So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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DOR NO CORPO E NA ALMA


Mais uma noite de insônia,

Uma noite comprida,

Uma noite doída,

Afirmo sem cerimônia!

É que as horas não passam

E a mente e a alma não cansam!

Dói o corpo extenuado, cansado

De tanto virar na cama

De um lado pro outro lado.

Dói a alma - o tempo parado,

Como um mágico cruel,

Traz-me à lembrança o ser amado

Deixando-me o gosto amargo de fel

Por ter e não ter quem amo e me ama:

Só a tenho na lembrança – que a chama!

Mas a quero em meus braços – na cama!!

Inserida por ManoelDeAlmeida

INVERNO: ESPERANÇA E TRISTEZA





Todo ano, quando chega o inverno,

Vem-me à memória o inverno anterior!

Ou melhor, vem à memória a esperança

E o desejo que sinto todo ano – no inverno,

De não estar sozinho no inverno posterior!


Ano após ano, o inverno cada vez mais frio,

E minha esperança e meu desejo – não se cumpriu!

Fico a sonhar como seria uma noite de inverno

Sentindo o aconchego da pessoa amada,

Com ela abraçado, sentido o frio vento na face,

E o calor do amor aquecendo a alma – apenas sonho!


Não sei por que, no inverno, sinto tanta solidão.

É como se fosse saudades de um distante inverno,

No qual fui muito feliz por dormir aconchegado

Nos braços de quem muito hei amado!


Solidão e saudades de alguém que perdi

Num distante passado – mas que esta aqui,

Dentro do meu coração triste e magoado!


Quando se aproxima o inverno, dentro de mim, hiberno!

Fico introspectivo, em meio à tristeza, uma esperança acesa:

Este ano não estarei só, encontrarei minha amada, com certeza,

E dormirei com ela abraçado, esquecerei os invernos passados,

Finalmente serei feliz, terei meu sonho realizado!


Mas, como já estou acostumado – mais um inverno só – meu fado!

E começa em minh’alma esperançosa o sonho do próximo inverno,

Passo o ano acalentado desejo de, com meu amor, dormir abraçado!

Este ano, frio inverno, olho no espelho, dizem-me, minhas cãs brancas

Que o tempo voa, que solidão é o preço que pagarei nesta encarnação!

Inserida por ManoelDeAlmeida

INCONSTANTE, MAS PERSEVERANTE



Por onde passo

Ora vacilante passo

Ora firme compasso

No que sinto

No que faço

Ora sou instinto

Ora espírito distinto

Ora sou bagaço

Ora puro aço

Ora arregaço

Ora sou palhaço

No tempo, no espaço

Passo a passo...

Passo, passo...

Inserida por ManoelDeAlmeida

O INIMIGO VIVE COMIGO



Há algum tempo minh’alma

Ansiosa, agita-se se calma,

Como a querer me fazer

Seus sentimentos, escrever!

Ora vislumbra-me por inteira

Ora esconde-se sorrateira!

Sim, falo de minha própria alma,

Que na verdade sou eu mesmo!

É que às vezes, escondo-me de mim mesmo,

Outras vezes, mostro-me todo, a mim mesmo!

Uma parte de minh’alma ao Mundo quer se mostrar,

Outra parte querer do Mundo se esconder!

Sinto minh'alma carente de amor, de afeto!

Levo a vida sentindo-me um Ser incompleto!

Meu desejo de amar, só meus poemas a me consolar!

Mas essa dor em minh’alma insiste em me maltratar!

Triste sina essa minha, tenho tanto afeto a oferecer,

Porém, há uma estranha força impedindo acontecer

A aproximação de alguém que posso meu frio coração

Aquecer! E quando alguém chega, eu, algoz de mim mesmo,

Atrapalho-me, erro, falho,... Sim, sou algoz de mim mesmo!

Inserida por ManoelDeAlmeida

SER SUBLIME




Por detrás dos olhos baços,
Daquele andar de passo em passo,
Naquele corpo já bastante lasso –

Uma Alma de distinta nobreza,
Carrega o fardo, a cruz de aspereza,
Que Deus lhe concedeu, com certeza,
Como última missão desta natureza!

