So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

Cerca de 820159 frases e pensamentos: So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

Quando a mudança tem sido providenciada por Deus,Sua vida só muda para melhor.E muitas vezes melhor.

Inserida por Cacio01

Ninguém muda o rumo de nada se só tem tempo para encontrar com as mesmas pessoas

Inserida por Rodinho

DIZEM Q É ASSIM A REALIDADE.
TUDO MUDA, tudo troca de lugar.
O filme é o mesmo só o elenco que tem que mudar.
E se não for pra ser feliz, é melhor largar.
pois ninguém vive conto de fadas.
Então se ligue e busque felicidade.
para existir história tem que ter fé, coragem e persistencia.
A fera tá ferida mas não tá morta,
Deus fecha a porta mas deixa a janela aberta.
ENTÃO não desanime nunca.
LUTE ENQUANTO VALER A PENA, OU LUTE O NECESSARIO PARA NAO DEIXAR DIVIDAS KKK

Inserida por DjTatooMieis

"Os problemas só tem três categorias de solução.
Ou você muda o que tem que mudar, ou aceita que as coisas são como são ou abandona, a quarta opção é a frustração."

Inserida por tassia_badaro

⁠Ninguém muda ninguém! Ninguém tem esse poder de fazer algo tão grande pelo outro. O outro só muda por vontade própria, quando sente a necessidade de fazer mesmo uma mudança. O outro só pode mudar quando entender aonde está errando e quando consegue aprender com esse erro. O outro só muda quando tem a consciência do porquê precisa mudar de fato.

Inserida por WaanOliver

Niguem muda as pessoas elas só ajudam a enxergar o caminho que ja tem em você.

Inserida por petrious

⁠"Só muda de opinião quem tem razão ".

Inserida por OSEIASFRANCISCO

⁠Ninguém muda ninguém. A mudança é uma porta que só tem maçaneta pelo lado de dentro onde só cabe bater e aguardar que queiram abri-la.

Inserida por bodstein

⁠Você é aquela pessoa que muda o ambiente, que tem luz própria, que carrega amor no olhar. Só precisava lembrar disso antes de tentar caber onde nunca te enxergaram. A verdade é que você é tudo o que muita gente sonha, mas não sabe cuidar. Então por favor… pare de se diminuir pra caber em metades. Você nasceu pra ser inteiro.

Inserida por danrattess

Todo mundo tem a sua história.
Pega papel, um lápis. O que muda?
É só a vontade de escrever.

Inserida por MarkCecon

Não vai dar em nada

Inserida por hugo_rocha_1

⁠Madrugada se aproxima
Num clima frio
O mar já não brilha como a última vez que você o viu ⁠
Paranóia gira igual vinil
E só uma coberta para esquentar
A carcaça que carrega uma alma cansada de vagar
Por esse mundo fútil e vazil.

Inserida por Lucaseso

''A uma época atrás eramos viciados em : Cardenos, filmes e desenhos. Hoje porém, grande parte da nossa sociedade se amarra em orkut, windows live mensenger e Twitter. (Bom eu gosto de twitter também ! )

