Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Quem tem medo de ser, já deixou de se tornar aquilo que sonha.
Pois quem sonha, consolida a razão no fazer,
entende que entre sonhar e viver existe uma escolha:
ou transformar o sonho em passos,
ou permanecer parado, vivendo só na imaginação.
Triste não é quem pede reciprocidade,
triste é quem cobra aquilo que nunca soube oferecer.
Quem fala de você na sua ausência revela mais sobre si
do que imagina revelar sobre o outro.
A verdade sempre encontra um caminho,
e ninguém sustenta uma máscara por muito tempo.
Honrar quem me desonra não faz parte de mim.
Se algo que senti hoje já não merece morada no meu peito,
eu me retiro em silêncio —
e o silêncio, às vezes, é a resposta mais justa.
Não volto atrás quando a ausência vira paz.
O mundo gira, ensina, devolve.
Nem tudo que reluz é ouro,
e nem toda companhia merece permanência.
Respeito não se exige, se pratica.
Quem cresce falando do outro para diminuir,
na verdade, nunca cresce —
apenas ocupa espaço onde a consciência não mora.
Nasci sem nada
Morrerei sem nada
Mas no intervalo
Luto por aquilo que gostaria
De eternizar... Amor!
O homem fraco diz:
Primeiro isso… depois aquilo…
Ele vive adiando a própria evolução.
Mas o homem forte mentalmente entende algo poderoso…
O tempo não se organiza sozinho.
Você é quem organiza.
Ele estuda.
Ele trabalha.
Ele constrói relações.
Não porque a vida é fácil…
Mas porque a mente dele é disciplinada.
A diferença não está nas oportunidades.
Está na gestão.
Mentalidade forte não espera o momento ideal.
Ela cria o momento.”
Chamei de amizade aquilo que meu coração tinha medo de chamar pelo nome certo
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Teus olhos me hipnotizam;
Teus cabelos me seduz.
Sua gentileza me levanta;
Seu sorriso me encanta.
Querida, se você soubesse o que você faz em meu coração...
Se você soubesse o poder que tem! Nunca mais iria duvidar do seu valor, segurança e essência!
Dentre todos os poemas que já lhe escrevi, este é o mais sincero.
Pois, neles eu escrevi sobre teus olhos, sorriso, essência.
Mas neste, não somente.
Neste eu escrevo sobre quando percebi, apesar que demorado, que os sentimentos que escrevia não eram apenas admiração;
E sim os sentimentos que despertavam em mim;
O meu enorme amor por você!
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**Escrito em 30/06/2026 as 13:50, em Curitiba, Paraná, Brasil**
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Autor: Gustavo Biazotti
As raízes do meu ser
Perdem-se no infinito
Para ser aquilo que sou
Sem fugir de mim
Longe já fui
Para me encontrar
Volto dessas viagens
Em silêncio para meditar
Nas vozes que me habitam
Entender os ensinamentos
São tantas as respostas
O resultado, esse,
É sempre a paz.
"Chega uma hora em que é preciso parar de perder tempo com aquilo que não nos leva a lugar nenhum, deixar o passado para trás e ter coragem de recomeçar do zero, construindo um futuro melhor."
A paixão encanta os olhos, mas a convivência revela o caráter. O tempo mostra aquilo que o encanto esconde. Se quiser conhecer alguém antes que a vida revele tudo, converse com os pais.
O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.
O sujeito contemporâneo procura fora aquilo que só pode ser erguido por dentro — e, nessa busca, corrói justamente a capacidade de construir. Cada tentativa externa enfraquece o gesto interno, num ciclo que se alimenta de si com precisão implacável. Quanto mais procura, menos encontra; quanto mais acumula, menos sustenta. Não por falta de recursos, mas por abandono do único lugar onde algo, de fato, poderia nascer.
Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.
A experiência deixou de bastar a si — aquilo que é vivido e sentido perdeu autonomia e passou a exigir confirmação para ser reconhecido como real. O que não circula parece não existir, e o que não existe deixa de ser vivido. Assim, a realidade é terceirizada ao olhar alheio: não se vive para sentir, vive-se para validar — e, nesse desvio, a própria experiência se esvazia antes mesmo de acontecer.
Há dores que não pedem consolo, porque nenhum alívio superficial alcança aquilo que elas realmente querem dizer. Não nasceram para ser abafadas, mas para produzir consequência: ruptura, deslocamento, transformação. Certos sofrimentos surgem quando a vida já não suporta continuar na mesma forma. E, nesses casos, a dor deixa de ser apenas ferida — torna-se convocação silenciosa para que algo, enfim, mude.
O tempo não ensina: ele expõe. Apenas amplia aquilo que já estava inscrito no caráter e na coragem. Quem amadurece não é quem viveu muito, mas quem teve a lucidez de se olhar sem indulgência enquanto atravessava os dias.
Aprendi que amar é também permitir a liberdade. Aquilo que permanece, permanece por escolha — e isso é amor. Aquilo que parte, talvez nunca tenha sido verdadeiramente nosso.
