Sociedade poesia
Acho que sou vítima de algum mal da sociedade, que me prende e não me deixa perceber que tenho apenas uma vida para mostrar a que vim.
Prefiro ser a exceção, do que me perder na multidão. A normalidade é só uma máscara que a sociedade tenta nos impor. Ser único não é um erro, é uma escolha consciente de não seguir o que já foi traçado. E, se ser diferente é ser rotulado, que venham os rótulos, pois prefiro ser fiel ao que sou, do que me perder em quem esperam que eu seja
O ter em ter é o que vale para uma sociedade capitalista, mas o ser em ser é o que move a vida feliz dos nobres
Sinceramente acho supérfluo a idéia da sociedade combater as drogas, criando uma guerra civil cruel e sangrenta; por acaso não seria mais fácil combater a corrupção e o pecado que estimula o tráfico e o uso de drogas?
A sociedade nos cobra tantas coisas, mas ninguém vê o que passamos, ninguém quer saber como nos sentimos...Você sofre em silêncio, quem se importa? Você falha, comete erros, todos se importam.
Nossa sociedade é um lixo. Logo, ao chamarmos alguém (ou algo) de 'lixo da sociedade' estaremos implicitamente chamando-o de algo renovado, de renovação. Pois o lixo do lixo é a própria reciclagem.
O homem luta para saber se sua consciência pesa por causa de uma convenção da sociedade ou por uma convenção universal.
Um dos maiores roubos da atualidade passa desapercebido pela sociedade atual; a inocência das crianças.
Quer dizer então, que o padrão da sociedade é ter um corpo escultural? Ok, mas e aonde fica a inteligência? O caráter? A personalidade? Medíocre! Assim se chama este maldito estereótipo!
Me permito ser radical apenas no meu enfático repúdio ao radicalismo como forma de vida em sociedade.
Há aquele tipo de pessoa que se torna nociva à sociedade pelas maldades que leva diretamente a milhares e, por vezes, a milhões de pessoas. Mas há outras que não o fazem de forma tão explícita: elas vão aos poucos despertando em doses homeopáticas todos os demônios que o ser humano traz adormecido dentro de si para disseminar, sem controle, a maldade da fonte em cada indivíduo do qual vão se apossando, dia após dia. Enquanto que, nas do primeiro tipo, o mal costuma ser extinto com sua morte, nas do segundo a ação é transformada num legado maldito que continua reproduzindo o mal e fazendo vítimas ao longo de muitas gerações, e que as deixa tão malignas e potencialmente tão destrutivas quanto o espírito que as gerou.
O pior em sociedade é o doutrinamento, já que confundido com “chamada à verdade”. Mas no ensino real se entrega a chave para que o aprendiz busque a resposta por si mesmo, pois se o desejar ele o fará. Já no doutrinamento se busca transferir a crença do “correto presumido”, ilegítimo pela pretensão de que se detém a verdade, da suposta prevalência de uma crença sobre outra, e de uma imposição onde só a nossa versão é válida. Em suma, revela a arrogância de quem vê em si algo superior ao existente em todos os outros, e é isso que faz do doutrinamento um ato tão torpe.
O diabo não é outra coisa senão a ignorância da sociedade. O diabo se torna inexistente através do espírito santo.
A baixa autoestima existe somente porque as pessoas vivem em sociedade. Quem vive sozinho sofre de altíssima autoestima.
A Arte é para provocar o óbvio no enlameado pensamento de uma sociedade que se autointitula, pura e translúcida!
A agricultura, desde a sua nascente na pré-história, moldou a sociedade humana de forma profunda e irreversível. Seu progresso, caracterizado por avanços tecnológicos e aumento da produtividade, trouxe benefícios inquestionáveis. No entanto, ao refletirmos sobre as transformações e adaptações ao mundo natural e à sociedade humana de forma irreversível, percebemos que nem sempre é tão positivo quanto parece à primeira vista.
Negar a si mesmo envolve ser guiado não pelos padrões normais da sociedade, mas pelos valores das Escrituras Sagradas. Negar a si mesmo envolve tomar a nossa cruz e derrubar o nosso orgulho todos os dias. É destruir o jeito soberbo do nosso coração de querer reinar e dominar tudo ao redor. (Livro: Minuto de graça. Volume 5)