Inserida por vittsdelimao

Eu tenho um costume estranho, ou talvez só um pouquinho diferente, de destacar partes de livros que leio e conectá-las a outros enredos. Ainda que não seja sobre a minha vida, a ideia de deslocar o drama de outra pessoa ou personagem faz com que eu me sinta capaz de fantasiar histórias que eu gostaria de ter vivido ou que eu gostaria de ter sentido. Numa dessas, enquanto lia e movia o celular com maestria num café vazio no meio da cidade, me deparei com a dramática sentença que mudou minha semana:
“Existe uma linha sútil entre adaptação e apego.”
Fui atingido por um trem em altíssima velocidade no exato momento em que terminei a leitura do ponto final. Será que eu sou uma dessas pessoas que se deixa levar por um comodismo barato que se apodera de algumas relações afetivas? Nah, eu sempre estive acima disso, pensei com ingenuidade. Mas a volta de ônibus pra casa foi turbulenta. Enquanto o motorista derrapava pela décima vez por uma via molhada, eu derrapava pra dentro de mim pensando em como seria possível distinguir apego de outra coisa.
A adaptação é o período correspondente à calmaria dos relacionamentos. Você sabe do que eu falo, é quando o namoro dá uma estacionada de leve e as coisas parecem todas iguais. Não que isso seja ruim, pelo contrário, parece que finalmente a gente achou aquele amor com sabor de fruta mordida, calminho, bom pra passar os domingos juntos e construir alguma coisa edificante e sólida e, pera, será que isso não é só uma desculpa pra não admitir pra mim mesmo que as coisas têm sido todas iguais e que aquela chama toda, aquele amor-combustível que movia a gente, pode ter chegado ao fim? Não, não é a rotina em si, é quando o sentimento estaciona. Imagina que o sentimento não evoluiu durante a coisa toda e que o desgaste vai batendo, arranhando, sujando a lataria.
Não é nem um pouco fácil, pelo menos pra mim, perceber e admitir isso. Paixão e apego podem ser sentimentos parecidos quando não se tem certeza do que se sente e de como funciona o nosso fluxo emocional. Pra mim calmaria significa morte decretada de um casal. Quando a gente passa a semana sem se falar, coisa e tal, e isso não incomoda nem um pouco. Quando a gente começa a se questionar se sentiria falta ou não, e acaba não sentindo mesmo. Tá, eu sou confuso, mas talvez você também seja e esteja nessa. Talvez seja uma tendência natural dos librianos (ou do zodíaco inteiro).
Descobrir se o namoro se tornou puro apego é complicado. Ainda mais quando bate aquela vontade de ir embora, porque, do contrário, a gente ficaria à beira de uma estrada pedindo carona, já que o carro não tem mais rota, nem combustível, nem motoristas aptos a conduzir o veículo. Pior do que descobrir, é o ato de admitir pra si mesmo. Sério, quem em sã consciência jogaria um balde de água gelada num castelo de areia que foi construído com tanto carinho? Talvez alguém que conseguisse fazer metáforas melhores que as minhas e alguém que quisesse ser realmente feliz. Sabe, tenho a impressão de que o apego faz a gente ficar mais pelo outro do que por nós mesmos, como bons samaritanos. Mas a verdade é que bate um medo danado de perder tudo aquilo, perder o outro, perder o companheirismo. Bate um medo danado de ficar sozinho, de ter feito burrada e errado, de sentir falta (você vai sentir, com certeza) e coisas do tipo. Admitir que é apego congela a gente, e é preciso coragem pra sair dessa inércia e resolver correr atrás de outra chance de ser feliz (ou quebrar a cara).
Digo, olha pra esse motorista do ônibus no qual estou, ele claramente não sabe o caminho, mas tá tentando chegar lá. Pode demorar, a gente pode reclamar, ele pode se sentir confuso, mas vai que ele chega. Na pior das hipóteses, ele liga o GPS ou pede ajuda pra alguém. E não é tão diferente assim na vida real. A gente não precisa ser vilão, eu acho. Basta explicar tudo direitinho, agradecer pela estadia, explicar que não existe culpa, que você quis se dar mais uma chance de ser feliz e sentir tudo aquilo que as pessoas merecem sentir: um arrepio na barriga enjoado que nem parece aquele bonito que é descrito nos livros de romance. Explica isso, fecha a porta do carro com carinho e assume a responsabilidade de pegar o seu futuro nas mãos e fazer o que bem entender com ele. Vamos acabar descobrindo sozinhos se foi bom ou ruim, se foi a decisão certa ou não, se era amor ou se era apego. Se era apego, bom, bem-vindo de volta à trilha. Se era amor, mantenha a calma: você só vai precisar achar um jeito diferente de achar a estrada de volta pra casa.

