Sou porque tu Es Pablo Neruda

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Eu sou sonâmbula, sabia?
É por isso que eu durmo de sapatos.

Sou a madrinha mais feliz do mundo por ter uma afilhada linda como você. Te amo!

Sou fundamentalmente otimista. Se isso vem da natureza ou da criação, eu não posso dizer. Parte de ser otimista é manter a cabeça apontada para o sol, os pés se movendo para frente. Houve muitos momentos sombrios, quando minha fé na humanidade foi duramente testada, mas eu não iria e não podia me entregar ao desespero. Dessa forma, se estabelece a derrota e a morte.

Não importa o quão estreito seja o portão e quão repleta de castigos seja a sentença, eu sou o dono do meu destino, eu sou o capitão da minha alma.
(Nelson Mandela)

⁠Isso é estranho pra mim, ter alguém que não sou eu. Você me enxergou, me ouviu, sorriu para mim, comeu comigo, manteve sua promessa mesmo sem termos um contrato e me protegeu. O tempo todo você esteve ao meu lado. E eu tinha você ao meu lado.

Não sou uma pessoa de muitos amores, então gosto de reciprocidade. Dei minha última cartada, a partir de agora apenas espero ou desapego, depende de como vem.

Tento ser uma mulher, mas sou uma menina. Tento ser simples, mas sou complicada. Tento ser resolvida, mas sou mal resolvida. Tento sentir dor, mas não consigo. Tento sorrir, mas também não quero. Tento ser o que eu não sou, não sou feliz completamente mas também não sou triste intensamente. Sobrevivo contando os dias, mas odeio o relógio. Sou confusa. Guardo nossa história em uma caixa de madeira, com um cadeado rosa que há impressão que lá, ela estará segura, bom, pelo menos, por enquanto.

De simples janelas
Vejo requintadas paisagens
Sou cinegrafista de caminhos
A captura de poesia.

⁠Autorretrato em Palavras

Sou intensa, profunda e sensível. Carrego dentro de mim uma força que resiste, mesmo quando o peso das emoções tenta me soterrar. Vivo em uma busca constante por significado — questiono o mundo, a mim mesma, minhas escolhas, minhas dores, minha fé e as falhas humanas que me habitam.

Sinto tudo em excesso e, por isso, reflito sobre tudo. Tento compreender a vida além da superfície, mesmo sabendo que nem todos estão dispostos a mergulhar tão fundo. Busco conexões genuínas, verdadeiras, que muitas vezes parecem raras.

Carrego em mim uma mistura delicada de vulnerabilidade e resistência. Deixo pedaços de mim em palavras e imagens, porque desejo que algo de minha alma permaneça. Quero acertar, mesmo quando me perco nesse desejo.

Talvez seja essa busca incessante por sentido que me define: uma tentativa de compreender a mim mesma e ao mundo, sem jamais deixar de ser humana — profundamente humana.

O Lar que Carrego


Não sou ponte para todos atravessarem, nem porto seguro para cada vento.
Meu caminho se mede em detalhes, e é nos detalhes que alguém se aproxima ou se perde.
Há quem tente pousar sem perceber que não me posso dividir; sou inteira, como rio que não aceita leito pela metade.


Entrego-me aos que vêm com coragem de tocar a profundidade, de sentir o invisível no silêncio de um olhar.
Minha presença não é apenas companhia, é chão e abrigo, sombra e luz, algo que se reconhece e se respeita.


Não se prende quem me encontra, mas se escolhe quem se atreve a navegar meu território de leveza e paz.
Quem insiste sem ver, desvia; quem entende, permanece.
Não carrego culpa nem fardo, carrego lar—porque lar não é lugar, é essência, e minha essência é rara.


E aqueles que merecem meu tempo, meu riso e meu abraço, sabem: o paraíso não se dá, se descobre.

Eu sou uma construção de algo tão genuíno
que não sei onde me encaixar como peça.
Aonde abrirei espaço neste quebra-cabeça chamado vida?
Se faço parte dele, por que me deixas tão solta,
a ponto de sentir que não me encaixo?


Será que é porque ainda estou em construção
e minhas arestas não têm forma definitiva?


De fato, um dia estarei completa,
com estrutura firme e forte,
a ponto de me encaixar e encontrar a perfeita completude.


Mesmo genuína, buscando acertar,
ainda tropeço em meus próprios erros e medos.


Medos que me impedem de tentar,
até mesmo de errar ou de aceitar.
Eles me travam, me bloqueiam,
tomam minha mente e me conduzem
a lugar nenhum.


Será que, para me encaixar,
preciso me quebrar tantas vezes
até caber em formas
que talvez nunca foram feitas para mim?

Pensam que sou louca, mas loucura mesmo é acreditar que o certo é viver calada, engolindo o que dói, fingindo o que não sou. Minha lucidez está em me permitir sentir — e isso, poucos entendem.

Sou um pedinte perdido no vale sombrio, lugar onde meus sonhos são assombrados por abantesmas que brotam de minha mente conturbada.

Não Negan, eu não sou retardado.

⁠— ⁠Ele disse que era vontade de Deus, mas você não é Deus
— Não, eu não sou Deus... Ainda não.

Bem, eu não sou uma pessoa legal.

A grande diferença entre você e eu é que eu sou mais eu. Sou mais atenta, mais sincera, mais amiga, mais educada, mais presente, eu sou mais eu.
E, em sendo mais eu, não quero mais você.
Não quero migalhas, choro, lamúrias, só não quero mais você. Você que não aprende, não cresce, não anda ao lado, e precisa estar em várias janelas pra se sentir mais você. Você que não se reconstrói, não luta, não se mostra verdadeiramente, não sabe se dar, não sabe amar, não se apega e não é grato. Você que se aproxima só quando precisa e tenta sugar e sugar e explorar. Chega de desculpas esfarrapadas, de mentiras, chega da ilusão de sentimentos, de pensamentos, de mesmice, de pedidos, chega de você.
Sigamos nas nossas vidas, sonhos, ideais, mas em rumos diferentes, cada um rumo ao que se sonha. Eu sonho ser melhor, ser mais, não preciso de você.

Gosto de ser um espírito livre. Alguns não gostam disso, mas esse é o jeito que eu sou.

⁠Eu sou um homem de um livro só: a bíblia.

Eu vou me machucar de qualquer jeito. Não é melhor ser quem eu sou?

Sex Education
1ª temporada, episódio 7.