Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Quando começamos estudar, percebemos que somos muito burros, e com essa veracidade, descobrimos que não há um problema maior a se preocupar além deste triste fato.
Somos Intensidade, que se multiplica quando estamos juntos.
Somos fogo ardente, corpos que se fundem, numa explosão de desejo
Seu toque me acende em cada milímetro,
Nossos beijos profundos e apaixonados nos transportam para o nosso mundo particular
Onde só há eu e você,
e não há limites pra nós
Cada palavra, cada frase dita penetra na alma, quebrando as barreiras criadas pra me proteger
Os riscos aumentam, a aposta está na mesa
E como fugir? O que é invisível aos olhos, mas que se tornou uma presença viva nos meus dias, nas minhas noites, em cada pensamento
Esse sentimento que contrapõe a razão e ganha força a cada encontro, cada olhar.
É como olhar de cima de um precipício e querer pular em queda livre, de alguma forma, sabendo que estará lá pra me pegar antes de cair.
Triste mesmo é quando, por qualquer motivo alheio a nossa vontade, somos obrigados a julgar as razões e as insanidades que levaram alguém a tomar determinadas atitudes, para as quais sempre nos faltou coragem para toma-las.
Somos atraídos para a isca quando não nos damos tempo para analisar qual ponto de fuga de facto nos favorece
Quando reconhecemos o valor e o poder de quem somos e deixamos os julgamentos para trás, abrimos espaço para nossa essência , para viver de forma autêntica, livre e feliz
Quando somos guiados pela escuridão, todo o resultado é sorte, quando na luz andamos o criador nos recompensa com o mérito necessário.
Quando somos crianças pensamos como crianças e nosso raciocínio é prático embora limitado e cheio de ludicidade, depois de adultos temos um raciocínio ilimitado, mas perdemos a praticidade das crianças e empobrecidos nos despedimos do lúdico, substituímos esta inocência pelas pequenas serventias das mentiras, intolerâncias e hipocrisias que nos assiste mais facilmente que a verdade, e lá vou eu de novo tornando ácida a vida do outro com a 3ª pessoa do plural, e afinal que importa?
”Durante a nossa vida, quando realmente escolhemos vivê-la e seguir o propósito de Deus, somos admirados por poucos, odiado por muitos.
Não tem como passar por essa vida sem ‘incomodar’ aqueles que decidiram seguir a multidão.
Ser diferente, ‘incomoda’, causa estranheza.
Portanto, se Deus me fez cruzar o seu caminho, não é por acaso. Aproveite, a convivência comigo tem validade.
E preciso estar ‘livre’ para novas demandas e solicitações.”
Os dedos escrevem o que já não somos capazes de expressar na fala.
Quando a boca cala, a escrita fala.
Quando somos crianças....
Quando somos crianças
Somos ingênuos, alegres e despreocupados
Não sabemos do quão crueal é o mundo real
Isso protegia nossa inocência
E com ela cometemos um erro
O erro de desejar sermos adultos
Para depois desejarmos a voltar a ser crianças
Quando um problema surgir somos responsáveis por resolver sozinho.
Sabemos que todos temos tribulações, se fomos pedir auxílio toda vez que estamos em dificuldades, estaremos sobrecarregando e jogando em cima das outras pessoas nossas obrigações, deixando-os com dois deveres para realizar. Toda vez que recebemos ajuda, tornamos responsáveis pelos seus resultados independentes se deram certos ou errados, cabe a nós assumir os erros supostamente vindo dos outros não importa como aconteceu, por meio de consideração, obrigação ou desconsideração, desobrigação, falta de atenção e cansaço físico.
Isto vai depender de quem o peça ou faça.
Percebemos o valor que temos quando somos criticados e a pessoa estimada presente não faz questão de te defender perante uma plateia.
Nós somos o reflexo de nossas ações no mundo. Pois é só quando tomamos decisões, que temos o poder de mudar o nosso próprio destino nas mãos.
Quando somos intensos, nos entregamos demais e acabamos nos magoando. Mas a culpa não é do outro, somos nós mesmos que criamos expectativas demais, pq somos puro sentimento, somos alma, somos tudo ou nada.
Quando deixamos a maldade prosperar, somos responsáveis por um futuro incerto. As novas gerações terão de pagar um preço muito alto, por nossa arrogância, por nosso medo e por nossa covardia!
Sinto vergonha quando vejo no que estamos nos transformando! Seres desprovidos de senso crítico, julgando nosso próximo,como se dele partisse todas as misérias! Cometemos esse erro na ultima grande guerra e não aprendemos nada com isso. A barbárie parece fazer parte de nós! Gostamos do ruim, dos acidentes, de ver má sorte do outro e das tragédias!Humanos racionais? Jamais!
Somos um perigo ao nosso sucesso quando confundimos nossos medos com prudência, ou quando renomeamos atitudes erradas pra justificar o injustificável, afinal as más e boas condutas assinaram os resultados que teremos na vida..
Quando conquistamos a liberdade e a segurança pessoal, aceitamos com naturalidade que somos seres imperfeitos e não sentimos necessidade de provar nada para ninguém a nosso respeito.
Quando bebemos o amor que vem do céu, somos completamente
preenchidos por esse amor. Ele nos move, e nos ensina. Anulando quaisquer possibilidades de não amarmos uns aos outros.
