Sou Complexa Definir
Eu sou o inferno
E ao mesmo tempo
A porta do paraíso
Abrir-me-ei inteiramente
Para que você entre
Com toda vontade
Em meu ser
E desfrute de tudo
O que eu tenho
Para te oferecer
Principalmente do fruto do pecado!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Se eu determinei
Que sou rainha de mim
Tenho que eu mesma
Construir meu castelo
À altura da minha inteligência
E mais ainda da minha moral
Para que eu fique
Humildemente posicionada
Sem atrapalhar a existência
De ninguém
E evoluir como todo mundo
Tal é a lei divina
E a minha lei é
Doe-se
Ao invés de
Se doer!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Você é girassol.
Eu sou beija-flor.
Você é meu sol.
Eu, o Arpuador.
Você é norte.
Eu sou sul.
Você é destino.
Eu sou acaso.
E, por acaso,
nosso destino
é ser amor.
Não deixo as agruras da vida me derrotarem, porque sou mais forte que qualquer acontecimento por mim rejeitado.
Meus olhos têm cor de aquarela
Têm formas assimétricas
Fitam direções opostas
Refletem quem sou
O espelho me limita
Me padroniza
Me consome
Me sufoca
O horizonte traz a minha paz
Traz o brilho dos meus olhos
Pluraliza os meus olhos singulares
Eu sou um predador e dentro do meu corpo estão os meus, à espera que o meu corpo morra para me comerem a carne e me deixarem os ossos.
Eu me refiz em cada olhar que me devastou. E hoje eu sou inteira porque eu soube me recompor. Não sei de onde tirei forças para te esquecer mas eu te esqueci como se esquece aquela história de amor dos livros que só se lembra quando lê o resumo.
E o nosso resumo
Eu não quero reler.
Eu fechei o nosso capítulo, virei a folha e escrevi uma nova história onde eu agora me amo apesar de tudo. A angústia ainda existe mas no silêncio dessa casa eu aprendo a viver
Com ela
Todos os dias
Mesmo pensando
Que talvez você possa
Atravessar essa porta.
E voltar em qualquer momento, nem que seja para bagunçar outra vez tudo que coloquei no lugar. Onde todo o cortiço que eu chamo de lar tem seu nome.
Escrevi você na memória
Por onde eu ando eu te chamo
E eu vou superar
Outra vez
Como todos os dias eu faço
Pra esquecer você...
Não sou de jogar fora. Muito pelo contrário, sem muito bem onde posso ou não entrar. E se entrar em você é perigoso amor eu adoro diversões.
“Pois muito bem... cavalheiro que sou, como resta evidente, adorarei andar de quatro atrás de ti, pois sei que amazona que és, estarás sempre disposta a me cavalgar. Todavia, vale dizer, que cavaleiro já até fui... confesso... mas hoje prefiro ter a companhia buliçosa de uma bela dama cavalgadora como você a uma claudicante e espaventada cavalgadura qualquer”.
Sou uma pessoa vazia,
Que ninguém consegue
Entender
Minha família não entenderia, se eu tentasse explicar, meus amigos me abandonariam se entendessem onde quero chegar.
Mas eu sei que isso não vai acontecer, já que nem eu consigo me entender.
Se estou com saúde ou enfermo; glória ao Senhor! Se sou odiado e perseguido; glória ao Senhor! Se me difamam e humilham; glória ao Senhor! Se tudo saiu do controle; glória ao Senhor! Louve ao Senhor em todo tempo. É através das adversidades que podemos ver o agir de Deus, as quais cooperam para o louvor da Sua glória e para o nosso bem.
O meu amor próprio não me abandona nunca; Eu sou muito apaixonado por ele, e ele também por mim; Eu sou meio que narcisista, eu me amo.
Queres saber quem sou?
Eu sou tu, se tu fosses eu
Sou tudo aquilo que deus não me deu
Sou aquele que ninguém abraçou
Eu sou quem o diabo esqueceu
Queres saber quem sou?
Eu sou quem respira debaixo de água
Sou aquele que dá vida
Em troca de mágoa
Queres saber quem sou?
Sou o cobarde que nunca viveu
Aquilo que a vida não me deu
Queres saber quem não sou?
*O muro*
O muro, se eu pudesse falar, diria:
Sou uma tela em branco.
Sou o lugar do artista e suas ideias
Não separado, interajo.
Não julgo, suporto.
Sou parado no tempo, mas através de voce, posso registrar esse tempo.
Pode pintar, descrever, se expressar.
Estou ali para ser a arte e não para ser o desgaste.
Não pertenço, sou de todos!
Do branco, do índio, do negro, do rico e do pobre, dos homens, das mulheres, enfim, de todos os seres.
Quando branco, sou sua mente, vendo a imagem sendo criada. Quando as tintas do grafite me permeiam, sou a ARTE, única. Sou a vida, que poeticamente se desnuda.
O muro disse o que sentia. E agora ele pertence a todos nós!
