Sobrevivência
Desde cedo nos ensinam a estudar e trabalhar, mas não a viver essa sobrevivência contínua, lutando pra pagar um teto, água e comida.
Quando a ajuda é para o crescimento, eles fecham a porta; quando é para a sobrevivência mínima, eles te mandam para a fila.
A fortaleza de uma mulher está em buscar, nas entranhas de sua sobrevivência, a razão para continuar.
Medo.
Sem entrar na definição na qual o medo é um sentimento necessário à sobrevivência do ser humano, deixarei uma pequena opinião, não querendo ser esta, uma posição final.
Muitas vezes perdemos oportunidades reais, pelo simples medo de tentar.
Para tanto, inventamos as mais diversas justificativas e usamos essas como desculpas pela nossa inação.
Perdemos projetos ousados, oportunidades de emprego e até mesmo relacionamentos, pelo medo de tentar.
Por medo, talvez do fracasso, levantamos as mais diversas justificativas, dizemos que tal proposta não está ao nosso alcance, dizemos que não temos condições ou competências, enfim, inventamos as mais variadas justificativas que, para nós, nos servirão de conforto ante as nossas fraquezas, afinal é mais cômodo escorar a culpa em algo ou alguém do que em si mesmo.
As oportunidades existem para quem ousa, são para quem faz. Agora, ousar e fazer, dependem de ação proativa, obriga querer e traçar objetivos e metas para alcançar o que foi almejado.
Se você quer ter uma profissão melhor, invista nisso, estude, se prepare, mude sua rotina, se esforce, saia da inércia, corra da mesmice.
Tudo exige sacrifício e, não há conquistas sem renúncias.
Esses esforços valem para todos campos da nossa vida, do pessoal ao profissional. Invista, não tenha medo. Seja sempre alguém além de suas próprias expectativas. Você terá sucesso se assim agir? Não sei, mas posso afirmar que você estará mais preparado do que quando começou.
Empregos que não conseguimos, concursos que não passamos, relacionamentos que não conquistamos ou que se perderam, tudo isso, não deve ser motivo de desânimo, ao contrário deve ser um estímulo à buscar novos saltos.
Invista em você, não tenha medo, arrisque-se.
O medo, sempre estará a espreita e andará de mãos dadas com as dúvidas, com a sensação do fracasso, com a saída da nossa zona de conforto, mesmo assim, não tema, se supere.
Se quer algo diferente, faça algo diferente
Massako 🐢
“A mãe atípica se torna especialista por necessidade, advogada por sobrevivência e militante porque o mundo ainda não aprendeu a incluir.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
-Água pura criada por Deus para nossa sobrevivência, por isso é abençoada, pois também somos água em nossa essência.
A arte que ensino somente deve ser utilizada para fins de sobrevivência e proteção. Se você agir contra esses princípios tudo o que aprender se tornará nulo e um fardo sem sentido.
"Talvez o limite esteja naquele ponto onde o cuidado com a sobrevivência deixa de ser uma ferramenta e passa a ser o senhor da nossa existência, gerando o aprisionamento"
"Quando há autorregulação, a relação deixa de ser território de sobrevivência e passa a ser território de escolha."
Minhas cicatrizes são as ranhuras de um disco que toca a música da minha sobrevivência.
SerLucia Reflexoes
"Proteger a própria essência não é egoísmo, é sobrevivência emocional. Nem todo mundo merece ter acesso ao melhor de você."
Integrar dados de marketing, vendas e produto não é projeto de TI – é sobrevivência. O silo entre departamentos é o maior desperdício de CAC que ninguém contabiliza. Enquanto a planilha do marketing não conversar com o CRM do comercial, o lead qualificado será exceção, não regra. Ponta a ponta não é meta; é pré-requisito.
— Infraestrutura bare metal
Para alguns, a leitura é um hobby. Para outros, é sobrevivência. É a arte de respirar através das palavras, de fugir sem partir, de sentir sem se perder. E talvez seja por isso que quem ama ler nunca está verdadeiramente sozinho: porque sempre existe uma história pronta para acolher seu coração e silenciar, ainda que por alguns instantes, o barulho do mundo.
Crônica
Campeonato Nacional da Sobrevivência
Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.
Imagine a cena:
— Foi pênalti ou não foi?
— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.
Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.
No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.
Já na própria carreira...
— Como está seu plano para os próximos cinco anos?
— Que plano?
— O profissional.
— Ah... achei que você estava falando do campeonato.
E assim segue a vida.
O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.
Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.
Mal chega e já vai embora.
As contas fazem festa.
O dinheiro nem participa.
Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.
O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.
Faz churrasco com pouco carvão.
Faz festa com pouco dinheiro.
Faz amizade na fila.
Faz piada da própria desgraça.
E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.
Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.
Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.
Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.
Quando não é futebol, é novela.
Quando não é novela, é reality show.
Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.
Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.
Os cabelos embranquecem.
Os sonhos envelhecem.
As prestações se multiplicam.
E a aposentadoria parece um personagem de ficção.
Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.
Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.
Continua ajudando o vizinho.
Continua dividindo o pouco que tem.
Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.
No café compartilhado.
Na conversa da calçada.
No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.
No abraço sincero.
Na família reunida.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.
Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.
Mas confesso uma coisa.
Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.
Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.
E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.
Até lá, seguimos em campo.
Entre boletos e esperanças.
Entre trabalho e sonhos.
Entre migalhas e sorrisos.
Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
(Sobrevivência)
Por Marcio Melo
Às vezes não dá pra estar onde todo mundo está
e abraçar a todos.
Às vezes é preciso ser seletivo.
Até se afastar de algumas pessoas
por autopreservação e sobrevivência.
Alguns grupos se formam pra buscar melhorias
e nos ajudam a alcançar objetivos em comum.
Mas outros se aproximam só pra sugar
e nos infectar com o veneno deles.
Às vezes, mesmo amando, é necessário
se distanciar
pra não ser destruído por quem já desistiu de tudo.
