Carl Rogers

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Ser empático é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo refletido nos olhos dele.

Por aprendizagem significativa, entendo , aquilo que provoca profunda modificação no indivíduo. Ela é penetrante, e não se limita a um aumento de conhecimento, mas abrange todas as parcelas de sua existência.

O único homem que se educa é aquele que aprendeu como aprender: que aprendeu como se adaptar e mudar; que se capacitou de que nenhum conhecimento é seguro, que nenhum processo de buscar conhecimento oferece uma base de segurança.

Não podemos mudar,não nos podemos afastar do que somos enquanto não aceitarmos profundamente o que somos.

Descobri que sou mais eficaz quando me posso ouvir a mim mesmo,aceitando-me, e quando posso ser eu mesmo."

Compreensão empática é a [...] capacidade de se imergir no mundo subjetivo do outro e de participar na sua experiência, na extensão em que a comunicação verbal ou não verbal o permite. É a capacidade de se colocar verdadeiramente no lugar do outro, de ver o mundo como ele o vê.

A "vida boa" é um processo, não um estado. É uma direção, não um destino.

O paradoxo curioso é que quando eu me aceito como eu sou, então eu mudo.

Carl Rogers
ROGERS, C. On Becoming a Person: a therapist's view of psychotherapy, Nova Iorque: Houghton Mifflin, 1961
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A experiência é para mim a autoridade suprema.

Carl Rogers
ROGERS, C. On Becoming a Person: a therapist's view of psychotherapy, Nova Iorque: Houghton Mifflin, 1961.
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Quem nunca mudou com o tempo??
Aos poucos você vai deixando
de escutar certas pessoas,
vai selecionando as músicas que ouve,
muda a sua maneira de vestir-se,
não se importa com as opiniões
de quem não te acrescenta em nada,
adquire mais habilidade para tratar
assuntos de seu interesse,
escolhe os livros que lê
com mais sabedoria,
exige mais para você
para seu bem estar,
e conquista a desejada
auto-suficiência.
Isso chama-se evolução,
sim, evoluir é crescer,
evoluir é saber viver...

Aceitar-se a si mesmo é um pré-requisito para uma aceitação mais fácil e genuína dos outros.

Curioso paradoxo: Quando me aceito como sou, posso então mudar.

Sinto-me mais feliz simplesmente por ser eu mesmo e deixar os outros serem eles mesmos.

O ser humano possui um importante valor... Por mais que o rotulem e o avaliem, ele continua sendo, acima de tudo, uma pessoa.

A vida, no que tem de melhor, é um processo que flui, que se altera e onde nada está fixado.

A experiência dos outros não me serve de guia. Apenas uma pessoa pode saber se eu procedo com honestidade, com aplicação, com franqueza e com rigor, ou se o que faço é falso, defensivo e fútil. E essa pessoa sou eu mesmo.

Percebo que se fosse estável, prudente e estático, viveria na morte. Portanto, aceito a confusão, a incerteza, o medo e os altos e baixos emocionais, porque esse é o preço que estou disposto a pagar por uma vida fluida, rica e excitante.

Um elemento que mantém as pessoas fechadas em sua solidão e a convicção de que seu eu real - o eu interior, o eu escondido dos demais - é um eu que ninguém poderia amar.

Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu fosse alguma coisa que eu não sou.

Minha filosofia é simplesmente ser eu mesmo, e deixar a outra pessoa ser ela mesma.

A vida plena é um processo, não um estado de ser.

Não podemos ensinar a outra pessoa diretamente; só podemos facilitar sua aprendizagem.

Quanto mais um indivíduo é compreendido e aceito, maior tendência tem para abandonar as falsas defesas que empregou para enfrentar a vida, e para progredir num caminho construtivo.

Por ter menos medo de dar e receber sentimentos positivos, tornei-me capaz de gostar das pessoas.

Pouco importa que o estímulo venha de dentro ou de fora, pouco importa que o ambiente seja favorável ou desfavorável. Em qualquer uma dessas condições, os comportamentos de um organismo estarão voltados para a sua manutenção, seu crescimento e sua reprodução.