Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
“Sou o que me tornei”, esta frase ficou em meus pensamentos, fiquei sentado na beira da mesa do escritório, olhando para ele enquanto dormia, refletindo acerca de tal sentença. Quantas questões por trás de tão poucas palavras! Se sou o que me tornei, então faço a mim mesmo. Se faço a mim mesmo,posso continuar fazendo. Se posso continuar fazendo, então para quê aprender a carregar a mim mesmo como se fosse um fardo pesado? Henrique, que ao mesmo tempo dizia fazer a si mesmo e estar insatisfeito, dizia não estar disposto a fazer algo diferente dele mesmo? Terá desistido de si próprio?Será que carrega um cansaço existencial que o faz aceitar ser o que é? Não será isso, também, uma espécie de morte? Fazer a si mesmo, tomar nas próprias mãos a tarefa de se tornar o que se quer ser –será, este também, meu lema"
Nasci feliz, estou feliz e serei sempre feliz.
O infeliz que pensa que eu não sou feliz, pois que se morda!
O mundo é de uma forma, Eu sou de outra forma, para que seja tudo em equilíbrio junte as duas formas e viva com equilíbrio e paz com o mundo
Para quem me julga mal... Sim, eu sou normal... Sinto tristeza, sinto alegria, sinto sede, sinto fome... E não sou perfeita nem nunca serei... Assim como ninguém é, então, não julgue os outros, se julgue...
"Sou meus quadros pintados com o material que deu pra ter, com a coragem de quem teve a arte negada; sou as músicas eruditas que invadem meus ouvidos à contragosto das classes que dizem que estas não são para mim; sou a literatura teimosa de um indigente, que pouco será lido, rejeitado pelo público em geral por não ser gênio e nem poder ser; sou a filosofia raivosa baseada em nada, diante de uma realidade irreflexiva."
KIZOMBEIRA DA RAÇA
Sou afrodescendente. Sou negra! Qual é? Sou negra de sorte!
Meus cabelos revoltos da cor do grafite, beleza da cor.
Já fui renegada. A dor da chibata já marcou demais.
Em lamentos de dor meu povo gemeu derramou muito sangue,
Nunca mais Ku Klux Klan! Vem Luther King lutar pela paz!
Apartheid jamais! Salve Desmond Tutu! Viva Mandela!
Sou livre e capaz! Tenho a força tenaz! Orgulho demais!
Ecoou as kizombadas na festa da raça ao som do tambor.
Eu sou da kizomba e da capoeira jogada que gira o corpo,
Que chuta bem alto com o canto de fé ao som do atabaque.
No ritmo do afoxé, do agogô eu sambo meu samba na ponta do pé.
De saia rodada, penduricalhos nos pulsos e canelas a chocalhar,
De pés descalços na areia da praia vou levar flores pra Dandalunda.
Com meu traje branco no candomblé só peço axé pros meus orixás,
Minha mãe é Oxum e meu pai é Ogum a força da fé.
Eu como abará e acarajé com dendê. Feijoada rapaz! Com pimenta é demais!!
É dia de festa da nossa cultura com sol ou com lua, vale até chuva.
Povo afrodescendente formando um arco-íris bonito demais!
A minha mãe África está bem aqui! Vem pra cá kizombar!
Deixa de dengo! Vem pro batuque ganhar cafuné.
"Muitas vezes sou tomado pelo pensamento de que a poesia e a literatura não me servem de nada, que meus textos são pura insignificância e perda de tempo.
E é logo após tal pensamento que mais me ponho a escrever. Primeiro rejeito a mim mesmo, depois rejeito minha própria rejeição. Sem escrever, não sou. Se não pudesse escrever para fora de mim, o faria dentro de minha própria cabeça."
