Sutil
A fotografia, onde o tempo em pedra reside
A memória, qual névoa sutil que persiste
No cérebro reside, jardim onde a vida
Cultiva lembranças, em sombra e em luz se veste
O jardineiro interno, com arte e cuidado
Poda o que não nutre, o que é vão e passado
Deixando florescer o essencial
Livre o espaço da alma de um fardo pesado
Assim, a mente dança, leve e serena
No ritmo do tempo, que cura e acena
Guardando em seu âmago a beleza plena
E o esquecimento, em paz, a erva daninha acena
Por vezes, a vida nos presenteia, de forma sutil e voluntária, com flores, que não nos falte sensibilidade para reconhecê-las.
O orgulho é um veneno sutil que envolve o coração e detona nossa humildade. É o impulso que nos torna insensíveis, impedindo a ampliação do nosso conhecimento e compreensão. É um perigo que nos separa de nós mesmos e dos outros.
“As principais características de um corpo ressuscitado são: claro, ágil, sutil e impassível. Até que, por fim, terminou a ressurreição, começou a eternidade. Há católicos que dizem que fica muito tempo no purgatório... É uma bobagem. Na eternidade não há tempo. O juízo tem de ser no finalzinho da ressurreição e da morte, quando o corpo vai deixando de atrapalhar, o cérebro vai deixando de trabalhar, e nos fazemos um corpo glorioso, espiritualizado. Então a alma manifesta todos os seus poderes, de conhecimento etc.”
Penso que há uma forma sutil de fracasso em viver apenas aquilo que esperam de nós: aos poucos, tornamo-nos estrangeiros da própria consciência.
Encanto Sutil
Nos olhos teus, a fonte do luar,
Onde a noite brilha, estrela rara.
Teu sorriso, uma pérola a brilhar,
No bailar das ondas, do mar é clara.
És a sinfonia que o vento sopra,
Uma melodia que o coração entoa.
Teu encanto, uma brisa que me envolve,
A dançar na mente, uma estrela voa.
Tua força é qual raio, fogo ardente,
Com vigor e ternura, és o amparo.
Como a lua, tua luz é presente,
A iluminar meus sonhos no mais raro.
Em teus lábios, o néctar doce da paixão,
E no silêncio, teus segredos escondidos.
Tu és a chave do meu coração,
Num jardim de amor, por ti conduzidos.
Tuas curvas são trilhas de emoções,
Montanhas suaves, mistério e sedução.
No compasso do tempo, das canções,
Encontro a dança, a mágica da união.
És pintura viva, obra de arte,
Retrato da vida, cores a girar.
E no pincel do destino, tua parte,
A eternidade em teus traços a guardar.
Assim, no poema, descrevo o encanto,
Sem que saiba o que inspira a rima.
Teu ser, meu amado acalanto,
Segredo do coração, que o poeta estima.
A hipocrisia é um veneno sutil, não apenas por aconselhar práticas que o hipócrita não segue, mas por acreditar genuinamente na própria felicidade ilusória. É uma máscara que obscurece a verdadeira essência, uma farsa internalizada que perpetua a ilusão de contentamento. A ironia reside na crença sincera dessa falsa harmonia, uma autoenganação que obscurece a necessidade de uma busca autêntica pela verdadeira felicidade. Desvendar essa máscara exige coragem, um olhar penetrante na alma, para reconhecer as fissuras entre as palavras e as ações, e, finalmente, buscar uma congruência. Em nossa jornada, a remoção da hipocrisia é um ato de libertação, abrindo caminho para uma verdadeira e profunda realização.
Na trajetória efêmera do existir, o tempo, como hábil alquimista, desvela sua magia sutil. Com sua pátina invisível, ele sutilmente dissolve as camadas supérfluas, revelando a essência que permanece intocada. O desnecessário, como pétalas desprendidas, é carregado pela brisa temporal, deixando para trás o cerne vital. O relógio, silencioso e implacável, é o artífice dessa metamorfose contínua.
Era um brilho viciante que se manifestava de forma sutil, atraindo-me atenção. Não me deixava contemplar outras belezas, era a primeira vez que me sentia instigado a adentrar no desconhecido. Faria tudo pra alcançar aquela magnífica visão...
(...)E naquele pequeno universo de astros desconhecidos pude correr entre as estrelas e me inundar na imensidão daquele espaço que me mantinha aquecido e livre. Me sentia finalmente como alguém que acabara de encontrar o seu lar...
De forma sutil, fazemos uma coisa que é impossível: AMAR uma pessoa à distância. O pior: insistimos dizendo que é possível!
