Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
SOMOS MÃES PERFEITAS, ATÉ NOS TORNARMOS MÃES...
Quando somos crianças, somos presenteadas com lindas bonecas. Nossas brincadeiras são voltadas a como ser dona de casa e mãe. Somos induzidas desde a infância a acreditar que a nossa maior responsabilidade é ser uma dona de casa excelente e uma mãe excepcional. Com nossas bonecas, crescemos acreditando que tudo é mais fácil do que parece, afinal é simples cuidar de uma casa de mentirinha e de um bebê que não chora, não sente a necessidade de afeto , não possui necessidades reais.
Na adolescência, em meio a descoberta do mundo, perdidas em nossos conflitos, emoções e cobranças, achamos que nossas mães não sabem ou entendem o que estamos passando e sentindo. Como resultado, batemos de frente com as mesmas e ouvimos a clássica frase: "Quando você for mãe, você vai ver".
Determinamos, quase que unanimemente, que seremos diferentes de nossas mães. Que elas erraram por não acompanharem a evolução da sociedade e por sermos mais modernas, lidaremos muito melhor com as crises e problemas que os nossos filhos tiverem.
Observamos as mães conhecidas e determinamos o que não admitiremos que nossos filhos façam. Traçamos a metodologia perfeita , para uma educação perfeita, afinal, acreditamos que seremos mães perfeitas.
Um belo dia acordamos com um resultado de gravidez positivo. A dádiva de saber que um ser humano está se formando em nosso ventre. Passamos a ser um instrumento para gerar vida e isso é maravilhoso. Nossa única responsabilidade neste momento é se cuidar...
...Até que o bebê nasce e nossas convicções não parecem tão certas assim. Somos pressionadas o tempo todo e por todos a acertar, nossas mães, o companheiro, a pediatra, a avó, a vizinha, a amiga e se bobear até quem está passando na rua deseja opinar com uma teoria perfeita de como criar nossos filhos.
Nossas determinações e certezas vão ralo abaixo nos conflitos diários que enfrentamos. A incerteza de saber se a melhor opção é tirar da chupeta, mamadeira ou peito quando o pediatra diz? voltar a trabalhar ou ficar em casa com o filho? educar da forma que pensamos ou seguir os conselhos de nossos pais? colocar na escolinha ou deixar com os avós? Colocar de castigo ou bater? Encher de brinquedos ou regrar tais mimos? Tentar conversar ou se impor como mãe?
O fato é que independente da escolha, nos sempre iremos errar.
Nossos filhos vão crescendo e cada dia mais entendemos que estamos longe de ser mães perfeitas. Cada dia mais entendemos que por mais que diariamente possamos nos empenhar para fazer as melhores escolhas, podemos errar.
Entendemos que ser mãe está longe de ter poderes sobrenaturais, que nos façam saber de tudo e infelizmente não conseguiremos proteger os filhos o tempo todo.
Somente quando nos tornamos mães entendemos a dimensão de ser mãe. Entendemos o que não era compreendido. Entendemos que é impossível alcançar a perfeição e nos resta procurar fazer o nosso melhor , sempre, amando nossos filhos.
E na vida quando estamos bem, de dinheiro, de saúde e ainda aos olhos de alguns somos Bonitos e belos, se faz uma imensidão de amigos, aqueles que se aproximam e enchem a boca pra dizer: Wow... sou amigo do fulano, olha.. sabe o fulano é meu amigo. Mas ai vem os problemas, as doenças, a falta de grana, e já não estamos tão bonitos, e vem a vida que é sempre sábia e faz a seleção. Uma seleção dura mas necessária pra determinar quem vai Permanecer..... e bem poucos seguem a nosso lado, e fazem continuar valendo a pena dizer: Sou amigo do fulano..... Que valorizemos nossos amigos verdadeiros que chegaram e permanecem pra ficar.
SOMOS
Somos pó, barro de argila seca
Por isso meu amigo
Sorri quando alguém te torturar
E o pensamento te atormentar
Sorri quando tudo acabar
Quando nada mais ficar
Sorri quando a saudade se perder
E sentires que carregas a cruz
Sorri, pois ao verem que tu sorris
O mundo irá pensar que és feliz
E esquecerão todos as dores.
🌷💕 🌷💕 2017
Quando pequenos, somos os grandes professores da humanidade; quando grandes, nos apequenamos enquanto alunos da própria espécie.
Não somos felizes quando só amamos à quem nós ama, somos felizes quando amamos à quem tanto nos odeia.
Quando compreendemos, que não somos felizes vivendo para si próprio, enxergamos que nascemos para fazermos o outro feliz :).
Quando somos minoria... Temos que nos adaptar a maioria, para aproveitar os momentos com quem nós temos apreço e alegria. Não significa falsidade e sim adaptação.
As vezes queremos tantas coisas parece até q nossas vidas aqui é eternas. Quando na verdade somos simples passageiros.
Quando morre alguém próximo a nós, percebemos que somos nós os próximos a morrer. Quando isto acontece, devíamos também reflectir se tudo o que fazemos em vida é mesmo digno de estarmos a respirar. Será? O problema não é errar. O problema é não corrigir. Cada um deve fazer a sua parte para deixar pessoas melhores, com o sentido de ajudar a construir o que se fez de bom para um mundo melhor para as outras gerações. A morte (física) é uma certeza para todos nós. Muitos vão morrer, de facto, com o seu passamento físico. Mas há aqueles que nunca vão morrer, mesmo estando mortos (fisicamente).
Carlos Alberto
01.04.2018
Sei quem sou
Cheguei ao mundo como você
Trazendo alegria, amor e esperança
Assim somos quando crianças.
Cresci como você
Cheia de sonhos e esperança
No corpo, apenas um rótulo
Ter um corpo que não é meu.
Corpo, imposto por flashs e likes
Àquele que afunila a mente e deixa muita gente doente, desprovidas até de noção.
Muitas vezes até arrancando valores.
Continuamos iguais quando crianças?
Eu grande em amor, alegria e felicidade
Você grande e triste por viver em função do rótulo que massacra.
Sou o que sou sem máscara.
Livre, leve, solta e sem rótulo.
Não perdi o que trouxe quando nasci.
Alegria, amor e esperança.
Me assumi!
Sei quen SOU!
Sou feliz.
Com muito carinho, dedico a @lovejessicablair
Rica Almada
"Quando somos abandonados pelas pessoas, a solidão é superável. Mas quando somos abandonados por nos mesmos, a solidão é intolerável".
O TEMPO URGE!
(NADA É PRA SEMPRE; QUANDO NÃO SOMOS...) "AD CAUTELAM" VELEJE A VIDA COM INTELIGÊNCIA!
"sirpaultavares"
Penso em quão pequenos, insignificantes e substituíveis somos, quando olha para as estrelas mais longínquas.
Nascemos em prisões. Não escolhemos as celas e, mesmo quando tentamos escapar, somos caçados até a morte.
Não somos solitários por falta de alguém.
Somos solitários quando não nos encontramos, por ver no outro que pensa que ``sou`` feliz.
Só quando nos colocamos no lugar do outro, é que somos capazes de fazer o bem de forma sincera...pois só quando colocamos nosso coração no outro é que valorizamos a vida do outro.
Fernandha Franklin
