Suor Sangue A Lagrimas
Doando sangue para o inimigo?
O antídoto contra a raiva, mágoa ou coisa do gênero é o amor.
Uma pessoa de coração puro não cultiva ódio, rancor...
Só conhece a dor da morte quem a sente, e nesta hora da vida não há mais inimigos, não há mais nada!
Seu corpo passa a ser conduzido.
Doar é um dos gestos mais sublimes e receber na maioria das vezes quita-se uma dívida moral, portanto eu doaria, sim!
Ninguém será justificado pela lei de Moisés no pentateuco, mas somente pelo sangue derramado na cruz por Jesus Cristo de Nazaré.
A gente não nasce assim. Homem. É uma coisa construída e consolidada. Pela dor, pelas dificuldades, pelo sangue.
Reparou que em sua vida, cada vez que sangrou até a alma, sempre apareceram tubarões que sentiram o cheiro? Uns para lamber suas feridas e aproveitar o gostinho. Outros para tentar comer o que sobrou. Os piores são os tubarões sorridentes que sempre dizem que tudo vai ficar bem. Nunca vai. Cada mágoa impressa na alma é indelével.
Sou um ser humano que não tem sangue de barata, que respira fundo na maioria das vezes, que não aceita injustiça.
O GUERREIRO
Minha sina é guerrear
Defender minha nação
Nunca tive opção
Já nasci para lutar
Vivo só para matar
Cavaleiro de cruzada
Carrego a minha espada
Sangue na ponta da lança
Do inimigo na matança
Alma já dilacerada
"Já parou pra pensar na qualidade e na dimensão que é o nosso irmão Jesus? Pois ele chorou lágrimas de sangue e deu a vida pra nos salvar."
Angústia de Influência
A mulher e o toureiro
têm em comum o cheiro
de sangue no esmero da roupa
têm em comum a graça
com que transpassam
a besta com a capa e a espada
têm em comum o estro
poético do gesto antes da
morte, os olhos de martírio
o homem-fera
babuja a bainha da Valquíria
quando
o infinito
lavra no lacre
seu sinete:
a besta expira, atônita
diante da verônica
de Manolete
Vou lhe falar de um só Deus
Que mudará a sua vida
Numa cruz morreu
Doou o Seu sangue
Só pra curar as suas feridas
Tradição no Vale do Mucuri
O povo do Vale do Mucuri carrega no coração o sangue da liberdade; traduz a riqueza mineral em seu solo; a natureza viva; abundância hídrica de seus rios e cachoeiras; sua tradição de feiras culturais, de musicalidade, de artes, manifestações culturais de um povo frenético, homens de caráter inabalável, a beleza na literatura, nas ciências jurídicas, do talento e quimeras reais, gente humilde que brilha, que reluz, que impõe respeito e força de lutar em prol dos objetivos perseguidos.
Tua casa é onde tá teu sangue. Onde estão tuas irmãs. Aí é onde é tua casa.
Vivemos em tempos "sombrios", tempos de diplomatas duvidosos e de acordos de paz, assinados por mãos que estão sujas de sangue.
Durante meio século
A poesia foi
O paraíso do bobo solene.
Até que cheguei eu
e me instalei com minha montanha-russa.
Subam, se quiserem.
Claro que não me responsabilizo se saírem
Botando sangue pela boca e pelo nariz
Jovens
Escrevam o que quiserem
No estilo que acharem melhor
Já correu sangue demais por baixo das pontes
Pra continuar acreditando – acredito
Que só se pode seguir um caminho:
Em poesia tudo é permitido
Me sinto sucumbindo nesse amor, um vício venenoso que me dilaceraaos poucos. tenho sede desse sofrimento, como se so me sentisse viva quando estivesse sentindo essa angustia. Tal sadismo me mata. aos poucos não pertenço mais a esse mundo, aos poucos vou criando meu próprio mundo, um mundo obscuro,repleto de sangue, lágrimas e mágoas. Será que ele me ama? Não sei mais. Queria ter a certeza do seu amor, pois só assim voltarei a sorrir, quando ouvir de sua boca que me ama, que sou sua pequena e que ficaremos juntos; nesse dia, serei a pessoa mais feliz do mundo,meu mundo voltará a brilhar, encherá de borboletas e cores;até lá, até esse dia chegar, meu mundo parecerá cenário de uma guerra sangrenta.
Faminta por sangue
"Me levanto faminta por sangue
Quero saciar minha fome
Uma fome, que me traz solidão
Quero o coração dele para mim
Quando a noite entra
A minha fome aumenta
Meus "DEMÔNIOS" ficam a flor da pele
Pois a caça ao sangue começa
Saio como uma vampira pelos becos
Em busca de meu alimento
Sinto o prazer em minha caça
Ficaria com mais prazer
Se a presa que desejo cooperasse
Continuo sugando diversos tipos de sangue
Mas, o sangue que desejo foge de mim
Parece que não me deseja ou sente medo
Ele bem que poderia se jogar em meus braços,
como um inocente indefeso
Enquanto isso não acontece
Sigo em busca de sangue
Vou atrás do que sempre quis, sangue
Mas, nunca o de quem desejo
Sugo sangue de diversos tipos
Normalmente de almas impuras
Almas sujas
Que me trazem a solidão e o desejo por mais
Vou em busca da cura
Mas, a cura foge de mim
Podem me dar o mundo
Podem me dar o submundo
Podem me dar tudo
Pois nada me trará a felicidade que desejo
Uma felicidade falsa
É uma falsa vida
Para quê viver uma falsa vida
Quando posso me livrar de tudo isso?"