Era sábado, a noite não era mais quente do que todas as outras noites de outono, e uma brisa sutil, entoava o ritmo das noites boemias.
A Lapa brilhava em seus muitos tons, dos sambistas altivos em seus velhos ritmos que agitavam os bares, até as damas da noite, que satisfaziam corpo e mente dos afortunados ou não.
Era inegável, no entanto, a magia das noites cariocas. Magia essa que levava os mais variáveis públicos até seus braços, os braços da cativante noite envolta em cerveja e no batuque dos pandeiros.
Carlos não era um homem muito diferente de qualquer outro que apreciava a companhia sistemática de ninguém menos que ele mesmo.
Vivendo o que ele viveu e passando o que passou, seu copo e cigarro eram melhores que qualquer papo que tirasse a poeira da rotina, ou ouvir um amigo falando sobre o espetáculo de Garrincha contra o Flamengo no Maracanã.
Ele se sentia bem na sua própria companhia. E normalmente acompanhado de seu inseparável caderno de notas, o qual escrevia seus romances e infortúnios da sobriedade.
Lembrou-se de uma situação que viveu quando tinha seus 23 anos. Amores de juventude normalmente eram indícios de problemas, principalmente se o resultado final era estar sozinho num sábado a noite.
No entanto, Carlos apreciava as memórias de quem fora importante em seu passado.
Angélica foi seu grande amor, provavelmente o maior de todos os amores, motivo de seu sorriso e embriagues.
Conheceram-se na faculdade de jornalismo, sendo ele o aluno de tal curso, enquanto ela cursava medicina veterinária.
Não era diferente de uma típica menina dos anos 60, onde o amor pela natureza e seus animais era o ápice das relações humana.
No entanto, algo havia cativado o coração de Carlos. Ela fazia com que todas ações que pareciam comuns, tomassem formas absurdamente especiais. Ela sorria de forma diferente, e o cumprimentava de forma diferente, sendo simplesmente diferente de todas.
Ele, por outro lado, resguardava a timidez, característica de sua personalidade frágil com relação ao que não compreendia.
Era um rapaz altivo, porém, jovem. Tinha pressa de conhecer e saber as coisas do mundo, garoto suburbano de pais humildes que trabalhavam para que ele pudesse completar os estudos.
Certo dia, no verão de 67, num Brasil onde todas as palavras precisavam ser medidas, desmediu um ato. Decidiu que Angélica não seria mais sua relação do imaginário. Esbarrou quase que propositalmente nela no meio do gramada da Universidade, e disse:
_Perdão! Desculpa mesmo incomodar. É que eu te vejo sempre, e bom... Você nem deve saber quem eu sou, mas...
Prontamente, foi interrompido por ela:
_Você é o Carlos, eu te conheço sim.
E sorriu. Sorriso esse que queimava no coração dele como uma tocha de coragem, um farol entre seus pensamentos de medo da rejeição. Coragem para fazer a tal pergunta:
_Não aceitaria sair? Eu conheço um barzinho legal na Lapa, com viola e cerveja.
Ela aprontou um amplo sorriso, pois percebia o nervosismo do garoto e apesar dos pesares, ele estava ali, tremendo mas com muita coragem em sua tremedeira.
_Vamos! Ela respondeu.
Prontamente se despediram após marcarem o horário de encontro. Era fim de semestre, quando qualquer aula perdida poderia ser prejuízo.
Eram 22:00 da noite, e a Lapa reinava sublime. Era o auge da Bossa de Vinícius e Tom, que ecoava nos ladrilhos históricos, em nuances carnavalescas com o samba raiz que o carioca entoava com um hino.
A alegria dos presentes era visível. Casais dançavam juntos em bares, com suas bebidas. Rapazes em seus ternos polidos e moças em seus vestidos de cores tão diversas, que eram uma atração visual, um Taj Mahal arco-íris.
Ele já estava lá quando ela chegou, havia separado uma mesa pequena para dois, aconchegante o suficiente para equilibrar conversas como vida, amores, futuros projetos e etc...
Ela falava, ele bobo, olhava e admirava como se fosse a própria rainha da Inglaterra que estivesse discursando particularmente para um único súdito.
Era normal. Todo homem apaixonado cria para si a ideia de um momento, um momento que ele vê como algo possível, mas improvável. Ela estar ali, se divertindo com ele era o algo impossível de se imaginário.
Perdeu o controle quando viu que ela sabia seu nome, e perdeu o jogo quando ela aceitou o convite. Estava totalmente entregue.
Dançaram por horas. Entre pausas e danças, fluiu uma pergunta vinda da moça:
_Acha que o amor é pra todos?