Pelas formas honrosa e majestosa
Com que, dia a dia, cumpre zelosa,
Sua parte, gênios de todo tipo de arte,
Especialistas dos mais variados ofícios,

Sob o comando de Jesus – sem sacrifício,
Ergue, à Alma distinta – um Ninho de Luz.
Quem será esse Ser angelical? Não deduz?

Minha mãe! Honra-te de conhecê-la, aqui,
Porque, lá, junto a Jesus, banhada em luz,
Só alma de sua estirpe dirá: eu a conheci !

Inserida por ManoelDeAlmeida

“SEGUINDO A CORRENTE ...”




De encontro à vida,

Fatal acidente causando ferida.


Ao da encontro vida,

Ação inteligente, normal incidente .


Nas duas opções,

Sob quaisquer condições,

São distintas as lições:


A primeira, ir contra a corrente da vida,

Revoltando-se ante as provas sofridas,

Só aumenta a dor da ferida

E não se aprende com a lição vivida,

Que, no futuro poderá ter de ser repetida!


A segunda, o ser pensante,a dor, não abstante,

Segue a corrente da vida numa luta constante,

Sem revolta e aprendendo a todo instante!

Ao encontro da vida uma decisão inteligente.

Inserida por ManoelDeAlmeida

POEMA PARA MARÍLIA

MARÍLIA.
Assim é teu nome...
Mistura de MAR e ILHA.
As águas do MAR profundo,
lentamente invadem a areia branca da
praia deserta.
Uma ilha pequena, repleta de mistério e beleza..
Ainda selvagem, cheia de sonhos e fantasias.
O MAR, esse SER poderoso, é seu protetor e sua força.
Assim é você...
ILHA e MAR...
Sonho, encanto, fantasia de uma ilha deserta.
Força e fúria de um MAR revolto.
Às vezes, tão misteriosa... como a ilha.
Outras vezes, tão transparente como as águas do MAR.
Às vezes, calma e serena como as águas do MAR profundo.
Outras vezes, tem a fúria do MAR revolto em noites de tempestade.
És assim...
Doce e suave...
Ou, dura e impiedosa.
Humilde e, depois tão orgulhosa.
És noite fria , para num instante,
Transformar-se num SOL radiante.
Despertas. paixões e...
Depois, magoas os corações.
És brisa suave, ou vento
A se transformar em ventania.
Às vezes és chuva miúda, tranquila,
Molhando as areias da praia. De repente, és tempestade, destruindo, fazendo chorar...
Tão frágil e... tão forte.
Muitos a amam... Alguns a criticam.
Enfim,
És assim...
Ingênua menina,
Menina adolescente,
Se transformando, indo embora....
MULHER...surgindo para a vida,
AQUI e AGORA!!!


AMO você! És filha da minha alma... para sempre... mesmo que um dia tenhas que ir...Estarás sempre presente no meu coração.

Inserida por HeleniceCastilhano

Comentários Sobre o Estatuto de Poeta de Silas Correa Leite


Por Mestra Dra. Alice Tomé* Portugal


Viver em Arte poética é entrar na dimensão do infinito sem procurar razões, e, como tudo tem um princípio e um começo a ideia deste comentário para o Estatuto de Poeta nasceu das inter-relações via Internet do grupo «Cá Estamos Nós» criado por Carlos Leite Ribeiro, jornalista, poeta e ensaísta português.

Se toda a canção é um poema, - para quem nasceu quase a cantar, dizem – é uma honra muito grande esta solicitação de comentar a obra – Estatuto de Poeta - de Silas Corrêa Leite, poeta e professor, que como todos os Estatutos são o caminho que se deve seguir para atingir os fins; e, como ele próprio escreve «Ser poeta é minha maneira/De chorar escondido/Nessa existência estrangeira/Que me tenho havido».

