Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Winx!
Quando damos nossas mãos
Nos tornamos poderosas
Porque juntas somos invencíveis
Winx!
É tão bom poder sorrir
E o mundo iluminar
Venha se juntar á nós voando
antever o vazio é como tentar adivinhar quando um rio deixará de correr, pois somos apenas pequenos recipientes incapazes de conter a vastidão da existência, e no limiar entre o ser e o nada, tudo permanece incerto.
A vida não parte, somos nós que passamos por ela, como vento leve entre folhas, sem saber quando chegará a hora do último sopro.
Somos um fenômeno
Pode parecer clichê, mas, quando se fala de amor, pensamos na "outra metade" — mas já somos completos. Não existe outra metade, existe o nós: a versão que está presente em nós mesmos e a versão que está distante do nosso íntimo. Talvez esse seja o desafio e o que buscamos como "amor". Porque amar o próximo é fácil; não conhecemos seus medos, suas vulnerabilidades, suas guerras. E, por mais que tenhamos esse conhecimento, não saberíamos, de fato, o impacto que isso tem naquela pessoa.
Mas, quando se trata de amar a nós mesmos, é necessário que seja um amor genuíno, leve e respeitoso. É impressionante tudo o que a vida e as pessoas fizeram durante todos os anos de nossa existência, permitindo que possamos refletir sobre quem fomos no passado e quem somos agora.
Porém, mesmo assim, isso não define quem somos. Então, o que eu quero dizer sobre o amor é: o ideal é que tenhamos o desejo real de amar a nós mesmos, do jeito que somos. Algo que eu sempre digo é que o ser humano é um fenômeno, e você (eu) não é diferente disso. Somos todos um fenômeno único, aprendendo todos os dias como é se amar, até finalmente partilhar desse amor com o resto do mundo.
Quando somos crianças
nosso psicológico
nos protege do mundo.
Quando crescemos,
protegemos nosso psicológico
do mundo.
Quão grande somos
Quando olhamos para o infinito
E nos encontramos entre ele
Se olhamos para o infinito
Entramos em comunhão
Com esta forma de ser
E passamos a ser parte dele
Múltiplos e infinitos
Só em pensar
e deixa-lo lhe utilizar
como uma máquina
Por onde supõem-se
pensamentos que ele nos
deixa pensar
E ao acreditarmos
que que somos parte dele
A estrela certa pisca para nós
Concluindo um pensamento
E donde ele está no universo
Foi um risco muito alto
Trocar as velhas fogueiras
Por telas de informação
Mudando o assunto e a importância
Da significação
Deixando os insetos em volta da lâmpada
No patamar que seria ocupado
pelos deuses da criação,
acima de nós enquanto é noite,
Nos limites do, então, curto horizonte.
Quando a emoção engole os pensamentos, somos submetidos a devaneios infindos. A razão, víbora, finge que é companheira, mas observa a queda em silêncio.
Somos pó,
quando não do nosso chão,
Somos do chão das esquinas.
Quando não das cinzas
Somos purpurina.
Somos das estrelas...
E vê-las,
nos tornamos pó de ouro,
(ainda que de tolo).
E tolos,
nos deixamos nos tomar com dolo,
Pelo pó da cafeína...
Somos o que o silêncio revela quando caem as máscaras — e representamos, quase sempre, apenas aquilo que aprendemos a performar para não assustar os outros com nossa verdade.
Quando o mundo se sustenta
Há forças que não têm nome
mas sustentam o que somos
como raízes ocultas na terra
nutrindo sem serem vistas
O visível é breve
como reflexo na água
mas o invisível permanece
feito essência que não se apaga
O tempo não caminha em linha
mas se curva em espirais de sentido
e o amor, quando profundo
não precisa provar que existe
Não é o saber que acalma
mas o sentir que acolhe
há luz nas pausas do pensamento
e abrigo nos vazios do entendimento
Tudo o que escapa ao controle
ensina o valor da entrega
e o silêncio que parece ausência
é, muitas vezes, o lugar mais cheio de presença
"É muito louco esse mundo..."
É muito louco esse mundo…
Quando somos crianças, tudo o que queremos é crescer.
Ficamos ansiosos pelos 18, como se essa idade fosse um portal mágico pra liberdade, pra vida de verdade.
Mas quando ela chega… mal dá tempo de sentir.
Ela passa. Rápido. Rápido demais.
Mais veloz que um foguete, mais impiedosa que o tempo.
E aí, o que era sonho, vira rotina.
A liberdade vira responsabilidade.
A pressa vira cobrança.
E o medo começa a crescer dentro do peito.
Medo de não dar tempo.
Medo de falhar.
Medo de ir embora desse mundo sem entender direito o que viemos fazer aqui.
Porque, no fundo, ninguém sabe o que vem depois.
E talvez seja isso que mais assuste:
essa incerteza do destino final, esse silêncio depois da última batida do coração.
Mas enquanto estamos aqui…
Talvez o segredo não seja entender o final,
mas dar sentido ao agora.
Viver de verdade.
Amar sem medida.
Ser presença.
Ser memória boa.
Ser o que o tempo não apaga.
Quando compreendermos que somos a imagem e semelhança de Deus e que sua presença, cheia de graça e verdade, habita em nós, passaremos a desfrutar de uma comunhão tão íntima, profunda e intensa que isso nos curará interiormente, prosperando nossas vidas e abrindo nosso entendimento para conhecermos quem somos nele e quem Ele é em nós.
Decepção, algo que passamos quando somos avaliados de forma equivocada por pessoas que se deixaram alienar a falsidades de quem se porta como verdadeiro para praticar o mal. Isso só revela que deveremos ter mais cuidado nas escolhas de nossas amizades.
Quando somos direcionados a novas perspectivas profissionais, é porque confiaram em nosso potencial somado com as boas interações de confiabilidade, compromisso e humildade onde atuamos.
Quando estamos juntos, somos o próprio mundo um do outro, sinto que o tempo nos da uma trégua e a expansão do amor preenche tudo.
É como se todas as pedras do caminho, se transforma-se em flores.
Quando eu saiu de casa, observo os erros dos outros e enxergo os meus próprios erros. Não somos perfeitos!
Devemos desenhar nossos sonhos, mesmo quando somos obrigados pelas circunstâncias a colocar um ponto final em outro. Como diz Fernando Pessoa, “Nem sempre um ponto final é um ponto final. É possível, sempre, começar um novo parágrafo”. Há que se lutar pelos sonhos, e acreditar neles, lutar por eles e não viver apenas de sonhos.
Profª Lourdes Duarte
