So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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Só devemos nos importar na vida com o que sentimos e somos, não interessa o que as pessoas pensam de nós. Devemos agir sempre de acordo com a nossa consciência.

Inserida por neusamarilda

⁠Eu não a contratei e só preciso esperar até você falhar.
(Miranda)

Inserida por pensador

⁠Um povo livre não só deve ser armado e disciplinado, mas deve ter armas e munições suficientes para manter um estado de independência de qualquer um que possa tentar abusar dele, o que inclui seu próprio governo.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a George Washington, mas apenas o primeiro trecho "⁠Um povo livre não só deve ser armado e disciplinado" é de fato do ex-presidente estadunidense.

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Inserida por joexis

Se não puder sorrir, chore. Se não puder chorar, grite. Se não puder gritar, corra, mas só se for em minha direção.

Inserida por wavrik

Se é amor eu não sei, só sei que quero viver esse amor que sempre sonhei.

Inserida por wavrik

De mim você pode dizer o que quiser, só não sabe o que está dizendo.

Inserida por wavrik

Só não te faço mais feliz porque sou um só.

Inserida por wavrik

Seja tudo que quer ser, sonhe, só não seja nada.

Inserida por wavrik

Você pode enxergar muito além do horizonte, só não esqueça que é através dos seus olhos.

Inserida por wavrik

Acredite nas suas escolhas, só não fique sem elas.

Inserida por wavrik

⁠Para não, a vida só está começando!

Inserida por brut0

⁠Ultimamente só quero paz,
Razão faz tempo que eu não quero.

Inserida por brut0

Só querer não é o suficiente!

Inserida por brut0

Só você sabe o quão duro foi chegar até aqui. Não desista, está dando certo.

Inserida por brut0

Por fim, os donos das terras desembuchavam. O sistema de arrendamento não dava mais certo. Um só homem, guiando um trator, podia tomar o lugar de doze a catorze famílias inteiras. Pagava-lhe um salário e obtinha-se toda a colheita. Era o que iam fazer. Não gostavam de ter de fazê-lo, mas que remédio? Os monstros assim o exigiam. E não podiam se opor aos monstros (=bancos).
(As Vinhas da Ira)

Inserida por Filigranas

⁠
O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠LOUCURA
Sob a cúpula, um conglomerado de pecadores bebe o sangue do perdão. Só Allonso, que não peca à vida.
Com suas leis à mão decide quem deve ou não. E, ao final da leitura, o suprassumo venda a razão ante o triunfo dos loucos.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠TEUS FANTASMAS SÃO MEUS:
Eu não quero que você pense como eu.
Não é sobre isso!
Eu só quero que pense comigo!
Às vezes, não suporto a minha própria companhia
E invoco meus fantasmas para convencer os seus.
Toda essa estrada que hora percorri
Em sua geometria retilínea
Na sua curvatura me perdi.
Às vezes, sou tão fútil, ingênuo!
Na maioria dos dias me olho no espelho
Mesmo naquele em que vou pintar os cabelos.
Não me reconheço e torno-me insólito.
Chego a tal ponto que preciso refugiar-me no interior de meu interior

Inserida por NICOLAVITAL

MEDO DE MORRER
Eu tenho medo de morrer.
Porque só em pensar que não vou mais ver o nascer do sol
Acordar com o abraço dos netinhos.
Comungar a natureza em sua leve brisa da manhã.
Se eu pudesse falar com Deus, uma proposta lhe faria.
Uma pequena troca...
Eu abriria mão de um ano de minha vida para ele me deixar voltar uma noite na minha infância.
Na casa de mamãe onde tudo era possível, mesmo que na medida exata.
Todos nós cantávamos à mesa para uma ceia nutrida de carinho e afeto.
O cheiro de café na trempe viaja comigo.
Mas àquela hora só os adultos tinham acesso
Mamãe achava pouco e fervia uma chaleira de flor de laranja
Que era para a gente dormir cedo
Éramos sete, às dezoito horas, Paim no auge de sua devoção religiosa nos obrigava a rezar
Logo todos também religiosamente teriam que ir dormir.
Sem sono, começávamos a brincar no escuro do quarto e mamãe comecava a contar histórias de Trancoso para despertarmos só no outro dia.
Por fim, perguntava-lhe.
Por que as mães precisam nos deixar?

Inserida por NICOLAVITAL

Não preciso esperar 365 dias para te desejar um feliz ano novo. Só porque a grande maioria, alienada pelas estratégias de mercado, externam instintivamente um espírito hipócrita e consumista. Destarte, FELIZ NOVO DIA!!!

Inserida por NATALINO1980