Sonho texto
Que tua luz
Não te venha de dentro
Não te seja um alento
Que não seja um sonho possível
Que tua luz
Se puder
Nem ao menos visível ela seja
Veja
Que o destino da luz
Há de ser eternamente
A escuridão
Que tua luz seja clareza
Traduzida em pensamentos
Gestos
Coração sempre sincero
E que você seja um só
E pra sempre sendo um só
Seja um sonho impossível
Conjugado no imperfeito
Porque
Quando um dia
No pretérito estiver
Tua luz ilumine melhor
Por não ser esse tipo de luz
Que se passa e que é veloz
Mas que fique
Depois que tudo mais
Tiver ido e passado
Mais depressa que a luz.
Edson Ricardo Paiva.
O sonho...a dor
O sonho saiu
Numa noite de frio
A dor o seguiu, por amor
Companheira de jornada
Na chegada e na partida
Partiu por sonhar
Toda dor também sonha
E todo sonho tem lugar guardado
Para a dor parceira...e ela chega
Em cada coração que um sonho abriga.
Todo bom sonhador
Tem no peito o sonho...a dor
Cada qual do seu lado
O sonho é perfeito
A dor é dor
Não faz mal
Sonho bom foi feito para ser sonhado
E quando não der certo
O sonho sonhador e a dor, eterna amiga
Estarão sempre por perto
Sonhador que é sonhador...nem liga.
Edson Ricardo Paiva.
Pétalas.
Pétalas
Todas elas
Lado escuro
entristecido
Sonho que se sonha
e não se quer sonhar
Uma voz, melancolia
Qual de nós será que não queria
Voar, às vezes
Pétalas que tocavam
Me tocavam em meio a ventania
Um dia veio a tempestade
Só pra carregá-las
Pétalas que amanheciam
Belas, todas elas
Doces pelo orvalho, a noite
O dia trouxe abelhas
Noite trouxe sonhos que não eram
Eram sonhos que se sonha
e não se quer sonhá-los
Como velas apagadas
Vê-las mais de perto
Lágrimas choradas
Todas elas
Pétalas, aquelas
Que tanto nos tocavam
Hoje elas se foram
Uma voz, melancolia ecoa ao longe
Um longe, ontem tão perto
Hoje, coração desperto
Sonhos que sonhamos
Longe de onde estamos hoje
Tanto faz
Pétalas que nos tocavam tanto
Por mais que as procuremos
Não as temos
Não me tocam mais.
Edson Ricardo Paiva.
O SONHO QUE NÃO SE ENCERRA.
“Sonho realizado é somente aquele que se continua sonhando”.
Há sonhos que se quebram ao tocar o chão da conquista.
Outros morrem no instante em que recebem nome e forma.
Mas há um terceiro tipo mais antigo mais raro mais verdadeiro.
Aquele que não se satisfaz com o cumprimento.
Aquele que continua.
O sonho autêntico não busca conclusão.
Ele aceita o cumprimento apenas como passagem.
Realizar não é fechar.
É aprofundar.
Não é possuir.
É permanecer fiel.
Quando o sonho continua sonhando ele se torna caminho.
Já não depende de aplauso nem de resultado.
Ele respira no espírito como vocação silenciosa.
E transforma o viver em obra em vez de troféu.
Psicologicamente esse sonho amadurecido recusa o vazio da chegada.
Ele compreende que o sentido não está no fim mas na constância.
E que só permanece vivo aquilo que se renova no desejo consciente.
Sonhar assim exige coragem antiga.
A coragem de não declarar vitória.
De não encerrar o mistério.
De seguir adiante mesmo depois da realização.
Porque somente quem continua sonhando honra o sonho.
E faz da própria existência um gesto contínuo de fidelidade ao que chama por dentro.
E jamais se cala.
O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."
O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."
Ausente, diferente
Nada é tão implacável agente
Como um sonho derramado.
Aquele que soltas, mas esta amarado.
Aquele que foges, mas te persegue.
Aquele que evitas falar, mas alguém fala e segue.
Aquele que esqueces, mas alguém te lembra.
