Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos grandes barcos feitos para navegar. Mas quando nossas velas estão rasgadas, nossos mastros quebrados e estamos exaustos, procuramos um porto para relaxar e recuperar as forças. Porém, não deveríamos ficar muito tempo nesse porto. Nosso trabalho é estar em alto-mar. Partir e velejar de novo. Este é o momento de nos tornarmos claros, focalizados e determinados. Acelerar, mas na direção certa e com as coisas certas.
A vida emociona-nos quando somos autênticos para com os outros, e as probabilidades que nos São retribuidas São imensas contribuindo assim para uma mera globalização ampla florescente.
Quando não é mais possível suportar o sentir somos obrigados a possibilitar a insensibilidade que, em nós, por defesa habita.
“Quando Deus passa em nossa vida não deixa tudo igual” Somos moldados por Ele, como a pipoca, colocadas em uma frigideira, ungidos com óleo, passamos pelo fogo, temos que nos abrir para graça, (tempero sal) e só a pós-teremos o sabor do amor.
Somos diferente eu sei, mas quando a gente gosta de verdade de uma pessoa aprendemos a aceitar e a conviver com as suas diferenças, quando queremos não há desculpas ou obstáculos que nos façam desistir daquela pessoa.
Sei que as vezes os atritos são indispensáveis quando vivemos, convivemos com as pessoas, somos diferentes uns dos outros, somos egoístas à ponto de defendermos nossos pontos de vista sem entender que é possível que existam outras visões.
Sei que as vezes, eu sou cabeça-dura de querer imputar minhas certezas acreditando que não precisam restar dúvidas em relação ao que eu defino como o que é.
Sei que as vezes eu firo as pessoas, magôo e me deixo magoar, mas me sinto melhor pedindo perdão e amando cada vez mais quem faz parte da minha vida!
Quando nos afastamos da LUZ somos como espantalhos, só atraímos as trevas, negritudes, urubus, para nos depenar, lesar!
Somos eternos palhaços porque rimos do mundo, enquanto ele riem de nós, somos palhaços quando procuramos sofre, quando dizemos que sabemos viver, rimos sem saber o que realmente é viver. porque rir do outro, se o próximo pode ser você.
Estranho a ciência dizer que viemos do macaco; somos mais parecidos com pássaros. O mundo, quando não nos prende na gaiola, corta nossas asas.
Somos analfabetos visuais... Conhecemos uma foto editada, sabemos quando uma pessoa não é tão bonita como em suas fotos, mas não sabemos mais os sinais que o corpo utiliza como fala... Não sabemos o que um olhar diz, não entendemos e não ouvimos o que ele diz...
Somos analfaetos olfativos, não sabemos o que os odores podem nos dizer, mas sabemos identificar o 212 sexy ou o one milion...
Não ouvimos mais o que uma respiração, ou uma pausa dela e uma palavra encenada com entonação podem nos dizer...
Conhecemos apenas palavras incompletas, que nos dizem muito e em essência não nos dizem nada...
Somos analfabetos cinestésicos que não sabemos ouvir as palavras de um aperto de mão, um abraço e um beijo... São toques mudos...
São redes sociais que nos ligam e conectam, mas nos desligam da presença, do físico, das palavras completas....
Nos desligam da alma....
A maior mentira que nos contam, é dizer que somos livres, quando na verdade compramos “sonhos” em prateleiras, fazemos o tempo todo ações inúteis, em pró de coisas inúteis e sem sentido algum, assim nos tornamos escravos uns dos outros, nessa sobrevivência disfarçada de egoísmo e vaidade. Um salve aos questionamentos da humanidade, pois sem eles as pessoas não vivem, elas apenas existem.
Quero ser na vida do meu próximo o melhor que posso ser para mim.......
Quando somos bons conosco, temos o que doar.
Como posso dar amor se não me amo...
Como poso querer que o outro me ame tanto......se eu ainda não consigo me amar!