Ele ficou sem resposta, de pé, encarando-a. Então disse:
_Acho que tô prestes a descobrir.
Aquele foi o gatilho, o estopim dos muitos sentimento. O amor era o sentimento sublime que construiu a maior parte da filosofia poética, ferindo de morte os corações desavisados, no crepúsculo da inocência que circundava o homem.
Beijaram-se como casais bem mais antigos, como se estivessem juntos a décadas, uma conexão extremamente rara, uma rosa nascida no concreto dos dias ácidos que corroíam a nação.
Mas brotou, com a força dos bárbaros, e a leveza dos artistas.
Já estavam juntos à 3 anos, e em 1970 era ano de Copa Do Mundo. Ele já era um médico iniciante que acabara de receber uma proposta que poderia mudar sua vida completamente.
Seus muitos contatos universitários trouxeram a ímpar oportunidade de um intercâmbio na Universidade de Cambridge, uma das mais renomadas do mundo. E uma oportunidade tão incrível, poderia não ocorrer duas vezes.
Correu até o apartamento que tinham em conjunto, era pequeno, sem muito brilho, mas era dos dois. Aquele pedaço de paraíso como costumavam chamar. Esbaforido, e exausto de tanto correr para chegar e anunciar à sua amada a notícia tão aguardada.
Ela pressentiu e com um sorriso e olhos marejados entendeu o que ele pretendia dizer no momento em que abriu a porta.
_To contigo! Vai viver nosso sonho, amor. Estarei aqui quando voltar.
Arrumaram as malas juntos, e se encaravam, rindo copiosamente da situação. O sonho de um era o sonho do outro. A distância seria vencida no devido tempo e em seus moldes.
Desceram as escadas do apartamento, e em suas alegrias que se misturavam com a festa pelo gol salvador de Jairzinho, partiram para o aeroporto.
O check-in foi feito assim que chegaram.
_Me responda sempre que possível. E use os casacos, lá é inverno.
_Eu sei, amor.
Ele respondeu.
_Assim que chegar eu dou um jeito de falar com você.
Ela assentiu com a cabeça, como quem entendeu.
_Te amo, lembre-se disso antes de dormir e ao acordar. Você é único, é tudo.
Ele não respondeu. Sua solitária lágrima que delicadamente escorreu de seu rosto, seguido de um beijo.
_Você estará comigo em cada momento.
Respondeu olhando repetidamente para trás e dizendo "eu te amo" em sussurros, até entrar no avião. Partindo para o grande momento.
Depois de 1 ano nos Estados Unidos, correspondiam-se com frequencia. Mas naquela manhã fria e de neve, recebeu um telefonema que não esperava. Era seu pai:
_Oi filho. Eu preciso que volte para o Brasil. É a Angélica, ela...
Relutou em dizer.
_Pai, o que aconteceu? -Disse ele assustado.
_Ela... teve um mal súbito, filho. Encontramos ela caída no apartamento. Eu sinto muito, filho. Ela não resistiu.
Soltou o telefone naquele momento, se negava a acreditar, enquanto gritava encolhido no chão da universidade. Nunca imaginara um mundo onde Angélica não estava, e aquilo doía de formas que a morte seria melhor.
Foi para o alojamento e arrumou suas malas com a ajuda dos colegas. Lembrou-se que sua ajudante na última vez que fez aquilo nunca mais o ajudaria. Sentou-se no chuveiro e por meia hora ficou lá. E suas lágrimas confundiam-se com a água que caía, e que por capricho, não escorriam seu sofrimento até o ralo.
Partiu para o Rio de Janeiro no mesmo dia. 12 horas depois, chegou a um Rio que não era semelhante ao que viveu. Chuvoso e frio, como se o céu sangrasse por ela.
Ele negava-se a entrar na igreja onde o corpo era velado. Como crer naquilo? Era ela, a pessoa que mais amava em todo o mundo, e que 3 dias antes havia falado com ele.
Olhou-a distante, de longe, estava linda, uma flor pálida.
Carlos saiu durante o enterro e seguiu até um lugar comum para ele, a Lapa.
Naquela noite não houve samba, não houve músicas e alegria. Era só ele, sua dor e sua lembrança.
"Lembre-se que te amo, quando dormir e ao acordar."
Lembrou-se disso todos os sábados a noite, por 30 anos, quando ia para o mesmo lugar onde se conheceram. Pedia 2 copos de cerveja e um sempre terminava a noite cheio.
"Realizei nosso sonho, meu amor."
Ele conheceu outra pessoa, a qual amou e construiu família. Mas nunca amou como aquela a quem amou na juventude. Nunca houve outra Angélica.
