Sombras do teu Sorriso
Teu silêncio é como faca cortante, o vazio que faz sangrar... corta pedaços de mim e arranca lágrimas dos olhos meus.
Não quero teu dinheiro, nem quero que percas teu tempo comigo! Quero você sem preconceitos, sem regras, nem limites, nem medos, quero você sem ter que dizer o que devo fazer!
Há algo que o coração sente
Angústia, ansiedade ou saudade
Apenas teu conforto,minha alma sente
O prazer de viver tua verdade
Alegria poder dizer
A vós com muita emoção
Conseguir compreender
O segredo da vossa compaixão
Meu amor é porto seguro
Felicidade em viver
Minha amada tirou- me do escuro
Trouxe desejo de viver
Quero viver sempre assim
Em acreditar que é para mim
Para cuidarmos deste lindo jardim
Jóia preciosa de amor enfim
Condenada
Por céus! Onde tu estás a entoar teu canto
Onde andas tu que já não te encontro
Escureceu-me os olhos!
Pareço não escutar a décadas a tua voz.
Atroz! Tão atroz me foste tu!
Já Não caibo em minha procura
Meu timbre entoa eterna amargura
Tua ausência me consome, me enclausura!
Foste tolo, descabido, quando desejaste ir...
E me foste tu!
E deixaste a mim!
Partiste e me deixaste perdida, diminuta
Vagando pelo mundo feito espectro imundo
Pálida, desfigurada, desnuda.
Ninguém te amará, como amo a ti
Ninguém será capaz!
Fora eu a condenada a viver assim
Sempre fora de mim, Numa eterna tortura
Pelos sepulcros da vida, vagando...
Sempre, e sempre, e sempre...
A tua procura.
Se algum dia,tu chegaste a ver teu amor com um outro alguém,esconda a mórbida tristeza atrás de um radiante sorriso e continue a andar pelos caminhos da vida.
ALGODÃO DOCE
Sinto no meu regaço
- O afago do teu corpo
Tormenta do meu querer
- Nos silenciosos afetos
Onde acalma na boca
- Os ávidos sentidos doces
É no teu corpo onde
- Me perco na noite rasgada
Na cama onde me deito
- Ao teu lado com o teu olhar
Devorador de faminto lobo
- Mãos despidas de gestos
Pedaço de algodão doce
- Quente de afagos gemidos.
Mania de rolar olhares, mania de flertar com tua boca, mania de desejar teu toque, mania de querer teu riso, mania de ouvir tua voz... " mania de você, tardes mania" deixar rolar...no ar, eu e você.
Teu corpo"
Montes representam tuas curvas,
o que é possivel nao ver entre eles,
nascentes renovam suas aguas,
a de se dizer que brotos minam destas fendas,
lisogeado com tal paisagem,
impetuoso sol morre por tras de ti,
sozinho sou eu um viajante,
a procura de desvendar você.
Eu enlouqueço com o cansaço que encontro nos teus olhos, com a tristeza que vejo no teu olhar e me desespero por não puder te fazer chamego, te colocar nos meus braços, te pôr no meu colo, te ninar no meu peito...e descansar o teu corpo no meu.
Miligrama de verso XXII
O teu olhar ficou preso em minha mente
E prendeu a mim, também, na redoma
Da paixão.
Que não consigo enxergar nenhum outro semblante
Que não o teu
O que eu faço agora é te seguir
Por essa estrada que já não se me apresenta
Interessante sem ti.
ERROS MEUS E SEUS
A suma o que teu
Que é somente seu
Porque machuca
O coração do teu amado amante
Você falou que não faria
Tudo que você me fez e fez
Já eu não prometi,sabia
O que era dever meu
O mudo da voltas
Sabeis até melhor que eu
Aqui se faz aqui se paga
Não vem com essa
Ai meu Deus
Só li desejo muita sorte
Se passei foi para lida um adeus
Na vida nem tudo posso
E o seu destino não é junto ao meu
Edu BrazilE
PRECISO DO TEU AMOR
Traz o teu calor
Para minha vida...
Ainda prefiro os devaneios
Desse amor conturbado,
As dores da partida...
À insensatez de uma vida
Monótona, regrada.
E sem os teus abraços,
Teus afagos na alma,
Eu não vivo... Sou nada!
(Do livro 100 Folhas de Amor")
Cais da vida
Quando os meus olhos te acariciam
E o meu amor aporta nesse cais
Eu sou teu, um desejo e nada mais
As palavras, o amor que se contrai
Um vírus invencível que me faz
Na tua vida, uma saída, ademais
Fará da sua historia, um poema feliz
Que solitário na madrugada te fiz
Sem aporte, nem juras, pois não quis
Uma historia como outras, de sentidos iguais
Que de tão pobres sucumbem
Diante dos obstáculos da vida e desse cais.
(Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (14/04/2011)
Ignore, é só solidão
Não ignore o meu peito
deslumbrado feito doido
amarrado
ao teu
E teu sorriso
de menina
transborda
minha falha rotina
de fumar sem companhia
em noites
e tardes frias
Fica
ajeitei teu banco
sem pernas
mas com os prantos
de juras eternas
de mudas conversas.
E se eu disser que
to entregue?
E que a doce solidão
não tem graça
nem disfarça
se for outra mulher?
Teus lábios
resmungaram as palavras
que vibram no mesmo tom
das notas
que saem do meu coração.
Chegue mais perto
sente mais certo
que eu não desaponto, não
só desaponto o lápis
das poesias
que te escrevi
e o sonho
da lápide
com o epitáfio agradecendo a ti.
Fica
não tens obrigação
mas fica
aqui é sem graça
se não fica
Bucólico
aos teus encantos
melancólico
em todo canto
sou eu
a parte que foi minha
mas que agora é linha
pras frases de Romeu
