Somos o que a Sociedade quer que Sejamos
Sou negro sim com muito orgulho, somos a base desta sociedade medíocre e hipócrita, bureveses fracos ,não nos odeiam ,mas sim ,nos temem,somos fortes e determinados ,sinceros e autênticos.
Somos os inocentes ,Declarados culpados sem termos o direito de defesa inclusos em uma sociedade preconceituosa. Que nos Juga incapazes de incluir se socialmente.
Somos julgados coitados, mediante as sincustancias que nos foi oposta por alguém que um dia nos chamou de filho(@) meu bebê , vida e assim em diante...
De fato esse mesmo alguém nos predestinou a tal situação e consequência, de sermos os inocentes subjugados e restando á nós apenas o direito de vivermos com o desconhecido, esse somos nós.
Meninos (@s) do ....
Não somos o que a sociedade e o acaso fizeram de nós, e sim o
que escolhemos ser, desde o mais profundo do nosso ser...
Podemos todos escolher quem somos ou seremos há sempre
tempo pra mudarmos e sermos pessoas melhores. ..
Viver em sociedade é estar preso aos vínculos que formamos ao longo do tempo, não somos livres, dependemos da aprovação de quem nos relacionamos para prosseguirmos com nossas vidas, por isso muitos vivem de imagem. Ninguém vive totalmente como quer, a liberdade é um fetiche e um delírio coletivo.
Em sociedade pré-somos nossos nomes para desconhecidos.
Uma busca de vida, mais que plantar 1 árvore, mais que ter filho, mais que escrever 1 livro, buscar um nome para chamar de seu com aquilo que se viveu! O resto parece propaganda enganosa, até porque, o mais simples e mais importante nos dias de hoje, poucos fazem... plantar árvores!
"Nossa sociedade é hipócrita? É Sim! E nós muitas vezes somos e agimos como hipócritas, e daí ? Escandalizado com esta verdade? Porém,erros, pecados, e nossas hipocrisias não é licença para agir inescrupulosamente, se auto permitindo a tudo, ou querendo institucionalizar o pecado,mas é motivo para continuarmos a lutar com o auxílio da graça de Deus, pela coerência de vida, reta e autêntica"
Na sociedade atual, somos frequentemente encorajados a manter-nos sempre ocupados, seja por meio de trabalho, redes sociais ou atividades de lazer.
Essa constante movimentação muitas vezes serve como um meio de validação pessoal e social, onde a ausência de atividade pode ser percebida como falta de produtividade ou relevância.
As redes sociais, em particular, intensificam essa dinâmica, incentivando a exibição contínua de nossas vidas e a busca incessante por aprovação na forma de curtidas, comentários e compartilhamentos.
Esse ciclo pode levar a um sentimento de obrigação em relação à participação e presença online, criando uma pressão para estar sempre conectado e ativo.
Somos uma sociedade extremamente violenta com nossas crias. Insistimos em não atender as queixas dos bebês, que dependem exclusivamente do cuidado dos adultos.
"-O problema é a sociedade saber que nós somos conscientes, e inteligente.. .Isso é bastante perigoso para nós mais bastante raro e incomum para ela.. .
A aprovação não define quem somos, embora a sociedade insista em cobrá-la. O caminho consciente é libertar-se do peso da opinião alheia e voltar-se para dentro: para o próprio eu, para as escolhas que nascem da alma, para a vivência que é só sua. É no amor-próprio que habita a força. Viver a própria vida é não depender da empatia dos outros, pois ela nem sempre virá. E ainda assim, é preciso seguir.
Enquanto pessoas propensas aos erros da vida, devemos saber que somos o que a sociedade vê e o que a sociedade não vê. Ou seja, 'até o que não mostramos define o que somos' .
Já somos muito cobrados da porta para fora de casa, por uma sociedade cada vez mais competitiva. Por que fazer isso dentro de casa também?
Ninguém nunca está satisfeito... Na sociedade em que vivemos, somos ensinados a querer sempre mais e mais, pensando que tudo o que temos e somos não é suficiente.
Vivemos em uma sociedade em que a mídia, que nós mesmos alimentamos, demostra o quanto não somos sociais. Retrocessos.
"Somos um canal que liga a sociedade com a justiça e seus direitos. Nosso papel é social e institucional."