E eu só estava querendo me apaixonar
Fiquei rebelde com causa
Pisei no chão como mártir
E comecei a gritar
Multidões de gargalhadas

Enfrentei uma corrente de raiva
Desnudei minhas canções
Com a carne dos meus versos
E beijei todas as bocas e mãos
Que pensaram num dia me abandonar

Inserida por pensador

"A luta por um coração melhor é constante e árdua; mas é só através desse coração mais amoroso que o mundo será modificado, que o mal será anulado e o bem reinará em todo o seu esplendor. Modificar o mundo é antes de tudo modificar-se a si mesmo. Cabe a todos contribuir para essa transformação, que somente acontecerá se o próprio homem se transformar.
A paz irá acontecer na proporção que o homem aprender a dar nova forma ao seu caráter, mudar seus conceitos insignificantes e enganosos; extirpar o preconceito, a ambição e o egoismo que o leva à condição primária."

Inserida por anderson_santos

Filmes de terror que falam sobre fantasmas só podem variar entre duas possibilidades: os incrivelmente assustadores e os incrivelmente trashs. Ou se executa bem a produção a ponto de fazer o espectador sentir calafrios e não conseguir dormir durante a noite, ou o fracasso da trama é assumido e o público possui livre-arbítrio para gargalhar durante cada uma das cenas mais horrendas (de mal feitas). E os términos, os tocos, os pedidos de tempo e afins dos nossos relacionamentos não são muito diferentes dos filmes de terror.
Aquele “talvez ainda dê certo, talvez eu tenha que me esforçar mais ainda, talvez amanhã a gente acorde diferente, talvez eu ame um pouco mais algum dia, talvez eu não queira me desprender depois de tanto tempo, talvez…” é o que faz com que a maioria conserve um fantasma que também transita entre as duas categorias de terror. Relacionamentos que começam impulsionados num talvez seguem assustadoramente cômodos e são tramas sem pé nem cabeça que acaba se tornando trash pra quem as vive. Os términos e tocos que são evitados com a perspectiva do talvez se orientam pelo medo de viver numa casa abandonada ou pela comodidade que o sofá da sala de cinema a dois inspira. Mal sabem eles que só conversam um fantasma de um sentimento e de um relacionamento mal resolvidos.
É mais original e indolor dizer o famoso “não” de uma vez – e daí você evita que comprem bilhetes para assistir àquele filme ruim que ganhou só duas estrelas da crítica especializada. É mais terrível e dolorosamente assustador assumir que acabou. Porque, se alguém assume, a sensação é como se um tiro à queima roupa fosse desferido de uma vez só bem no meio do cérebro. As conexões são desligadas e cada parte dos fios que ligavam a sua cabeça ao sentimento pela tal pessoa que está bem na sua frente vai sendo rompida. O coração dá aquela alternada entre on e off e esboça aqueles últimos espasmos antes de falhar de vez. Voilá! Morte e sangue fresco nas telas e a plateia chega ao delírio. Tudo bem. Não precisamos ser tão dramáticos assim. Mas o final do filme é claro: você vai se sentir um monstro de primeira classe e achar que o seu ouvinte é uma daquelas clássicas vítimas que não mereciam isso. E vice-versa.
O que nenhuma das partes parece entender claramente é que sentimentos zumbis só existem no plano de ação. Deixá-los semi-mortos é uma bobagem. Você ainda beija, você ainda liga algumas vezes por dia, você ainda anda de mãos dadas, mas ele já morreu faz tempo. Pelo menos pra um de vocês. Ou, como é no início de uma relação: você não sente nada, mas a outra pessoa te adora, faz de tudo por você, é bacana e você não quer ficar sozinho. “Talvez dê certo” e o eco do talvez se projeta pelo resto da relação. A sinceridade e a reflexão sobre o término ou sobre a falta de vontade de levar a frente uma relação com alguém é aquele tiro na cabeça que enterra de vez o zumbi. Só que ninguém quer sujar as mãos com sangue e prefere passar a vida fugindo da visão de um relacionamento já massacrado. E daí, você tem duas opções: ou trancar todas as portas para conseguir dormir durante a noite, ou começar a rir da sua própria trama de horror. E, se você não é fã de filmes do gênero, é melhor tomar cuidado: talvez você esteja preso a um fantasma e ainda não percebeu. Talvez.

Inserida por luannamendes

"No campo das idéias,quem não sabe argumentar,torna-se abrigo da ignorância e da incerteza".

O problema não é quem sugere ideias toscas. É quem as aplicam.

Tocar o coração das pessoas, não com palavras, mas, com ideias.