Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Sabendo pouco, mas buscando compreender o todo; observando em silêncio, sem deixar escapar aquilo que os olhos atentos conseguem perceber. Afinal, nem toda sabedoria nasce das respostas — muitas vezes, ela floresce na forma como enxergamos o que passa despercebido pelos outros.
Jogo de Ilusão
Há quem chame de amor
aquilo que só sabe prender.
Confunde cuidado com controle,
ciúme com afeto,
e medo de perder com vontade de permanecer.
O amor não joga.
Não esconde cartas,
não faz apostas,
nem transforma o coração
em prêmio de uma disputa.
Quem ama, escolhe ficar.
Quem possui, luta para não perder.
E existe um abismo
entre segurar uma mão
e aprisionar uma alma.
Às vezes, a maior vitória
não é convencer alguém a nos amar,
mas encontrar coragem
para sair da mesa
quando percebemos
que o jogo nunca foi amor.
Olham e anotam tudo aquilo que eu faço
Mas no livro deles, adivinha? Fracasso!
Vão sempre te apontar, ou tentar te encaixar
Mas no fim eles só querem alguém pra machucar
Discurso falso com promessas falsas
Até quando aguentar esse monte de farsa?
É a cidade do bem que faz mais um refém
Não se importam, a pátria amada para quem?
Só que vida segue e é bem mais que isso
Mais que a luta pra não ser só mais um fodido
E é pra não esquecer, não deixar de correr
Não queremos vida plebe, não cabe a você
- Reis Do Amanhã
Deus nos dá a capacidade de lidar com a dor de maneira divina. Nem sempre aquilo que parece te matar, te mata. Você pode até não entender tudo, e nem é necessário, as vezes é só questão de tempo e Fé.
Não desanima.
Wanessa Guimarães Z96
nunca se feche para aquilo que o universo pode te trazer de bom. Vibre positivo porque as coisas ou pessoas boas irão te encontrar.
"A compaixão não é apenas aquilo que sentimos diante da dor. É a decisão diária de amar como Cristo amou."
— Fabinho Martins
Houve um tempo em que a riqueza de um povo era medida por aquilo que tirava da terra. Arrancaram madeira das matas, ouro das montanhas, café dos campos. Parecia que toda prosperidade dependia de retirar alguma coisa do mundo até deixá-lo mais pobre.
Agora a extração é outra.
Já não se arrancam apenas árvores, metais ou colheitas. Arranca-se a alma sem tocar no corpo. Arranca-se atenção, desejo, memória, gosto. Arranca-se significado.
Já não basta vender um pão. Vende-se a fome.
Já não basta vender uma canção. Fabrica-se o ouvido incapaz de suportar o silêncio.
Já não basta oferecer um caminho. Ensina-se o viajante a esquecer para onde ia.
Há uma crueldade nova nesse mecanismo. As prisões antigas cercavam o corpo. As prisões de agora cercam a vontade. Descobriu-se que o homem deixa de resistir muito antes de deixar de obedecer. Basta que já não consiga desejar por si mesmo.
A cultura foi sendo reduzida a uma superfície. As cores rarearam. As formas se comprimiram. A beleza tornou-se um luxo. E o mundo, que durante milênios pediu contemplação, passou a exigir apenas eficiência.
O mais inquietante é que quase nada nos foi arrancado à força. Fomos cedendo. Um hábito de cada vez. Uma renúncia de cada vez. As maiores perdas raramente fazem barulho.
Talvez essa seja a pobreza mais profunda do nosso tempo. Não a falta de dinheiro, mas a falta de espanto. Porque um povo não desaparece quando perde suas riquezas. Desaparece quando perde a lembrança do que era digno de ser amado. A morte de uma civilização começa muito antes de sua ruína. Começa no dia em que já não reconhece como sua a própria voz.
O maior triunfo do nosso tempo não foi ensinar as máquinas a criar. Foi convencer os homens de que criar já não era necessário. Bastaria consumir. Repetir. Reagir. Ajustar-se. Bastaria permanecer dentro do fluxo.
A natureza nunca fez duas árvores iguais. O mercado, ao contrário, passa a vida tentando convencer o mundo de que uma única forma basta para todas as florestas.
Mas a beleza continua sendo uma forma de rebeldia. A arte continua sendo uma forma de desobediência. E toda civilização que esquece isso começa a extrair de si mesma a última riqueza que possuía. Não o ouro. Não a terra. Nem a técnica.
