Som

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Silêncio


O amedrontador som do nada
A ausência do falar
Por vezes representa paz
Mas às vezes solidão


Silêncio
Tão confortável
Mas tão desconfortável


Para uns é o melhor presente
Para outros é como um beijo imprudente
Que machuca sem precedentes


Silêncio
O eterno saber do desconhecer
De quem um dia pensou entender


Por isso eu te peço
Apenas me dê…silêncio
Mas eu te suplico, só não me dê…silêncio

Baila Mais

Deixa o som bater, a mente viajar
Vem chegando perto, não para de olhar
O clima tá quente, o grave vai pulsar

Você sabe o que faz quando passa assim
Esse teu sorriso jogado pra mim
Mundo tá girando, mas parei no tempo
Sentindo o perfume, pegando o momento
Passo lento, movimento que vicia
Nossa vibe combinando com essa melodia

Baila mais, deixa o corpo falar
Nesse ritmo não dá pra parar
Baila mais, vem deitar no meu peito
Do teu lado tudo fica perfeito
Sente a batida, esquece o mundo lá fora
Nossa hora é agora

O grave batendo e você na minha mente
Esse teu tempero é diferente
Mistura de calma com fogo que queima
Tento fugir, mas meu peito te teima
Vem cá, me abraça, esquece o relógio
Tudo o que eu quero é o teu monopólio

Baila mais, deixa o corpo falar
Nesse ritmo não dá pra parar
Baila mais, vem deitar no meu peito
Do teu lado tudo fica perfeito
Sente a batida, esquece o mundo lá fora
Nossa hora é agora

Só eu e você, no escuro do quarto
O som vai sumindo, mas eu não me afasto
Yeah, ah... baila mais

A palavra é magia. A língua, um cajado de feiticeiro. E o som — ah, o som — é a matéria-prima da realidade ainda informe. Quando cantamos com o coração, vibramos o campo. Quando dizemos a verdade, limpamos o espaço. Quando silenciamos com sabedoria, preservamos o templo.

No início, o silêncio dançou,
entre o nada e o tudo se criou.
A palavra, som não dito, brotou,
e a luz oculta em faíscas brilhou.


Do ponto surgiu a linha infinita,
o Nome esculpido no tempo, bendito.
Quatro letras, sopro eterno da vida;
e no sopro, o mistério não dito.


Yod é a chama que nunca se apaga,
Hei é o ventre onde o cosmos repousa.
Vav, a ponte que une o céu e a estrada;
Hei final, a vida que floresce formosa.


Ó viajante, que busca o segredo,
no coração a chave do Todo está.
No reflexo da alma, o espelho do Éden,
e o Tetragrama em seu ser pulsará.

Ao som de rubel. "Quando bate aquela saudade"


Era exatamente esse som
que havia
todas as vezes
que você voltava pra mim.


Mas ERA.
Hoje, não existe mais esse som.
Mesmo você voltando.


Com teu jeito doce.
Suas brincadeiras bobas.
Teu cabelo encaracolado.
Teus olhos brilhantes e lindos.
Teu carinho e teu amor.


O amor guardado.
A saudade enorme.
Já não moram em mim.


Desde quando você partiu,
segui minha vida.
Assim como você.
Seguimos caminhos diferentes.


E por acaso nos reencontramos
nesse velho amor bobo.


Mas nada resta pra mim.
Saudade? Não.
Amor? Não.
Carinho? Não.
Nada.


Apenas um sentimento
inexplicável.
Sem sentido.
Sem explicações.


Apenas... nada.


Então já não adianta
voltar a ler um livro
que eu já sei o final.

A Plantação


O vento sopra baixo, mas não há som de folhas se movendo. Ali, cercado por paredes verdes e douradas que se erguem em direção ao céu, ele parece engolido pelo cenário. O milharal é um labirinto vivo, denso e infinito, isolando-o do resto do mundo. Quem olha de fora não nota sua presença; ele passa completamente despercebido, fundido à imensidão da plantação.
O silêncio no local é absoluto, quase sagrado. A única quebra nessa calmaria é o som rítmico, seco e metálico de sua enxada ao golpear a terra preta. Golpe. Pausa. Golpe.
De olhos fixos no solo, sua expressão é profundamente séria. Não é uma seriedade de cansaço ou amargura, mas sim de reverência. Diante daquela terra que acolhe a semente e faz brotar a vida, ele sente o peso de um mistério maior. É o semblante de alguém que contempla a grandiosidade ao seu redor e se dá conta de que, por mais que tente, jamais conseguirá medir ou mensurar a verdadeira maravilha da natureza

"Orquestrada é sua voz
E como os acordes do amor
O som mais belo e puro
Que tal rio corre a me levar
Rumo ao teu oceano
Onde me deságua o amor


Venha, mergulhe fundo em mim
E descubra as nossas riquezas
Nas carícias molhadas dos teus corais
Eu sou teu descobridor


O teu leito eu estou
Sou como os peixes que só podem respirar
No seu mar do amor


Sim, beijo em você como um coração
Que encontra um refúgio pra bater latente
Como se gritasse o amor dentro da tua alma
Eu moro, só assim existo
Como dois sendo um


