Sou porque tu Es Pablo Neruda
sou apenas uma flor
sobre um passo do Armagedom,
simplório seja meu sentimento
além do caos o sonho de paixão,
esquecido num momento
abraçado na solidão,
para o que sonhar alem do viver?
singela flor que se dissipou
nos ventos que sopraram
sem rumo para vaidade através do sussurro
de teus lábios a nudez que implora por amor.
crescente na decadência tão atroz,
responsável por meras parábolas,
sorrisos presente num vazio ausente,
simples atenuantes para o julgo o fel,
perdições do prazer do expresso,
sentimento agonizante...
por mais que queira
as sombras...
tem seu ardor da sua paixão.
Não sou de pedir socorro atravesso tudo sozinho. Só peço socorro depois de checar todas as alternativas viáveis. Quando percebo que não há, daí peço ajuda. Tão certo que só existe uma pessoa que irá me socorrer, nEle confio.
É VERDADE:
Não faço provérbios.
Crio verbos.
Não tenho talento.
Eu invento,
mas não sou como você,
porque EU tento.
Será que sabe entender?
Solta meu braço
A vida é minha o que quiser fazer eu faço
Abaixa o tom de voz que não sou surda, não
Nem perde o seu tempo dando explicação
Sou um anjo sem asas
Sou um deus dentro de mim
Sou amor sem limites, sem ponto e vírgula, sem fim
Sou quem não tem medo de sentir
Sinto
Vou
E fico.
Acho engraçado quando acham que eu, ao escrever coisas boas, sou bom também. Nunca leram livros de história?
Às vezes sou mistério.
Mas às vezes deixo de ser, por querer me mostrar para o mundo, me ecrevendo em forma de desenho, antigo.
Se apaixonar não é crime o único crime cometido é de ter sempre vontade de roubar um beijo seu sou o suspeito de abraçar lá e fazer você minha refém de um cativeiro de amor.
Sou verdadeiro e represento nosso mundo inteiro! Um descendente mandingueiro, vezes encrenqueiro!
Voando baixo, maloqueiro, sei que ela gosta! Bem-vindo ao jogo, desafio! Faça sua aposta!
Eu sou meu próprio Deus, meu próprio demônio
Eu sou responsável pelas minhas conquistas e o único culpado pelos meus erros.
Que tipo de pessoa eu sou ou quero ser?
Aos olhares, como serei julgado?
Como serei compreendido?
Será que, no fim, eles entenderão?
Quem, de fato, sou?
Num mundo dimensional onde concebo e percebo uma pedra, e não acredito que ela tenha alma, eu sou a pedra.