Aquele que parece preto e branco, mas não é zebra.
Você entrou na minha vida e plantou a sua haste,
Você mudou de direção e foste para o leste.
Será que virá algum pirata para roubar essa lembrança de mim?
Acredite, se isso acontecer será o fim.
O fim de uma presença como a ferra.
O fim de uma era, fértil como a terra,
Onde chovia, onde plantar e colher
Era um dom, já não quero sofrer.
A Lua é a musa do poeta
Mas, a sua fiel companheira se chama Solidão.
A Lua é a dama do sonho deste cavalheiro.
Ela vem à noite de mansinho,
Feitiça ele com carinho,
E quando ela não aparece;
Ele dorme com saudade da sua bela.
A Solidão nunca lhe abandona.
Permanece quando todos vão embora,
Está na sua mão agora e toda hora,
Ela é persistente, não desaparece;
Ele só encontra a paz quando foge dela.
A Lua é complicada,
De tempo em tempo muda o seu semblante.
A Solidão sempre estável;
Tão sem graça, que nem sabe ser amante.
É a Lua, divina e perigosa,
A musa deste pobre poeta,
Cheio de ilusão.
Porém sua companheira,
Aquela amargosa;
Sempre será a Solidão.
O sol se despede devagar,
tingindo o céu de ouro velho e sonho.
As nuvens, douradas, flutuam no horizonte,
e as sombras se esticam, preguiçosas.
O vento sussurra histórias antigas,
o dia se inclina, entregando-se à noite.
Tudo se banha em luz morna,
como um abraço que aquece a alma.
E ali, parado, contemplo o milagre,
uma obra que não pede aplausos.
Só o silêncio basta,
porque o ouro velho fala por si.
Felicidade Surge em pequenos gestos, como um sorriso, uma boa companhia ou a realização de um sonho.
É uma escolha diária de ver a beleza no comum, valorizar o que se tem e estar em paz consigo mesmo.
Ao longo desse caminho, aprendemos que a felicidade não é algo a ser alcançado ao final, mas uma construção diária de escolhas,
Buscar a felicidade é, acima de tudo, aceitar que ela é um caminho a ser apreciado em cada etapa.
A felicidade está nas pequenas coisas: nos detalhes que muitas vezes passam despercebidos
Ela mora em um abraço apertado, em um café quente em uma manhã fria, no cheiro da chuva e no sorriso de quem amamos.
Está no prazer de realizar algo simples, na tranquilidade de um fim de tarde, ou no som de uma risada espontânea.
Quando aprendemos a enxergar o valor desses momentos, percebemos que não é preciso esperar por grandes conquistas ou acontecimentos para ser feliz.
A felicidade, na verdade, está presente em nosso dia a dia, basta desacelerar e abrir o coração para essas pequenas maravilhas.
Ficar perto de você me deixa louco, como se cada momento ao seu lado fosse um sonho que não quero acordar. E não estar perto de você? Ah, isso me consome ainda mais, pois a saudade se torna um fogo que arde, mas não se apaga.
É uma dança entre a presença e a ausência, onde seu sorriso é a melodia que embala meu coração, e seu olhar é a luz que ilumina meus dias mais sombrios.
Você é a tempestade que agita o meu mar e a calmaria que acalma o meu porto.
Estar contigo é perder-me para me encontrar; é um doce devaneio do qual não quero acordar. E mesmo quando estamos distantes, seu amor me faz companhia, pois você está sempre presente, mesmo quando não está.
ALMA DORMINDO SEM SONHO, ACORDADA OU SONHANDO, CONSCIENTE, AUTOCONSCIENTE E INCONSCIENTE!
Alma Dormindo sem Sonho é aquela que não está em nenhum grau de funcionamento!
Alma Acordada ou Sonhando é aquela que está em algum grau de funcionamento invisível e ou visível pelo movimento do seu Corpo!
Alma Consciente é aquela que tem alguma visão ou percepção da Realidade Interna e Externa do seu Organismo!
Alma Autoconsciente é aquela que tem alguma visão ou percepção de si mesma como Entidade distinta da Realidade Interna e Externa do seu Organismo!