Amar deveria ser o sentimento mais puro, quando amamos a pessoa errada doe muito. Não sou uma pessoa que acredita em amor verdadeiro, talvez nem exista esse tal amor. Se tudo passa de atração física, a gente só estava se iludindo, uma hora vai parar com isso e vai aprender uma lição... O nós pode acabar, mais se for verdadeiro durará para sempre e esse sempre pode ser um mês, um ano. O para sempre pode durar pouco tempo, mas se o amor for grande suficiente pra você, esse pouco tempo se tornará muito...
Se tenho fé
Então tenho também esperança.
E se espero tenho paciência.
E se sou paciente.
Recebo na hora certa.
Eu sou nova nisso. Não tenho muita experiência de vida. Talvez precise da sua ajuda pra umas coisas. Quero dizer, ajuda não. Sou uma mulher forte. Não preciso da sua ajuda. Não é uma superajuda. Só uma ajudinha de nada.
Sou ventania forte,
firme em meu norte,
dona do meu querer.
Há tantos sigilos em mim,
meu todo é inesgotável.
Eu nunca aceito esmolas,
quebro grades de gaiolas.
Costumo me repaginar,
tenho o dom de ressurgir
pós-morte,
de modificar minha sorte.
Sou fogo incandescente,
livre e intensa como fênix.
Pedaço de estrela caída ao chão.
E cada um terá de mim uma versão.
Eu sou calmaria, as vezes furacão.
Sou chuva serena, as vezes tempestade.
Sou brisa leve, as vezes tornado.
Sou mar calmo, as vezes revolto.
Minhas oscilações são como os fenômenos da natureza que ocorrem na maior parte das vezes sem um aviso prévio. Deixam marcas, mas sempre trazem algo de bom consigo.
ᕈOṈΓO DE ҒUGΔ
A minha objetiva sobre o mundo...
É a do agora.
E agora sou tudo o que me rodeia.
Enquanto vejo o que me rodeia,
A minha consciência rasa,
Extravasa,
Rasga,
E a minha recompensa
Não me é mais recompensada!
A meia-vida não se atinge
E a dose mínima,
É SUB dosada!
- Porque te cinges resignada?
Enquanto não atinjo respostas,
A recompensa jamais será recompensada.
A forma fora de estado,
Transforma-se num gume fino,
Para aqueles que odeiam estar em nenhum lado.
O gume fino não se coíbe,
Do que lhe cabe,
Da pressão que sabe,
Nem do sabor que vive!
A voz não diz!
Vive muda nesse estado.
O gume fino,
Aproveita deste lado,
Para esventrar o ego e tudo o que o vicia.
Atravessa a dura-máter
E acontece algo que eu não queria!
Leva-me o escalpe para servir de assas
E faz voar a fantasia.
Perspetiva renascentista,
Na tábua rasa,
Sem locomotiva que lhe resista!
Sou o humano a olhar para mim.
Nádir chamado pelo zénite.
Equinócio de outono enquanto o dia chega ao fim.
Sobrado plano sem louvor,
Derramado no ofuscante branco,
Sem vida nem amor.
Milmiun, onde um braço estendido e forte,
Aguarda pela minha sangrenta morte.
Explosão de plasma,
Luz que pasma,
Ao som da escuridão!
Lírico poético, quê cético,
De uma morte perpetrada sem razão.
Faço uma viagem ao contrário,
Vejo a granulometria da areia
E atravesso o ferro do pilar pra meu calvário!
A gravilha da estrada,
Outrora calcário sedimentado,
Mora agora no sobrado,
E nas fistulas do betão curado.
E eu só...
Sem que alguém tenha dó,
Sinto-me purgado.
Dos males de mim!
Dos bens de mim!
Tal como o malmequer depois de desfolhado.
Sou despido de tudo o que me rodeia.
Ser humano sem sentimento... desnudado.
Fotão de luz em busca do passado.
Vejo partir o que me rodeia.
Das pétalas sou afastado!
Livre do pecado e da maldade,
Sinto que a vizinha de cima,
Não me viu passar, ainda assim sei
Que lhe perturbei o fumo exalado.
