com subidas, em compensação, nas descidas, ninguém e nem nada o segurava. Um detalhe que não podia de esquecer, no momento de passar a marcha, tinha de ir da primeira pra terceira... em algum momento ou lugar, ele perdeu a segunda marcha, porém, uma certeza eu tinha: um dia, mesmo que não parecesse, sua já havia sido cor foi azul, mas, não um azul qualquer, um de respeito, admirável e solenemente azul. Bem, mas isso se deu em tempos que eu ainda não havia vindo ao mundo.
Dona Orsina, mãe de “Zé Goiaba”, me encomendou um carreto: levar 14 frangos até o sítio de João da Grelha. Em troca de “dois dedos” de pinga, Juvenal aceitou a incumbência de me ajudar nessa empreitada, mas, não deu muito certo, numa curva de chão batido, entre a porteira da Fazenda Craviola e a ponte do Manguezal, meu amigo Ernesto foi, literalmente, atropelado por um boi. Mas, não um boi qualquer! Foi um desses de grande porte, de passos firmes, grandes orelhas caídas, negro focinho, peitoral extenso, parecia ter sido “construído” de concreto e músculos, coberto por uma pele negra, com algumas manchas brancas e outras, em leves tons marrons, reluzentes. Estava selado o destino de Ernesto: faleceu ali, naquela curva e o boi, seguiu em frente... sequer olhou pra trás. Seguiu seu caminho, me deixando apenas com o que sobrou de meu companheiro, dores pelo corpo e vendo os frangos entrando no manguezal.
Pensei até em fazer o velório e o enterro de Ernesto, mas o Padre Policarpo me aconselhou a não fazer, segundo palavras dele, “seria uma sandice”, na hora, entendi sanduiche, e rebati: “Não sô padre, vô fazê é o enterramento do Ernesto, num é um lanche não”, e o Padre nem respondeu, virou as costas e saiu resmungando: “é cada uma que parecem duas...”.
Voltando àquela curva, onde jazia Ernesto, me deparei com Bento Carroceiro e, entre uma prosa e outra, contei a ele de meu luto e que não ia conseguir enterrar Ernesto. Foi quando Bento me disse: “mas ocê é bobo demais, sô! Hoje, ninguém enterra mais ninguém não, só toca fogo e pronto. Depois, pega as cinzas e joga no rio. Isso é que é coisa chique”.
Pensei, matutei e decidi seguir o conselho de Bento. Toquei fogo em Ernesto ali mesmo e fiquei olhando ele queimar. Chorei muito, doeu fazer aquilo, mas o que mais me intrigou foi o caminhão de feno de Tião Matadô passar ali exatamente na hora que Ernesto queimava. Senti cheiro de mato queimando e, logo que olhei pro fim da curva, vi que o feno que o caminhão de Tião Matadô levava, queimava e a chama já subia pra mais de 10 metros...
Antes de ter
um caso de amor
com alguém
tenha
um caso de amor
com a vida
meu bem.
Valéria Centenaro ©
O que houve foi
Aquele sortilégio.
Foi triste, foi divertido
Foi irritante, foi instrutivo
Mas foi aquilo apenas.
Feitiço passou, nada mudou
Somos os amigos de sempre
Nada demais aconteceu.
Apenas te peço, encarecidamente
Nem por engano, nem por brincadeira
De caso pensando ou por besteira:
Não tente nunca um beijo meu.
É real dizer que tudo que é demais faz mal.
Então em caso de você estar com excesso de seriedade e lucidez:
LOUCURE-SE!
O caso envolve muitas pessoas, pessoas com muito a perder! (...) Só podemos confiar em pessoas que conhecemos!
Temo que ele vá ser um caso clássico de alguém que não chegou no limite do seu talento.
(Juca Kfouri)
Pense bem aonde vai me colocar em tua vida. Se um desconhecido, serei o mais conhecido de todos os teus desconhecidos. Se colega, seria o mais divertido deles. Se escolheres que eu seja apenas teu amigo, serei o mais confidente, aquele que guardará os segredos mais ardentes, os mais puros e os horrendos. Iremos chorar juntos e sorrir quando tu alcançares as tuas conquistas. Se um dia pedires que eu seja teu ficante, me tornarei o teu esquema favorito. Sobretudo, te aconselho que decidas que eu seja teu amor, esteja certa que serei todos os outros em uma só pessoa.
Muitos homens e mulheres estão enganados. Quando se busca um caso extraconjugal ou se comete adultério, a própria vida, de ambos os lados está em jogo: espiritual e física. É sempre bom refletirmos na Palavra... Pv 6.26 - O adultério custará a própria vida.
Eu e o mar
Eu e o mar…
um caso de amor…
um caso de amar
Um mar e um sol
com seu calor
Meu maior caso de amor