A capacidade de sentir que era única.
A visão teológica de Jalison Santos:
"Uma seita é tudo aquilo que se levanta contra Deus. Porque quando algo é contra Deus, seus argumentos são contra a verdade de Deus, contra o Evangelho pregado e contra os dogmas centrais da fé cristã.
Todo aquele que é contra a verdade de Deus, é contra Deus."
Golpe é tudo aquilo que não te pertence ou de certa forma não conquistou de forma justa ou com legitimidade, não cometa esse erro pois o vício te deixa cego e te leva pro abismo!
Dar tudo, até o último por aquilo que mais desejamos na vida, é justo!
Só não devemos nos esquecer nunca que depois que damos tudo... Absolutamente tudo... Já não podemos dar mais nada!
Resta-nos apenas a vida e poucos têm coragem para oferece-la
por aquilo que mais desejam na vida!
Tudo me inspira hoje; só não expira amanhã aquilo que falam do meu passado, porque a inveja nunca morre.
Apenas venha!
Para que não aconteça novamente, venha comigo e deixa tudo aquilo que te fez mal para trás,
não posso te oferecer neste momento um banquete completo de tudo com o que você mais gosta, porém posso te oferecer o pão da pluralidade e da singularidade,
o triste e o vazio que já te fez chorar por um tempo, acaba aqui,
o encontro de almas escolhidas pelo destino não permite as mesmas falhas, não permite os mesmos finais,
andar entre as rosas com seus espinhos deixam arranhões e marcas profundas, mas o que prevalece na imaginação e no emocional no entanto, são as belezas das cores vivas e dos perfumes das rosas.
Sinto tua falta
Nunca vou te culpar por aquilo que me tornei,
tem sido doloroso viver sem significado,
movido pelo que não fiz sinto a falta do perdão,
sem a tua presença o meu corpo chora é um desanimo respirar,
as lembranças do teu cheiro e da tua risada ferem profundamente a alma,
e mesmo sem a cura preciso continuar vivendo.
Sem abrigo
Há um sentido profundo em ignorar aquilo que é tão transparente,
Nós herdamos o que representamos na memória falha do outro,
Se na história vivida não foi construído um abrigo para suportar os momentos difíceis do inverno, então o esquecimento logo vai se apoderar do que não deixou raízes,
Éramos tão íntimos, depois completos estranhos.
"Aquilo que Insiste em Florescer"
Sempre achei curioso o quanto as pessoas têm pressa em decidir o que é belo.
Há quem passe por um terreno baldio e veja apenas abandono.
Capim alto.
Terra seca.
Ervas daninhas.
Eu gosto de imaginar que o terreno nunca soube que era baldio.
Ele apenas continuou aceitando a chuva, o sol, o vento e tudo aquilo que insistia em nascer.
Entre o verde desordenado, às vezes aparece um dente-de-leão.
Quase ninguém para.
Alguns o arrancam.
Outros sequer levantam os olhos.
Talvez porque tenham aprendido que certas flores não merecem um nome bonito.
Mas ele continua ali.
Amarelo o bastante para conversar com o sol.
Pequeno o bastante para ser esquecido.
Depois o tempo passa.
A cor desaparece.
As pétalas dão lugar a um punhado de pequenos fios brancos que o vento leva sem pedir licença.
Quando eu era criança, achava que eles voavam porque queriam conhecer o mundo.
Hoje penso que talvez estivessem apenas procurando um lugar onde alguém não os chamasse de erva daninha.
A esperança me parece assim.
Há quem a veja como algo inconveniente, teimando em nascer onde ninguém plantou.
Mas existem pessoas que reconhecem que as coisas mais bonitas da vida raramente pedem permissão para existir.
Elas apenas florescem.
Mesmo em lugares que o mundo já havia desistido de chamar de jardim.
- M.S. Fieri
A gente cansa de falar essa frase: "De uma hora pra outra / Do nada aconteceu isso ou aquilo".
Do nada aquela pessoa mudou.
Eu sinto te dizer que não foi "do nada". Nunca é "do nada".
Foram pequenas atitudes, pequenos pensamentos, pequenas ações que aos nossos olhos, não pareciam nada de mais, mas que levaram essa pessoa até a situação final.