Uma maior honra ainda porque não trilhando directamente os caminhos científicos de Artes e Letras mas, sim, de Ciências Sociais e Humanas, e mais precisamente da Sociologia da Educação, a questão poética é algo que brota naturalmente em mim, como o riacho que nasce na montanha e vai escalando os espaços até se tornar uma força corrente e se juntar a outras correntes que lhe dão ainda mais força, e onde tantas vidas vão beber, alimentar, refrescar, repousar, sonhar, criar (…), e, em terras de Beirãs, do rio Côa os antigos contavam: «Quantos moços…Quantas moças?/Lenços brancos aí lançaram?/A corrente os arrastou/E sua benção partilharam…(Alice Tomé, Café Literário3, Editores Associados & Blow-Up Comunicação, São Paulo, Brasil, 2002)»

O Poeta e Educador Silas Corrêa Leite já tem um longo caminho poético percorrido, feito de experiências vividas, aprendidas, interiorizadas e como ele diz: «Não somos brancos, vermelhos, pretos, ou amarelos/Somos a Raça Humana…». E, para melhorar esse caminho «humano» nasce o Estatuto de Poeta que, por certo, logo no artigo 1º não deixa dúvida da sua grandeza e ambição na procura da Felicidade: «Todo o Poeta tem direito de ser feliz para sempre,…». Essa procura da Felicidade – essência da pessoa – que cada Ser vive e procura à sua maneira, que se mostra e esconde e não tem retorno; ou se vive ou não existe, algo sem definição, como a própria poesia, existe, sem mais, e, diria Manuel Bandeira «O verdadeiro poeta não acredita em Arte que não seja Libertação».

Bebe-se a água cristalina da fonte, bebe-se o vinho de pura casta que sacralizado se transforma em vida…,e, pensa-se poesia no silêncio ou na celeuma, porque poeta está para além do tempo e da razão, «…Poeta bebe…(artº. Quarto)».

Todos os Artistas transgridem as normas sociais, todos saltaram barreiras, todos, no sentido da normalidade, fizeram loucuras porque a deificação da Arte e Poesia é cósmica, é mística, é dogmática, e, o seu criador é uma mistura/mélange disso tudo, onde a Estética criadora existe na «Sonsologia do Ser, do já vivido ou do já sentido, (Mario Perniola)», e, nesse cruzamento de Olhares, visões e sensações nasce a obra, criação sua, fruto seu e sempre único, mesmo que em algo se assemelhe à Escola de uma vida feita de «Retalhos e Colagens» que os Autores (re)criam dando-lhe outra dimensão, outra existência, outra roupagem, à maneira de Miguel D’Hera ou de Eduardo Barrox e tantos outros…O artigo décimo, deste Estatuto de Poeta, transporta-nos até essa dimensão natural : «Poeta poderá andar vestido como quiser…».

A poesia vive-se, dá-se, partilha-se entre amigos, e, nesse acto de solidão, de sensualidade, de saudade, de comunhão que nos transportam os versos de autores, pertencentes ao passado e ao presente, grandes vultos poéticos que marcaram a nossa identidade Luso-Afro-Brasileira, como: Luís de Camões, Gil Vicente, Almeida Garrett, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, António Nobre, Florbela Espanca, Miguel Torga, António Gedeão, Vergílio Ferreira, Amália Rodrigues, Jorge Amado…, e, dando continuidade a essa veia poética estão Autores actuais: Flávio Alberoni, Ana Paula Bastos, Ângelo Rodrigues, Alice Tomé, Eduardo Barrox, João Sevivas, Manuel Alegre, Américo Rodrigues, Silas Corrêa Leite, Von Trina, José Ronaldo Corrêa, Valmir Flor da Silva…,e, tantos, tantos outros, são os testemunho universal e eternizante do poeticamente existindo e vivendo a dimensão Humana sempre aprendendo e criando.

«Sinto que algo se separa neste instante./É uma parte que se vai/ e já me deixa saudades…(Alberoni, Café Literário1, Editores Associados & Blow-Up Comunicação, SP, Brasil, 2002)»

Poeta luta pela paz mesmo no meio do “caos”, é irrequieto, irreverente, porque igual a si próprio na procura incessante do “Ser ou não Ser”, do “Estar ou não Estar”, “do Viver ou não Viver”, porque poeticamente sonhando e criando essa outra existência telúrica onde a Musa - da Arte poética – queima convenções formais e se torna «Pau para toda a obra…(artº vigésimo segundo)», e, aos que a saudade Lusa herdaram, ou a vivem, seja onde for, saia a POESIA do anonimato, divulgue-se este Estatuto de Poeta, viva-se em poesia e abra-se a porta do infinito…assim o esperamos.