E sem você eu nem existiria
Afinal, toda existência pra mim
É você quem cria


Não há mais divisão, corpos separados
Almas distintas, agora somos
Uma fusão de só amor


Não há mais nada além de mim e você


Sim, encontrei você


Não posso te perder
Ou deixaria de existir
Se te perder, eu me perderia


Seja em mim o que o amor tem de melhor
Pra nós oferecer, então que seja
Em mim e em você, um


Pra sempre, pra sempre
Transcendendo a realidade
Que nunca nos alcança
Além do tempo, que não existe
Nosso amor não pode ser explicado
Só nos resta experimentá-lo"


Este poema foi composto por
Marcio melo e a inteligência artificial
Meta ai(carinhosamente)

...que nosso caráter, testemunho e ação falem mais alto do que o som, a mídia, as estruturas e a voz que emitimos.

entre as nuvens e as estrelas,
a música é o som vivo da natureza,
enquanto a fogueira e o bom vinho aquecem a noite inteira ...

#bysissym

Hora do Almoço.
Som das folhas ao vento,
de passarinhos e de pessoas.
#bysissym

TANKA 002


Na alvíssima luz
de um pensamento sucinto,
um som irreal:

o som deste coração
que segreda em silêncio.

“No vácuo não tem ar para o som se propagar, mas a voz de Deus ecoa lá.“

Alguns sinais evidenciam o agouro do meu grito.
Som provido de ais neste engodo de hora que me abandona com os olhos perdidos no horizonte sem sentido.
Pingos de chuva...
Chuva de mim!

Amor meu não cabe no tempo,
ele se dobra em silêncio onde teu nome respira sem som,
e ainda assim te guarda
como quem promete sem dizer,
como quem fica mesmo quando o mundo parte


DeBrunoParaCarla

Agora tudo é som demais,
até o que não devia ser ouvido.
E no meio disso tudo,
você desaparece de si.


DeBrunoParaCarla

​Muitas pessoas têm medo da escuridão, mas eu aprendi a amá-la porque é nela que as nossas sombras se encontram. Amar-te não é apenas celebrar os teus dias de sol; é sentar-me contigo no chão da tua noite e não acender a luz até que te sintas pronta. As minhas sombras reconhecem as tuas. Elas não se julgam, elas não se assustam. Elas apenas se entrelaçam, criando uma dança que ninguém mais consegue ver. É nessa aceitação total, onde o Bruno sombrio encontra a Carla real, que a nossa união se torna indestrutível.


DeBrunoParaCarla

Sinto você me chamar
uma voz suave invade minh`alma
um som de amor, de confiança, de fé
e é como se eu soubesse o caminho
nada de atalhos
uma reta ampla e perfeita
será que lá no final terá o abraço?
ou o puxão de orelhas pelo tempo perdido
e a voz diz:
vem, não demore!
entretanto desejo que saiba
ainda está escuro e não quero errar o caminho
então mande-me a luz
a luz do teu amor
ela fará com que eu chegue logo
para enfim, dentro do nosso abraço
sermos definitivamente nós...

Na sala quente da dança, o som põe nossos corpos no mesmo compasso
Você sorri devagar, veste a noite com um perfume de paz e passo
Com seus um metro e setenta, cabe inteira no meu abraço


Quando você gira, o mundo recua, fica só a luz e o chão que rima junto;
No abraço do forró, o tempo se rasga e se dobra em nossa pele;
Seu olhar busca fundo, que a música aprende a falar com a gente todos os segredos daquele segundo


Seus olhos dizem segredos que eu não sabia que existiam em mim
E cada batida é um aviso: esse instante pede que a gente não tenha fim


E eu fico no compasso do seu olhar, pensando que pode durar pra sempre
No balanço do seu corpo encontro um porto onde ancoram meus sonhos de repente


A sala vira universo, os outros passos viram estrelas pequenas
Nós dois escrevendo em silêncio as letras que a noite sustenta
teu nome é refrão que eu repito sem querer, sem pensar
É ponte, é promessa, é chama que acende devagar no mesmo olhar


O forró, íntimo nos abraça, deixa a respiração contar a história
Seus dedos na minha mão, mapas antigos de uma nova memória
Pode ser só dança, pode ser destino, pode ser riso e também pode ser lar
Mas quando você me olha assim, tudo quer ficar, nada mais quer passar


E eu fico no compasso do seu olhar, pensando que pode durar pra sempre, eu fico no compasso do seu olhar, pensando que nada pode atrapalhar a gente


Fecho os olhos e sinto o mundo todo girando só pra nos ver juntos,
Você nessa dança é a promessa
que vamos lembrar e viver desse momento cada segundo


Sem pressa, sem hora marcada, só o abraço e a certeza de estarmos dançando juntos.

Fica combinado assim…
Em um dia frio
Nos permitiremos a mistura
Ao som dethe Cranberries
Sabor de vinho
Aroma de cravo, canela e cuba
Sem saudade
Sem distância
Sem talvez

⁠Dias cor de cinza e chuvosos,tempo frio e ruas em silêncio,o único som que ecoa é da brisa do vento,sublime paz me parece!