Nem as rosas pouco falantes de Cartola expressavam sua dor eterna, tão eterna quanto seu amor e gratidão.
A falta de vigilância espiritual pode, de forma sutil, enfraquecer a comunhão com a graça de Deus, afastando o coração da cruz de Cristo e influenciando outros a seguir pelo mesmo caminho.
Em princípio, a inveja não costuma ser escancarada. Vem sutil. Se apresenta preocupada. Se afirma em mentiras e consuma em frustração. Enfim, não admite elogio ou concordância com seu alvo. Zomba, critica, peleja. No fundo, almeja.
Olhava ao longe
Uma árvore de tronco curvado
A qual oferecia uma sutil sombra
E desejosa, em pensamento,
Se via assentada abaixo dela
Em descanso e apreciação das pastagens
Enverdecidas em um tom quase seco
Contemplativa com a própria solidão
Ou, espere […], solitude?
Almas raras não temem estarem a sós consigo mesmas
Elas temem estarem presas a um mundo de brevidades vazias.
O MENESTREL
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!Veronica Shoffstall
Nota: Trecho adaptado e adulterado do poema de Veronica Shoffstall. Poema escrito por Veronica Shoffstall em seu livro de formatura, sendo conhecido como "Comes the Dawn" ou "After a While". A versão original foi registrada em 1971. Aparece erroneamente atribuído a William Shakespeare.
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4.1 milUm dia a gente aprende a conviver com uns. E a sobreviver sem outros.Caio Fernando Abreu
92O tempo passa e um dia a gente aprende, hoje eu sei realmente o que faz a minha mente.Charlie Brown Jr
Nota: Trecho da música Senhor do tempo.
42O tempo passa e um dia a gente aprende, hoje eu sei realmente o que faz a minha mente. Eu vi o tempo passar e pouca coisa mudar.Chorão
20O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes.Cora Coralina
1.6 milCom o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça.Tati Bernardi
63A gente confia demais. Erra demais. Acredita demais. Quebra a cara.
Aprende. E depois, faz tudo de novo, achando que vai ser diferente!Tati Bernardi
43Os homens sempre perguntam se dói usar salto alto. Dói, dói sim. Mas nós mulheres aprendemos a suportar a dor sem cair. Mesmo quando o assunto não é sapato.Tati Bernardi
9Com o tempo a gente aprende a rir dos nossos tropeços.Caio Fernando Abreu
15Um dia a gente aprende que errar é bom, que rir faz bem, que fazer alguém sorrir é melhor ainda.
Um dia a gente aprende que dormir demais não é bom, que perder faz parte, que a mentira não compensa, e que o orgulho só te faz sofrer.
Um dia a gente aprende, aprende que a amizade não tem preço, que o amor é mágico e que ao se apaixonar, tudo torna-se perfeito, porém temos que lembrar que a perfeição tem defeitos, e que o tempo não volta, que oportunidades não podem ser perdidas, e que depois das tempestades aparecerá sempre a luz do sol, que o pra sempre terá um fim, e que o impossível não existe, que recordes existem pra ser batidos, pois é.
Um dia aprendemos que o nunca sempre terá um início, que os planos precisam ser tirados da gaveta um dia, que o passado é passado e que o viver é curtir, mas que o curtir tem seus limites.
Entre o Silêncio e o Sentir
Há algo em você que me toca sem palavras,
Um toque sutil que ecoa em meu ser.
Não é o olhar que diz, mas seu sorriso revela,
Um enigma que me faz querer entender.
Você, entre sol e chuva, caminha,
Com graça, com coragem, com um jeito único e encantador.
E eu, sempre distante, só posso observar,
O movimento silencioso do teu mundo.
Através da lua, como testemunha ocular.
Sei que o tempo não me pertence,
E que o momento talvez nunca chegue.
O amanhã só a Deus pertence, mas eu creio.
Em cada gesto teu, há uma eternidade,
Que, no silêncio, faz meu coração bater.
Não preciso de respostas, nem de palavras ditas,
Apenas do eco suave da sua presença, e seu cheiro.
Pois o amor que sinto, que é meu,
É a beleza de um desejo que jamais se apaga.
A verdadeira beleza é sutil, é delicada.
Na verdadeira beleza, não se força ser vista pois ela própria é espontânea.
Há quem acredita ser, a beleza, o fruto de nossos esforços e intervenções para "amoldar-nos" em certos padrões vislumbrado pela sociedade. Para isso, tenho uma definição: beleza artificial e mecânica.
Para mim, a verdade beleza, todavia, é tão somente, a expressão da essência do ser, daquilo que você realmente reflete e exala naturalmente...
