Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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O tempo costuma apagar historias..
mas ele nao consegue deletar da nossa vida..
aquilo que realmente foi importante....

"A certeza de que tudo o que resta, ao fim, é aquilo que fizemos: aquilo que tentamos disfarçar e não conseguimos diante de nossos espelhos."

Nem sempre você encontrará o cenário ideal para começar a fazer aquilo que considera importante.
Em vez de esperar pelo momento certo, experimente dar um pequeno passo na direção da vida que deseja construir. Esse passo pode parecer insignificante, mas não subestime seu valor. Grandes mudanças costumam nascer de pequenas ações repetidas com consistência.

Amar exige conhecer a si mesmo.
Sem autoconhecimento é fácil buscar no outro aquilo que ainda não conseguimos oferecer a nós mesmos.

Cada um dá aquilo que tem. Afinal, o que conduz uma relação não são apenas as nossas questões, mas a do outro também.

Um dia, tudo aquilo que hoje parece tão importante ficará para trás.


Os títulos passarão.


Os cargos passarão.


Os aplausos passarão.


O dinheiro passará.


A aparência passará.


A fama passará.


Até mesmo o nosso nome, com o tempo, será esquecido.


Então talvez devêssemos parar e perguntar:


O que realmente permanecerá?


Paulo, próximo do fim, não disse:


“Fui famoso.”


Não disse:


“Todos me admiraram.”


Não disse:


“Construí o maior ministério.”


Ele disse:


“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.”
— 2 Timóteo 4:7


Talvez esse seja o verdadeiro sucesso.


Não ser lembrado por multidões.


Mas permanecer fiel quando ninguém estava olhando.


Não construir o maior nome.


Mas guardar a fé.


Porque tudo passa.


Cristo permanece.


E, no fim, não se trata de sermos grandes.


Trata-se de permanecermos fiéis a Ele.

“Quem conta uma história empresta alguns anos de vida àquilo que o tempo tentou levar.”

“Talvez o vento não esteja chamando para algum lugar, mas tentando devolver ao mundo aquilo que nunca deveria ter criado raízes.”

“Nem todo aquele que planta viverá para repousar sob a sombra de sua árvore. Mas aquilo que foi cultivado com cuidado continuará de pé, oferecendo abrigo a quem ainda estiver por vir.”

“Entre o que fizeram conosco e aquilo em que nos tornamos existe um espaço de liberdade: nele fazemos nossas escolhas e reconstruímos nossa história.”

"As pessoas nem sempre devolvem aquilo que recebem; devolvem aquilo que são. Por isso, a deslealdade alheia não diminui o valor da nossa entrega e revela apenas o caráter de quem não soube honrá-la."

⁠Respeito, é olhar pra dentro de mim e ver que eu mereço muito mais do que aquilo que ando recebendo... É olhar pra dentro de mim e não me contentar com migalhas que ando colhendo... É levantar a cabeça e me amar tanto, ao ponto de não aceitar qualquer coisa, qualquer pessoa, qualquer sentimento vago, raso e falso... Respeito, é me enxergar além do que eu sou, me aceitar do jeito que eu sou e não ter que mudar pelos outros... Não ter que ser o que os outros querem que eu seja...não ter que viver uma vida que não é minha ou usar máscaras de sorrisos que não são meus...

Você pode até desaparecer, mas aquilo que fez com o coração irá permanecer.

Às vezes, o que nunca foi dito é exatamente aquilo que mais precisava ser entendido.

