Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
REFLEXÃO
De vez em quando vale uma reflexão de quanto somos agraciados. Reclamamos do que não temos e não valorizamos o que temos.
Élcio José Martins
Quando somos cópia de alguém inteligente, mas deixamos de ser com um tempo e apenas seguimos, significa evolução. Mas, se mesmo assim, você continua sendo a cópia de alguém, significa que você é cópia desi mesmo.
Quando aceitamos que temos sentimentos egoicos negativos, mas que somos mais que esses sentimentos, ou seja, que somos, em essência, pessoas boas, amorosas, que ainda têm sentimentos negativos e que estamos sendo convidados a transmutá-los desenvolvendo virtudes, praticamos a lei de amor por meio do exercício efetivo da virtude do amor por nós mesmos e pelos outros, porque não estaremos mascarando os nossos sentimentos para fingir que não temos nenhuma limitação.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
Não devemos odiar nenhum erro... o amor também ama o ódio; pois quando o erro somos nós, odiar é o erro!
Quando somos crianças
ansiamos pela fase adulta,
e quando nos tornamos
adultos a nossa nostalgia
implora para sermos jovens!
A vida às vezes nos confronta com momentos de angústia, especialmente quando somos relembrados de que poderíamos ter algo que é impossível de alcançar. É como se uma sombra escura pairasse sobre nós, provocando um turbilhão de emoções e desejos não realizados.
Nesses instantes, somos confrontados com a dura realidade de que nem tudo está ao nosso alcance. É como tentar tocar as estrelas no céu noturno, sabendo que estão além do nosso alcance, mas ainda assim, desejando poder alcançá-las.
A angústia se instala quando percebemos que não importa o quanto lutemos ou sonhemos, há coisas que permanecerão como miragens distantes, apenas para nos lembrar da fragilidade humana e da finitude de nossas capacidades.
Esses momentos podem nos fazer questionar nossas escolhas e nos atormentar com pensamentos do "e se" – e se tivéssemos feito algo diferente? E se tivéssemos tomado outro caminho? Essas perguntas ecoam em nossos pensamentos como sussurros inquietantes.
É um dilema interno entre a esperança e a resignação, entre o desejo e a aceitação. Como uma corda apertada que nos prende ao passado, a angústia nos envolve em sua teia, nos lembrando de que nem todas as histórias têm um final feliz, e que algumas páginas devem permanecer em branco.
Contemplar o impossível é uma jornada dolorosa, é como olhar através de uma janela para um mundo que nunca poderemos habitar. É uma saudade do que nunca foi, do que nunca tivemos, uma ferida que parece nunca cicatrizar.
No entanto, é importante lembrar que não somos definidos apenas pelas coisas que não podemos ter, mas sim pelas experiências que vivemos, pelas escolhas que fizemos e pelas pessoas que nos tornamos ao longo do caminho.
E, ao enfrentarmos a angústia de um desejo impossível, talvez possamos encontrar um conforto na ideia de que, às vezes, são as próprias limitações que nos levam a descobrir novos horizontes, a criar novos sonhos e a encontrar significado e grandeza nas pequenas coisas ao nosso alcance.
A vida é um mosaico complexo de alegrias e desilusões, e é nesse equilíbrio entre o possível e o impossível que encontramos a beleza de sermos humanos, imperfeitos e vulneráveis, mas também cheios de esperança e capacidade de nos reinventarmos a cada desafio, esquecendo de tudo aquilo que é impossível e nos adaptando às circunstâncias, nos contentando com o que é possível dentro do que nos é permitido.
Cada pessoa que nos conhece, somos uma pessoa, quando morremos não morrer uma singularidade, morrer uma pluralidade...
Para compreender a mentalidade(cosmovisão) de qualquer pessoa, família, comunidade ou tradição, é preciso conhecer, mais que as condições externas que moldaram o cenário da sua existência, os atos e decisões livres que a distinguiram de todas as outras e fixaram o perfil da sua identidade, o padrão das suas reações mais típicas e duradouras,existe um grande pano de fundo, por trás de tudo isso.
Quando somos crianças, queremos ser adultos. Quando somos adultos, só queríamos voltar para o passado e ser criança, não enfrentar as dificuldades da vida. Lembra de quando sua única preocupação era acordar cedo pra ver desenho? Agora a dificuldade é arranjar emprego e ajudar sua família.
Você levanta todas as manhãs E caminha para o espelho do seu banheiro, E vê um vazio, você olha para suas mãos e percebe que você está ali, vivendo. Você se encara no espelho e vê uma face triste. Você começa a imaginar como seria se você não tivesse nascido. As coisas seriam melhores, não é mesmo?
“A vida só é feliz dependendo do ponto de vista.”
Quando criança, todos somos cheios de otimismo, de sonhos e planos mais absurdos...Ou talvez absurdo seja crescermos e nos darmos conta de que nos conformamos e abandonamos a todos os eles.
A maior evidência de que somos dependentes e precisamos de Deus em tudo. Está quando a nossa alma grita em, silêncio, ecoa no vazio do nosso ser, sem sabermos explicar o porquê da vontade de chorar, a tristeza que tira todas as forças, um buraco no peito que não sabemos lidar.
O coração das pessoas é tocado quando somos verdadeiros, autênticos e genuínos em nossas ações e intenções."
quando o coração de alguém que se ama não nos entende, somos um eco perdido e, nem gritando a dor abranda...
Dizem por aí que "O que somos é consequência do que pensamos". O que fazer quando temos um turbilhão de pensamentos?🙁
Quando somos crianças a vida exige que sejamos apenas crianças. Quando somos adolescentes a vida não exige de nós nada além de atitudes frívolas. Quando somos jovens tudo nos é permitido e a idade justifica tudo ou quase tudo, mas quando nos tornamos adultos tudo muda. Temos de pensar com a prudência de quem já cresceu, viver com a disposição de um jovem, agir com a sabedoria de um ancião e sonhar com o mesmo entusiasmo de uma criança.
Assim como o céu e o mar, somos parte da criação de Deus!
Temos o poder da conexão, quando em contato com nosso mais profundo interior e a ligação mais intensa com a natureza, facilmente criaremos um vínculo incrível com a inteligência superior divina!
Quando duvidamos do amor de Deus, duvidamos de nós mesmos, pois somos prova viva do amor Dele por nós.
Quando somos jovens nosso olhar é largo, tão largo que muitas vezes só conseguimos enxergar os extremos.
Quando ficamos velhos talvez nosso olhar fique mais estreito, mas fica também mais profundo. Então conseguimos enxergar o caminho do meio, e olhar as coisas por dentro. Com algumas pessoas acontece o contrário...
