So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
É preciso que compreenda que não existe liberdade sem igualdade e que a realização da maior liberdade na mais perfeita igualdade de direito e de fato, política, econômica e social ao mesmo tempo, é a justiça..
Se a escada não estiver apoiada na parede correta, cada degrau que subimos é um passo a mais para um lugar equivocado.
Nota: O escritor Stephen Covey ajudou a popularizar o pensamento, mas acredita-se que o pensamento original seja de Allen Raine.
...MaisMeu amor, não importa o que aconteça,
O quanto eu estou longe,
O quanto eu não consigo mais respirar,
O quanto minha força acabar,
Ó meu bem, sempre vou lhe desejar!
Ligar o foda-se não significa ser invulnerável, mas se sentir confortável com a vulnerabilidade.
Faz tempo que mudei...
Perdi a vontade de estar entre pessoas que não valorizam a minha amizade.
Cansei de conviver com falsidade e passei a selecionar as pessoas que me fazem bem.
Deletei aquelas que me fizeram mal e passei uma borracha em cima de todas as palavras mal ditas.
Despertei a minha alma para amar somente quem merece e valoriza o meu bem maior, o meu amor.
Entreguei para Deus quem eu insisti mas precisei seguir meu caminhar. A vida e assim, tem dias de chuva e outros de sol e a gente colhe aquilo que planta.
Então eu comecei a regar o meu jardim, me encantei com a beleza das flores e simplesmente amei, porque eu nasci foi para amar e ser amada. Então eu descobri que a vida e aprendizado e que eu estou aqui, aprendendo e amando tentando ser feliz todos os dias.
"A escolha é possível, em certo sentido, porém o que não é possível é não escolher. Eu posso sempre escolher, mas devo estar ciente de que, se não escolher, assim mesmo estarei escolhendo. Contudo, viver é isso: Ficar se equilibrando o tempo todo, entre escolhas e consequências."
Que eu não perca a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Nota: O pensamento costuma ser erroneamente atribuído a Chico Xavier, mas pertence ao texto Que Deus não permita, de Nadir Beltrão.
...MaisNão se esqueça que os instantes que você vive aqui e agora e as pessoas que você convive aqui e agora são os mais importantes da tua vida por que são os únicos reais.
Não sou sempre simpática. Tudo bem, não saio por aí amando todo mundo que encontro pelo caminho, meus sorrisos não aparecem com facilidade, mas me importo com as pessoas.
Que eu seja livre de tudo que machuca a Alma,
das coisas que não me trazem leveza,
do que vem sem intenção de ficar,
dos falsos sorrisos,
do inimigo que me abraça.
Que eu tenha Fé e Coragem de seguir em frente,
pois sei que o passado não cura.
E que eu não negue,
em tempo algum,
a mão ao outro.
Sei que algumas pessoas falam mal de mim. Outras falam bem. Não vim ao mundo para agradar ninguém, e também reconheço que não sou perfeita. Tenho muitos defeitos, mais as pessoas que me cercam superam meus defeitos, e essa qualidade é a que eu mais admiro neles.
Eu não gosto de você, Papai Noel!
Também não gosto desse seu papel
de vender ilusões à burguesia.
Se os garotos humildes da cidade
soubessem do seu ódio à humildade,
jogavam pedra nessa fantasia.
Você talvez nem se recorde mais.
Cresci depressa, me tornei rapaz,
sem esquecer, no entanto, o que passou.
Fiz-lhe um bilhete, pedindo um presente
e a noite inteira eu esperei, contente.
Chegou o sol e você não chegou.
Dias depois, meu pobre pai, cansado,
trouxe um trenzinho feio, empoeirado,
que me entregou com certa excitação.
Fechou os olhos e balbuciou:
“É pra você, Papai Noel mandou”.
E se esquivou, contendo a emoção.
Alegre e inocente nesse caso,
eu pensei que meu bilhete com atraso,
chegara às suas mãos, no fim do mês.
Limpei o trem, dei corda,
ele partiu dando muitas voltas,
meu pai me sorriu e me abraçou pela última vez.
O resto eu só pude compreender quando cresci
e comecei a ver todas as coisas com realidade.
Meu pai chegou um dia e disse, a seco:
“Onde é que está aquele seu brinquedo?
Eu vou trocar por outro, na cidade”.
Dei-lhe o trenzinho, quase a soluçar
e como quem não quer abandonar
um mimo que nos deu, quem nos quer bem,
disse medroso: “O senhor vai trocar ele?
Eu não quero outro brinquedo, eu quero aquele.
E por favor, não vá levar meu trem”.
Meu pai calou-se e pelo rosto veio
descendo um pranto que, eu ainda creio,
tanto e tão santo, só Jesus chorou!
Bateu a porta com muito ruído,
mamãe gritou ele não deu ouvidos,
saiu correndo e nunca mais voltou.
Você, Papai Noel, me transformou num homem
que a infância arruinou, sem pai e sem brinquedos.
Afinal, dos seus presentes, não há um que sobre
para a riqueza do menino pobre
que sonha o ano inteiro com o Natal.
Meu pobre pai doente, mal vestido,
para não me ver assim desiludido,
comprou por qualquer preço uma ilusão,
e num gesto nobre, humano e decisivo,
foi longe pra trazer-me um lenitivo,
roubando o trem do filho do patrão.
Pensei que viajara,
no entanto depois de grande,
minha mãe, em prantos,
contou-me que fôra preso
e como réu, ninguém a absolvê-lo se atrevia.
Foi definhando, até que Deus, um dia,
entrou na cela e o libertou pro céu.
Eu não tenho imaginação, eu copio. Tenho simpatia por mentiroso e doido. Como sou do ramo, identifico mentiroso logo.