*Aquilo que o tempo não consegue levar.*


O bar tinha apenas três mesas ocupadas. Um casal discutia em voz baixa no canto, um homem dormia abraçado ao copo como se aquilo fosse uma espécie de documento de identidade, e eu estava no lugar de sempre, perto do balcão, ouvindo uma música antiga sair do junkbox com aquele som cansado de quem também já viveu mais do que deveria.
O dono do bar limpava um copo que nunca parecia ficar limpo. Talvez fosse uma mania. Talvez fosse uma forma de passar o tempo sem precisar pensar nele.
Pedi outra dose.
Não porque precisava beber. Isso seria uma explicação simples demais. Às vezes a gente não procura o álcool. Procura um intervalo. Um lugar onde ninguém pergunte quem você se tornou depois de tantos anos tentando ser alguém.
Fiquei olhando aquelas pessoas espalhadas pelo salão e pensei que todo bar é uma pequena sala de espera.
Cada mesa tem alguém negociando consigo mesmo.
Tem gente tentando esquecer uma conversa que nunca teve coragem de iniciar. Tem gente comemorando uma vitória que já perdeu o sentido. Tem gente rindo alto apenas para não ouvir o próprio silêncio.
Eu conheço bem esse tipo de gente.
Conheço porque já sentei em todas essas cadeiras.
Existe uma despedida que acontece sem barulho. Ela não chega anunciada. Não leva malas. Não deixa bilhete em cima da mesa.
Ela apenas começa a diminuir alguma coisa dentro da gente.
Um dia você percebe que já não ri como antes. Que alguns sonhos perderam a força. Que aquela vontade quase irresponsável de mudar tudo foi substituída por uma lista de desculpas bem organizadas.
É assim que a vida costuma vencer.
Não destruindo.
Adaptando.


Ela não precisa arrancar sua coragem. Basta oferecer conforto suficiente para que você mesmo entregue.
A tragédia não está nos cabelos brancos, nas rugas ou nos anos acumulados.
A tragédia é quando alguém olha para dentro e percebe que virou exatamente aquilo que prometeu nunca ser.
Uma pessoa aceitável.
Uma pessoa que aprendeu a engolir a própria indignação para manter a mesa organizada, o emprego seguro e a fotografia da família sem rachaduras.
Aos poucos, a tempestade vira previsão do tempo.
E depois a culpa vai para os anos.
Como se o calendário tivesse assinado os contratos por nós.
Mas a verdade é menos bonita.
Foram pequenas escolhas. Pequenas desistências. Pequenas covardias guardadas como se fossem maturidade.
O homem do canto pediu mais uma bebida. O casal foi embora sem se despedir. A música mudou no junkbox.
Eu continuei ali.
Pensando que talvez o maior perigo da vida não seja perder tudo.
Talvez seja conservar tudo e perder a si mesmo no processo.
Porque o tempo realmente leva algumas coisas.
Leva a juventude.
Leva a força.
Leva o corpo devagar, sem pedir permissão.
Mas existe uma parte que ele não consegue tocar.
A parte que ainda deseja.
A parte que ainda se revolta.
A parte que ainda é capaz de errar por vontade própria.
Essa parte não morre com o tempo.
Morre quando a gente abandona.
Então eu levantei o copo, não como uma celebração, mas como um aviso para mim mesmo.
Ainda havia alguma coisa ali.
Alguma coisa imperfeita.


Alguma coisa que não tinha aceitado completamente a derrota.
E talvez seja isso que mantém alguns de nós de pé.
Não a esperança.
A esperança é uma palavra muito bonita para uma noite tão cansada.
Talvez seja apenas a recusa silenciosa de entregar tudo.
Porque no fim das contas, o tempo leva apenas o corpo.
O resto...somos nós que deixamos para trás.

“Aprenda a ser feliz com o que tem enquanto persegue aquilo que deseja.

O tolo procura a felicidade ao longe; o sábio a cultiva onde seus pés estão, sem deixar de caminhar.”

⁠"Custa muito caro aquilo que você deveria dar de graça..."

O tempo não nos falta; nós é que o desperdiçamos com aquilo que julgávamos eterno. Dedicamos horas ao que pouco importava e negamos minutos a quem talvez só precisasse de um gesto. Um dia, o silêncio nos ensina a diferença — mas, nessa altura, o tempo já não aceita devoluções.:::

"Não é o que a natureza concede que determina a grandeza de uma nação, mas aquilo que seu povo, com liberdade, autonomia, inteligência e conhecimento, é capaz de construir."

A alma enxerga aquilo que o coração insiste em não ver.
- kelvinsiqueira_