Alma Inconsciente é aquela que não tem visão ou percepção da Realidade Interna e Externa do seu Organismo!
Uma Alma Acordada ou Sonhando pode estar Consciente ou Inconsciente!
Assim, as palavras Consciente e Inconsciente aplicam-se apenas à Alma Acordada ou Sonhando, mas não à Alma Dormindo sem Sonho!
UM SONHO, UMA REALIDADE
Um sonho, uma realidade.
Uma estrada avermelhada, marcada por passos e esperanças desfeitas.
Um caminho com cerca, dividindo sonhos e territórios inalcançáveis.
Uma festa acontecendo, onde risos mascaram o peso das histórias ocultas.
Um homem na ponta da mesa, carregando nas mãos os destinos de muitos.
Uma barreira de soldados, firmes como estátuas,
mas com olhos cheios de dúvidas e corações pesados de memórias.
Um obstáculo superior, uma sombra que desafia
a coragem de quem ousa seguir em frente.
Uma cadeira pura, vazia, esperando aquele
que não teme ocupar seu espaço.
Um vazio no horizonte, preenchido pelo silêncio
das despedidas e das promessas não cumpridas.
Uma família distante, conectada por fios invisíveis
de saudade e esperança.
Um homem que pensa, imerso em seus erros e acertos,
entrelaçado com seus próprios sonhos.
Uma atitude sincera, aquela que brota
quando não há mais máscaras,
somente a verdade.
"Distante"
Tão distante está o sonho
Tão longe, sem visões, sem toques
Tão longe está você.
Mas está perto (no meu sonho)
Te vejo, te toco, te desejo.
Loucuras que a mente sã insiste em realizar...
Verdadeiramente perto vive o sonho
Porque, no universo do coração,
na grandeza dos sentimentos,
na beleza do amor puro,
na leveza dos carinhos,
na sutileza dos toques sensuais,
o encontro se faz
E nos enamora de amor...
Sonhos e Ilusões
Esta noite eu tive um sonho
Pensei que fosse ilusão.
Sonhei com você amor apertando a minha mão.
Quando apertava eu sentia.
Uma dor que me doía no fundo do meu coração.
Dormi e tornei a sonhar nós dois beijando uma flor. Assinando um contrato no livro do sonhador.
Sonhei que você tirava do seu coração e me dava um pedacinho de amor.
Toda dor maltrata a gente.
Mas como a saudade não.
Tem muitos lugares no corpo, mas só dói no coração.
São sofrimentos iguais, pra saber dos dois quem faz um ao outro ingratidão.
Peguei minha caneta, para escrever assim.
Querida se for embora, não queira esquecer de mim.
Pode outro amar diferente, pegar o amor Da gente.
Jogar no mato e dar FIM.
És um sonho doce, recorrente,
notoriamente vívido
com um fervor resplandecente
que resulta num desejo intenso,
persistentepor tua presença irresistível
graças a tua exultante natureza,
o resplendor do teu universo
refletido nos teus olhos,
assim, uma mulher bela
que conquista apreços,
não apreciar-te é irrisório.
Estranho ou, no mínimo, muito curioso, o fato de um simples sonho possuir detalhes tão vivos que trazem a sensação fascinante de realidade numa versão alternativa de paraíso, criada claramente de acordo com a própria vontade, muitas vezes sem nenhum tipo de empecilho e com uma intensa e valorosa felicidade.
Sonhando, participo de momentos raros que dispõem de bastante realismo juntamente com a minha amada, nossos olhares correspondidos, repletos de profundidade, emitindo um brilho amável graças a reciprocidade de nossos sentimentos e desejos que dá sentido e deste jeito, passa muita verdade.
Um mundo singular de muitas possibilidades, que para ser acessado, basta sonhar e aproveitar ao máximo de cada instante com uma certa veemência, uma vividade constante pois num tempo determinado, virá o despertar, o que pode fazer acordar parecer um fardo, mas se fosse diferente, não seria nada salutar.
