Suor Sangue A Lagrimas
Rastros de sangue
(Victor Bhering Drummond)
Deixei meu rastro carmesim pelas ruas
Sem feridas, sem desespero, sem drama.
Deixei meu rastro vermelho pelos caminhos.
Calma, não se preocupe,
Não estou de cama.
É apenas meu coração transbordando amor e paixão.
Facilitei as pistas para você me encontrar
Caso se perca por aí, na multidão.
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Cristo levou sobre a cruz
O pecado da humanidade.
Com seu sangue comprou
Essa nossa liberdade.
O homem não agradeceu.
Também não compreendeu
Essa oportunidade.
Vinho
que venha
o sangue tinto das vinhas
num cálice de bom espírito
pra que dores sejam breves
pra que fardos sejam leves...
e a cada trago tomado
que nos traga cores
aromas, tatos, sabores...
sorrisos & brisas, calma
um afago
lá nos refolhos da alma
também para que nos leve
e nos retome de volta
à essência incorpórea
que faz-nos sentir-se ser...
e termos
vicissitude de amores
na sensatez de torpores
preamares de prazer...
Tal tempo
são poças de remorsos à natureza prima
de sangue estagnado por dissipações
e sonhos esvoaçados de sujos vestígios
tristezas recorrentes à luz de involuções...
é o eterno que morre malsão entre os dedos
escolhas que convergem à insana escravidão
são dores, desencantos d'infeliz desejo
nos olhos que se atêm à própria escuridão...
e, de toda verdade, o cultivo insosso
dos muitos pesadelos qu'inda hão de vir
são pedras pequeninas por entre destroços...
medos que não dão trela d'alguém arguir
soluçam no vazio dum tal alvoroço
diz ser suma certeza que é chegado o fim.
É preciso ter muita coragem e "sangue frio" para enfrentar a roda dentada esmagadora do dia a dia e se manter firme até o dia D chegar.
A música é o ar que respiro... é o sangue que corre nas veias e a água que mata minha sede. É amor... é paz... é alegria... e felicidade. Com ela me deito e me levanto. Ela é um privilégio e o dom que Deus me deu. É o alimento que preciso para sobreviver...!
Deus me salvou e eu não tenho como negar
A promissória que Ele mesmo assinou com o seu sangue
Deus me chamou sem mérito algum
sem merecer
Sem sol, sem lua, apenas o sangue escorrendo em minha alma, assassinada por um amor não correspondido, sem sonho, sem desejo, apenas corpo, vazio, de alma, de sangue, de dor, de existência.
Viver uma vida fora do útero de uma mãe, sem uma luz ou uma sombra para seguir, sem a dor da existência, sem o medo da realidade, voltar a matriz energética do mundo, dissolver-me em átomos de dor e agonia, carbono e hidrogênio, oxidação explosiva, metano e enxofre, dissipar ao solo.
Não morrer e não viver, apenas não existir, não nascer, não querer, não poder, não...
Concentre-se, pra sempre, pra sempre, pra sempre, pra sempre.... Pra sempre, pra sempre, pra sempre... Eu acho você, em energia, energia, energia... Eu sei que você me sente, me sente, me sente... Eu te ajudo a achar o caminho, pra sempre, pra sempre, pra sempre...
SUPLICA DO AMOR
O sangue do amor
Pingou pelas folhas
verdes da esperança,
Gritando suplicas
Em pétalas
De dias torturantes.
Não é o vermelho desse sangue, nem a navalha que corta o músculo. Se teu coração é de ferro, o meu é de carne e dói em silêncio. Na tentativa de aliviar essa triste composição que a minha vida se tornou, de não saber fazer outra coisa além sangrar aos poucos...Conto os dias nesse feitiço do tempo. Às cores são cinzas e o sol da manhã sem brilho. Se eu olho pro mar é pra te lembrar, a lua me sufoca, mas as piores noites são as de céu azul quando uma Estrela Cadente me traz de volta o desejo que tento esquecer. O corpo treme esfarelado em pedaços pelo quarto, como as letras desse alfabeto, e meu coração só teima junta-las em um nome: ...
Quando ela ama, é a definição da palavra. Quando ela é amigo, é seu sangue correndo em outro corpo. Ela é sonhadora, quando faz planos. Quando ajudo, tenta não aparecer. Quando se calo, guarda a dor só pra ela. Quando fala, fala o que acredita. Quando ela não é suficiente, reconheçce... Assim te vejo, quando vejo além da beleza que és.
SER FELIZ ÀS VEZES!
Finalmente entre cinzas e sangue se levantou ele,
meio triste meio alegre viu abrir-se diante dele,
uma porta contestada, mas a todos destinada.
Enfim marchou ele, para onde tudo se acaba!
Soluços e lamentos,
todos foram bem ouvidos,
mas dele o silêncio,
era a canção em seus ouvidos!
Uma senhora em desespero,
suas mãos tentou alcançar,
mas por fim já era tarde, ele já não estava lá!
Quem por isso agora chora, não consegue compreender,
ser feliz as vezes é ...
... simplesmente não viver!
Dê-Me O Silencio
Dê-me o silencio
Não posso suspira
por mim mesmo.
Manchas de sangue
em bolhas de sabão.
Eu só queria está
sozinho sem um
coração nas mãos.
Ele não era como
eles, não era como
os outros.
Dê-me o silencio
para que eu possa
suspira.
Trate bem os inimigos.
Mais um dia de aula.
Sem férias eternas.
Almas dissimuladas.
Deixe-me sangrar.
Posso acreditar
no que você não
falar.
Escorre pelas cortinas
brancas.
Destranque o cadeado.
Liberte o pássaro.
Detesto o que amo em
mim mesmo.
Corvos no entardecer
dormindo ao amanhecer.
Dê-me o silencio ao
tratar a queimadura.
Não sou como eles
mas podia simular
os insimuláveis.
"Para de brincar com
a navalha." disse ele.
Andy preciso de você.
Me congele para que
eu não possa voltar.
Morrer na liberdade
da escuridão explicitar.
Vivo por mundo e o
mundo vive pra mim.
Não tenho alma tenho
Chamas, por isso
a liberdade me chama.
Seja quando for
Enquanto em meu pulmão houver ar
Em minhas veias o sangue circular
Pitica, vou te amar,
Não a mulher
Mas a pessoa que tu és
E Pitica sempre serás
