Som
A INVEJA é como o Cupim, ele vai sorrateiramente destruindo as raízes da arvore frondosa, que da sombra, flores e frutos, causando covardemente sua MORTE!!!
Nosso corpo é música,
A cada respiração, diafragmática ou não
Do som da batida do nosso coração, Até estrelar dos dedos
Estamos em movimento.
Uma orquestra de sensações.
Ouça o silêncio.
Tem muito á nos dizer.
Sinta o coração serenar ao som dos pássaros á cantar.
Sinta o vento lhe acariciar.
Palavras lhe sussurrar que a paz há de lhe guiar.
Ouça o silêncio
Tem muito á nos dizer.
Que o amor alimenta a alma, nos dá força para viver.
Que o amor em nós floresce a cada amanhecer.
A música pode ser o som de uma gostosa gargalhada, o vento batendo na janela ou pássaros á te despertar na doce manhã que se aproxima. A música que faz a alma dançar,também pode ser ao som de lágrimas... Seja de tristeza ou alegria. Pode ser um beijo estalado. O som do café coado. O que importa é o som que vem do coração aliviar os pesos, trazendo paz e bem á sua alma. O que importa é o som do amor... Esse sim, faz alma levitar de tanto prazer...
Mas, melhor ainda é ouvir a música que faz brilhar o teu olhar... Aquele som que traz sorrisos, faz até o tempo parar... Só pra gente aproveitar...
As mulheres não são apenas o som da calada da noite, elas são a poesia celestial, que em forma física nos enfeitiçam com o sabor da sua existência.
No vale do tempo esconde-se a certeza da nossa felicidade, mesmo com a pressão imposta pela vida somos felizes no jeito do tempo que se pode.
Eternizamos o som da nossa voz entre as várias melodias soltas nos ouvidos das donzelas apaixonadas, mas, não nos reconhecemos nas noites sem luar, quando o encanto da ternura se acaba.
Sobre a cientificidade da nossa existência, está forjada o mistério da nossa inexistência, pois, somos seres concretos, motivados apenas pela nossa própria convicção.
Ao teu lado o longe se torna perto e, quando não estás, nada tem sentido, até mesmo o som do batimento do meu coração.
Espetáculo dos Caminhantes.
Estou sentado na parada de ônibus ao som de Mazzy Star Into Dust,
e à minha frente o mundo passa,
cada um no seu compasso, a caminhar,
no ritmo de uma valsa sem pausa.
Em cada rosto, uma história,
sonhos escondidos, dores sutis,
amores perdidos na memória,
e saudades que ninguém diz.
A manhã avança em tons de ouro,
o céu azul guarda a dança,
mas o tempo, com seu coro,
traz o entardecer que cansa.
E quando a noite enfim chegar,
as luzes se apagam, o som silencia,
o espetáculo finda para os tolos
que não veem a beleza do dia.
YakuzaMoon _JWC
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(O SOM DO CORAÇÃO)
Não é vermelho nem doce.
Não derrete mas adoece.
Não pode quebrar ou endurecer,
então não pode sentir dor, anseios ou
arrependimento.
Não é bem torneado—
Mas é uma máquina
de músculo assimétrico, é mudo.
Ainda assim,
Eu sinto isso por dentro
Uma melodia soando, uma voz ecoando
Algumas marcas como gravuras, ou ranhuras em um disco de ouro e que não se apaga com uma borracha ou assoprando:
Eu quero—
mas não consigo abrir:
não basta ter a chave.
Mas quem terá o direito de abrir.
Mas gosto de mostrar ou te contar
o profundo disso,
como me sinto.
Aqui, é tudo seu agora—
mas você terá de me levar, também.
Seja como a harpa celta, com som suave e brilhante, tocada por quem transmite o sentimento leve e perfumado dentro da alma, que explode silenciosamente com ternura pelos nervos e tendões, chegando até às mãos.
Coração puro e leveza na alma
Sabendo ser luz no escuro
Ao som das gostas da chuva
Silêncio que acalma
Ouvindo o som do anbiente
Doce melodia boa pra mente
Aquele vento que sensação
Um respirar, que alívio meu coração
Aquela nostalgia profunda
Noite inquieta as vezes me aperta
Lágrimas inunda o meu peito de emoção.
Os sinos tocam um suave som de acalento,
O balanço das ondas sussurra a doçura
Da música tocada pelo vento.
Meu olhar se deslumbra perante a obra
Perfeita do criador.
Quando eu fecho os olhos, tenho uma
Incrível sensação de paraíso.
Tenho muitos pedidos a fazer, uns ainda nem cheguei a conceber...
Sabe, Deus, por hoje basta-me somente agradecer!
Obrigada!
Desde tenra idade que o som de um piano me encanta, seduz e acalma.
Há dias, num sonho, tive a revelação de tão gozosa predileção:
- Noutra vida, eu fui um homem de forja que batia ferozmente no ferro quente com o martelo em ritmo compassado na bigorna feita instrumento, como se estivesse a matraquear com os dedos calosos e inchados no suave teclado de um piano desafinado.