Que lhe apaguei o cigarro,
Que ela ainda não tinha acabado!
Vou deixando este mundo,
Pra viver num mergulho profundo!
Agora que não sinto,
Nem o mundo é só o que me rodeia.
Já não são apenas as paredes do meu quarto,
Nem o enxergão de palha em que me deito farto!
Deixo de ver o segundo
E nesta vista altiva,
Sou a perspetiva estendida,
Sou o corpo de massa zero,
Mínimo, mero, não mais tenho o que quero.
Vejo tudo o que temi!
Vejo tudo o que um dia vivi!
Vejo o elefante morto!
Vejo o homem que o matou!
Vejo a indignação de quem o viu morrer!
Vejo quantos o julgaram!
Mas já não vejo maldade.
E quanto mais longe estou,
Menos vejo a desigualdade.
Não mais sinto o desejo,
De mudar a realidade.
Viajo na espiral do vácuo,
Sem que o meu sangue entre em ebulição.
Sei que ele ficou derramado no sobrado,
Onde já não estou, onde de tão longe nem vejo.
Mas não deixo de sentir a sensação,
Do cordão que me liga à Mãe,
Que dança em orbita com o gigante Pai...
Uma valsa equante!
Da qual eu sou cada vez mais longe...
Menos cavalgante…
Mais distante…
Mas não de pensar.
Ainda há existência em mim!
Ainda há um subconsciente no vácuo sem fim!
Só não sinto mais as fronteiras que nos protegem,
Nem sentimentos de ódio de quem mal me quer.
Não deixo de amar todos aqueles que nos regem,
Os iguais a eu...
Continuo a sentir o púlpito de vida!
A cultura!
Inflação!
A subida!
O bordão!
Porque não sei pra onde vou...
Porque não sei onde estou, nem o que diga!
Continuo a crer na menina escura.
Brilhantes iris sem deferente no oposto equante,
No Ser Humano sem agrura.
Continuo a crer!...
Que não há Humanidade sem transumância,
Que não há bom nem mal,
Nem mundos sem distância.
E daqui do longinco celestial,
Mais perto do zénite,
Do escuro do dia que chega ao fim,
Perto do ofuscante branco
E do braço forte que espera por mim,
Recordo as palavras do épico.
Pragmático poético também ele.
"quê cético"
Longe da jornada de onde eu vim
TU és o outro universo, verso do inverso
dentro do verso que há mim!
And I see the "Pale Blue Dot"
Teu chamego.
Ou meu denguinho
Não tem medo não
Sou tua pretinha
Tua inspiração.
E que eu gosto
De muito chamego
Arrepio la no peito
E muita paixão.
Vamos fugir
La pro escurinho
E ficar agarradinho
Não se avexa não
Bem coladinho
Vou te dar beijinho
Te prender no meu carinho
Ser teu coração.
Nesse instante sou capaz de sentir a própria distância retraindo-se para longe desse dia que reflete um amarelo em faíscas, involuntariamente. Seu rosto me chega como aquelas nuvens que agora aproximam a vontade de ficar mais um pouco e, de repente, são nos seus olhos que eu paraliso, são seus olhos que trazem a tranquilidade do dia e me exterioriza para perto de você. Vamos ver se alcançamos o tempo e pegamos a distância distraída, assim devassamos essa saudade e vislumbraremos os domingos futuros. Vou sair na chuva e cantar aquela canção para você me ouvir e quando abrir as janelas para o dia entrar feche os olhos, pois te mando fogo no vento, te mando esse amarelo em círculos dourados para alegrar o seu dia.
Eu sou feia sou estrago as coisas sou ridícula iludida meninos machucam meus sentimentos sou uma péssima filha pessima amiga péssima Ficante choro quase todo dia descobri que fui corna meu Ficante que eu amava tanto pego minha amiga quando estava comigo sou uma pessoa isolada