*Mestra Doutora Alice Tomé – Portugal - Texto inédito criado para Estatuto de Poeta, de Silas Corrêa Leite de Itararé-SP/Brasil», aos 10 de Maio de 2002, Lisboa, Portugal.
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*Alice Tomé é Professora Universitária, Socióloga e Educóloga, Poeta, Ensaísta, e Doutora em Ciências da Educação, Directora da Revista ANAIS UNIVERSITÁRIOS – Ciências Sociais e Humanas, Editora da Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã, Portugal, e Responsável das Relações Internacionais Sócrates/Erasmus do Departamento de Sociologia da UBI; <"http://atome.no.sapo.pt/index.htm>; . A autora, além das publicações poéticas nas Antologias: POIESIS IV, (2000), e, POIESIS VI, (2001), da Editorial Minerva, Lisboa, colabora, em várias «Revistas Electrónicas», (sites na WEB): «Andarilhos das Letras», «Café Literário» - São Paulo, SP; «A Arte da Palavra»; «Grupo Palavreiros»; «3D gate»; «Rio Total»; «Jornal de Poesia»; Brasil; e, em Portugal, nos sites «Cá Estamos Nós» - Marinha Grande; «terranatal» - O Portal de Portugal; e, «URBI ET ORBI» - jornal on-line da UBI, da Covilhã, da Região e do resto.
Tem vários livros publicados, sendo também Autora – Coordenadora da obras: «Éducation au Portugal et en France. Situations et Perspectives, Editions de L’Harmattan, Paris, 1998; «Terra Vida Alma. Valongo do Côa», Editorial Minerva, Lisboa, 2000. Recentemente publicou: «Sociologia da Educação. Escola et Mores», Editorial Minerva, Lisboa, 2001.
Alice Tomé é Beirã de gema, Portuguesa de «jus sanguinis», amante da vida...de Lisboa e Paris (e Covilhã onde trabalha).
Nasceu em Valongo do Côa, Sabugal, Guarda, Portugal.

Inserida por poesilas

DEUSA DA MINHA NATUREZA

Quando a vi – na hora,
Pensei: Ah! Se ela me quisesse agora!
Como o mito de Zéfiro e Flora,
De bruto que sou,
Eu me transformaria
Em suave brisa d’aurora.
Mas, diferentemente do mito de outrora,
Só eu me encantei por minha deusa Flora,
Ela nem me percebeu –
Passou e foi-se embora.

Inserida por ManoelDeAlmeida

ALMA DE LUA

Hoje é lua cheia
E minh’alma
Ainda mais vazia
Hoje é lua crescente
Como a dor
Que minh’alma sente
Hoje é lua minguante
E em minh’alma
Mingua a alegria restante
Hoje é lua nova
E em minh’alma
A tristeza se renova

Inserida por ManoelDeAlmeida

ETERNO DEVIR
Pessoas queridas partindo
Pessoas são folhas caindo
Tudo na vida ruindo
Nada na vida parado
O novo ao velho fadado
Na ação – ser transformado.

Inserida por ManoelDeAlmeida

RELEVO SENTIMENTAL
Às vezes, sou um abismo tão profundo,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Sinto vertigem – caindo-me nas entranhas do mundo.
Às vezes, sou uma planície tão extensa,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Perco-me num horizonte vago – sem fim.
Às vezes, sou um deserto tão escaldante,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Não sei se paro ou sigo adiante.
Às vezes, sou um planalto tão irregular,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Embrenho-me em depressões cheias de espinhos e cipoal,
Cercadas de montanhas difíceis de escalar.
No mais das vezes, apraz-me ser este relevo,
Pois, ao olhar para dentro de mim,
Sou nova paisagem a cada dia,
Não conheço monotonia:
Se hoje sou depressão;
Amanhã, sou majestosa montanha,
Com meu olhar otimista,
Olhando o mundo a perder de vista;
Depois de amanhã, sou verdejante colina.
Com flores, pássaros e rios de água cristalina –,
Sou vida que não conhece rotina.

