Sobre meus Medos
Sou a única conhecedora de meus medos e anseios, sendo assim, sou juíza do meu destino e tenho livre arbítrio para escolher o que é bom ou ruim em minha vida. Sou adulta, então tenho que arcar com todas as conseqüências que minhas escolhas trazem consigo.
[...] Bem lá no fundo eu guardo meus segredos, meus medos, minhas vontades, minhas lágrimas, meus sorrisos, meus sonhos, minhas emoções, parece que meu coração virou uma caixinha onde guardo tudo isso, tudo que sinto tudo que vivo tudo que passo e o querendo ou não é dessas coisas que eu gosto, dessas que ficam bem guardadinhas e só eu sei. To de pé, to seguindo, to sorrindo, to alegre, to feliz e não pense que foi fácil chegar até aqui com essa mala cheia, não vá pensando que tudo que conquistei foi de “mão beijada”, se eu sou feliz é porque eu sempre fui forte.
'' Agora não sei se encontrei alguém para favorecer meus medos ou alguém para acrescentálos e viver em evidência, não sei ainda qual é a tua visível função em minha vida, não sei se isso tudo acabará amanhã ou hoje mesmo... Só sei que desde sempre eu acredito que nada, nada é por acaso.
E nem tudo é para sempre.''
Hoje vou livrar-me dos meus medos, libertar-me dos meus traumas e dar uma chance ao coração. Vou varrer da minha vida o que me faz sofrer e tudo que não me convém. Vou gritar bem alto, extravasar o que me angustia. Vou jogar no lixo a ilusão, reorganizar meus sentimentos, emoções e redirecionar meus pensamentos. Vou fechar a porta para dor e a saudade. Vou purificar corpo e alma, e entregar-me ao amor. Desfrutar cada breve momento, cada minuto, centésimo e milésimo de segundo. Vou viver a vida e o que me faz feliz...
“Por que eu não sei o que fazer nunca, por que meus medos me param?
Gostava de quando eu era criança, e meu único medo era do escoro, meu maior desejo, era se a mãe da minha amiga iria deixar que ela brincasse na minha casa, gostava, de quando a bicicleta não atendia meus comandos, e eu acabava no chão, mas ao levantar via minha mãe, se esforçando para provar que “Merthiolate” não ardia. Por que crescer dói tanto, porque decisões são tão difíceis... Por que existem pessoas que você quer lutar por elas, mas ao mesmo tempo você se esquiva por não ter coragem de tentar novamente. Porque, porque, porque, porque os porquês me perseguem? Felizes dos que não sabem todas as respostas do mundo, mas sabem pelo menos que elas existem”.
Um dia vou acordar com todos meus medos, preocupações, problemas, angústia... enfim com a vida resolvida.
Lembro dos meus medos, medos que eu tinha ainda tenho. Medo de assombração,medo do pavio do lampião, da pómarola da flor da aurora, medo da corda que estoura, medo do sapo que usa casaco, medo do ão que soa nas batidas do seu coração, medo do Fá, medo Dó Sol, medo da melodia em Si bemol que se torna canção em um simples verso sem refrão.
Todos os dias, travo uma batalha contra meus medos, minhas angustias e minhas inquietações. Sendo necessário que eu me vença todos os dias.
Hoje eu acordei com uma vontade de viver o mundo, de esquecer meu passado, meus medos, minhas tristezas e minhas derrotas.
Hoje eu quero respirar mais fundo, ver o mundo, sentir o vento tocar meus cabelos, ouvir a natureza ao meu redor.
Hoje eu quero abraçar mais forte, sorrir, brincar e entregar meu coração a própria sorte.
Acho que nenhum de meus medos será maior do que o de amar. Esse medo já vem relacionado a outro dos grandes medos: o perder. Parece um pacote completo: o perder, o sentir falta, o fracasso do fim, o de não se bom o bastante. O amor tem disso, de nos colocar à frente de alguém, dentro de alguém, da responsabilidade assustadora de querer ser alguém extraordinário ao outro, de ser necessário e reconhecido. Quando o amor não dá certo é incerto o que fica, e o que vai. É triste a princípio, um triste que não se vê o final
"Hoje me curei... Curei de mim mesmo, dos meus medos, das minhas manias, da minha vida sem perspectiva, da minha vida sem amanhã. Nada como acordar e ver que a sua força é maior que você mesma. Obrigada, Deus!
-Aline Lopes
Dos meus medos...De o supérfluo criar em mim obsessão pela aparência fazendo com que eu me transforme em uma boneca de plástico. E quando eu me olhar no espelho já não exista nenhum traço meu.
Meus medos misturado com o silêncio da noite, escuto o vento,
sussurrando segredos que o tempo
Estrelas solitárias, borrifadas manto do céu tão atento a ti e cobra me você aqui
Aquele beijo dourado, da noite e que se estendia ate aurora e levava a brisa, um toque de saudade...
Agora em mim habita o espaço de uma inteira pausa na vida
e ecoa em um silêncio profundo...
Perdido no vazio, um grito derradeiro o medo costurado e se perder um segundo entre outro lamento
Solidão sem regra regrada com gotas desde quanto partiste,
Me conforto no som da caixa craniana que finjo a correção das palavras erradas...
A intimidade do tempo ergue se ao som do vento
que beijar estrelas solitárias que vagueiam tímidas
em minhas noites sem você
O meu amor ama te inteiro na imensidão do silêncio
que existe em mim agora lamenta em grito tive medo de ter perder e agora que você se foi só
Meus sonhos me perturba para te reencontrar e vela a fragilidade desta homem minuto que o amor - sem ti se perde no vaco
Eu já tive que entrar no mais profundo túnel dos meus medos, mergulhar nas minhas dores e sentir o frio da solidão, do abandono de mim.
Eu já estive naquele lugar do poço onde é preciso buscar um sinal de luz.
Eu já enfrentei minhas trevas, lambi minhas feridas, já fui vilã e heroína, e hoje, neste exato momento, escrevo estas palavras que você lê, eu posso me dizer que já sou melhor do que já fui um dia, mas feliz do que já sorri um dia, mas ainda não estou pronta, eu bem sei, pois sou estou reconstrução, revendo cada nota de minha própria sinfonia.
Nildinha Freitas
"Desde muito cedo
Antes mesmo de nascer meu Sol amigo
Me prestei e esquecer meus medos
E me emprestei a um ser só
Que era eu
Trazendo nas mãos, nada mais que dez dedos
Escondi no coração muito mais que vinte medos
Do lado da minha paz
Minha paz, há muito esquecida, espalhei
Meu Sol se pôs
Meu medo escondido, só pra mim guardei
Pra depois do fim da vida."
Edson Ricardo Paiva.
Descubri em mim, o motivo de você não está aqui, descubri que te perdi por entre os meus medos, imaginei que era Apenas ilusões ter você pra mim, e então te perdi por razões que nem sei se existisse, te via e me escondia, saía sem te dar nenhum adeus, apenas te adimirava, na verdade nem te perdi por medo de te perder, eu apenas te senti e te desejava, mais havia medo em mim, e de profundo desejar me fiz desse medo a sua perda, te perdi por ter achar assim tão perfeita, eu eu em meu medo tão imperfeito pra ti