Sonho vivo, cujo aspecto é majestoso, fragmento de um paraíso muito apaixonante, beleza diferenciada, formas estonteantes, semblante pacífico, olhar charmoso, natureza que causa um justo impacto, sentimento harmonioso, intenso e enigmático.
Os meus pensamentos interessados neste enigma, criam uma fábula na minha mente, onde ela é a grande protagonista com seus cabelos soltos, reluzentes, vívidos como o fogo, há lindas borboletas voando tranquilamente em torno dela.
A sua essência é feita de muito amor, simplicidade, veemência, também da viveza de uma rica obra de arte, de uma flor exuberante de pétalas formosas, dessarte, uma expressividade imponente, bastante sedutora, calorosa integridade.
Através desta singularidade, certos momentos ao seu lado são fantasiosos, inusitados, amorosos, engraçados, simplesmente, valiosos, assim, os sentidos são aguçados, correspondidos, espíritos e corpos entrelaçados por um laço forte e recíproco.
A minha atenção foi naturalmente conquistada, entrei em um sonho desperto, influenciado por uma imagem charmosa e assim, deslumbrado fortemente, comecei um passeio mágico pela França, passei por lugares históricos, cenários de romances, dancei intensamente com uma bela dama, vi a arte por todos os lados, fiz jus a cada instante, pois seria lamentável desperdiçar a oportunidade em lugar que nunca tinha estado antes. Todos os detalhes foram imprescindíveis nesta experiência momentânea e tão emocionante.
Sonhando dentro da realidade e durante as minhas muitas andanças por lá, fiquei bastante extasiado ao avistar uma venustidade delicada, grandiosa, que nem a imponência da Torre Eiffel foi capaz de ofuscá-la, na minha leiga compreensão, ela seria facilmente uma farta inspiração para Monet, cujas pinturas impressionavam e impressionam por sua rica composição de cores, por serem expressivas, românticas e realistas, peculiaridade que deixa a mente sonhante, assim, uma graciosidade estática ganha vida.
E chegou o momento inevitável, já estava de volta para a sala do meu apartamento, entretanto, a minha ida certamente não foi em vão, os meus olhos ficaram maravilhados, pude voar livremente, usando as asas da minha imaginação, o meu espírito está se sentindo renovado assim como o poeta quando é alcançado pela inspiração, agora tenho uma recordação inestimável, então, fiz esta poesia desta minha experiência fantasiosa, criada pela minha mente até que um dia eu possa estar lá na França pessoalmente.
Tudo parecia um belo sonho, estava muito animada, agradecida, deslumbrada com a nova fase que estava vivenciando, que nem se deu conta que estava se colocando em segundo plano, amando o outro sozinha, que a reciprocidade se fazia ausente, que parte do seu brilho havia enfraquecido e com isso, estava prestes a ser apagado, mas felizmente, acordou para a realidade, o seu amor próprio tinha sido despertado
Foi preciso perceber que não estava sendo amada de verdade para poder se amar primeiro, irônico, talvez, um pouco engraçado, entretanto, certamente, antes cômico do que trágico, além do mais, maturidade sempre tem um preço, não importa se alto ou baixo, faz valer cada centavo, leve o tempo que for, custe o que custar, assim, evidenciará fortemente o seu valor, que é tão singular
Tirou de uma decepção amorosa, uma grande lição de vida, quando alguém diz que a ama não deve ser da boca pra fora, nem todos que dizem "Eu te amo" estão sendo verdadeiros, a prova irrefutável desse amor serão as atitudes, providas de uma certa razão e de calorosos sentimentos e não apenas com palavras bonitas, escolhidas para ofuscarem o triste descaso, a falta de iniciativa,
Seria muito compreensível se estivesse entristecida, guardando alguma mágoa daquele que não soube amá-la verdadeiramente, todavia, ela decidiu perdoá-lo, seguir em frente, considerando que ficou muito contente por ter voltado a se amar e que continuava tendo uma certa consideração por ele, o que não foi suficiente, claro, pois sabia que já era tarde para um "nós", seu próprio zelo, a segunda chance do seu "eu", então, foi começar do zero.