Inserida por ManoelDeAlmeida

Para o vagabundo, o arredio à arte do trabalho, obter a manutenção da subsistência é algo que, como os frutos, bastante se acha entre os galhos das árvores, além daquilo que se encontra convenientemente e com sorte, perdido no chão ou o que se vive a pedir nas praças ou esquinas de quaisquer das ruas!

Inserida por odair123

O caminho por onde se sobe é o mesmo por onde se desce

Inserida por ajotage

Hace falta mucha fantasía para soportar la realidad.

Inserida por helenac

O MEU SORRISO !
autor: Gilberto Braga
O MEU SORRISO ESTA NA MINHA ALMA E NO MEU CORAÇÃO"!

O MEU SORRISO ESTA NAS MINHAS ATITUDES E NO MEU CARÁTER! !
O MEU SORRISO ESTA NO AMOR SINCERO PELAS PESSOAS "!
O MEU SORRISO ESTA NOS MEUS SONHOS !
O MEU SORRISO ESTA NA MINHA VOCAÇÃO E AMOR PELO MEU TRABALHO "!
O MEU SORRISO NÃO É APENAS UMA PEÇA DE TEATRO PARA CÂMERAS FOTOGRÁFICAS REGISTRAREM O QUE NÃO ACONTECE EM MEU CORAÇÃO"!
SEI SORRIR POR UM MOMENTO DE ALEGRIA,POR UMA BOA PIADA,MAS NÃO SOU ATOR "
MEU SORRISO É SINCERO E VERDADEIRO ,QUANDO TENHO MOTIVOS PRA SORRIR...

Celebrante Gilberto Braga
Em tempo:
Nem sempre um sorriso no rosto, significa ,alegria no coração...
mas um coração alegre , aformoseia o rosto !

Inserida por Gilbraga

O ser estudante
Aquele que estuda emprega bem seus dias.
Sabe sobre o passado
Recebe bem o presente
Fala outras línguas, sem conhecer outras culturas.
Sonha alto
Desperta para vida com fé
Nunca desisti
Caminha para o progresso na certeza de que é um vencedor.
Isso se chama estudar.⁠

Inserida por G1l2v3A4N5I6A

⁠Oração pela Beatificação do Pe. Júlio Maria De Lombaerde "Servo de Deus"
*
Nós Vos louvamos, ó Pai, por causa do Pe. Júlio Maria: pelo seu trabalho missionário na África e na Amazônia: pelo seu esforço de evangelização e catequese na Holanda, na Bélgica e na França. Mas Vos louvamos e agradecemos, de modo especial, Senhor, por tudo o que ele fez no Brasil, durante 32 anos de apostolado e lutas: pelas Congregações que fundou e prolongam e multiplicam sua ação missionária; pela sua militância na imprensa; pelo seu ministério sacerdotal que o colocou a serviço da Palavra, do confessionário, dos doentes, dos pobres, de todos; e o levou a ser um servo de Maria e da Eucaristia, um homem de fé e de esperança e, sempre e em toda parte, um homem de oração.
Por tudo isso, Senhor, nós Vos pedimos que o coloqueis como exemplo para a Igreja e o glorifiqueis também diante dos homens e mulheres, como ele Vos glorificou aqui na terra. E, se for de Vosso agrado, concedei-me pela intercessão do Pe. Júlio Maria a graça de [Pedir a graça desejada].
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito Santo. Amém.
[Rezem-se um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai.]
Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento,
Mãe e mestra dos comungantes.
Rogai por nós que recorremos a Vós

Inserida por 1solangemalosto

⁠Mesmo sem esperanças a gente espera se curar daquilo que dói no amago do nosso ser, daquilo que desfaz nossos sonhos, reprime nossos sorrisos e nos aprisiona junto ao medo. No fundo, no fundo, ainda acreditamos que tudo um dia dará certo e que a felicidade repousará em nossos corações cansados.

Inserida por diegorizzo