Sinto muito porque Acabou
Ver-te assim me dói, sempre te amei pela tua força, pela tua independência. Não é porque acabou, que quero ver-te desta forma, desesperada, deprimida. Me queres? Mostre-me o que perdi e não do que me livrei!!!
Acontece que o nosso amor nunca foi real. Não posso dizer que acabou, porque, na verdade, ele jamais existiu entre nós. A verdade é que não fomos feitos um para o outro. Confesso que não sei como me sentir em relação a isso, mas talvez algum dia eu descubra.
É estranho perder algo que nunca tive. É estranho desejar você assim. É estranho senti-lo como uma parte de mim que não foi e que nunca será minha. Como lidar com o fim de algo que nem sequer começou? Reconheço o quão estranho tudo isso é.
Com o tempo, quem sabe, eu consiga apagá-lo da minha vida. Talvez um dia eu consiga desviar minha atenção de você. Talvez eu encontre um novo caminho, diferente do seu. Pode ser que meu coração aprenda a bater em um ritmo mais calmo, caso um dia eu esbarre em você. E, talvez, só talvez, eu consiga superar tudo isso sem sentir meu peito arder de tanta dor.
Guardar moedas é porque tem dinheiro de papel, gastar as moedas é porque acabou o papel do dinheiro.
Acabou o show, todos já saíram; eu fiquei aqui no meu cantinho, melancólico pensando, porque não deu certo o amor? Porque não um final feliz como Janete Clair? Fiquei olhando os olhos rasos da platéia, conjecturando um final onde dissessem: “e foram felizes para sempre.” Um lanterninha se aproxima e pede que eu me retire. O teatro está silencioso; ouço apenas murmuro nos camarins, provavelmente atores e atrizes se descaracterizando. As luzes vão se apagando lentamente; o lanterninha está diante de mim, terno preto de designer anônimo como uma imposição, uma ameaça; o show acabou, a pipoca murchou, o refrigerante esfriou, vou saindo triste e decepcionado de um espaço arquitetônico com perfeita estética e funcionabilidade. Meu celular emite o som inconfundível das mensagens; abro ansioso e percebo; é julieta; leio com alívio e indescritível alegria: ”te amo, Romeu!”
Você sabe que eu te dei o mundo, você me teve na palma da sua mão. Então porque nosso amor acabou? Eu simplesmente não consigo entender, pensei que fosse eu e você até o fim, mas infelizmente eu estava errado. Não quero pensar sobre isso, não quer falar sobre isso. EU ESTOU TÃO FARTO DISSO, EU NÃO POSSO ACREDITAR QUE ESTÁ ACABANDO DESSA FORMA. Estou tão confuso e triste, pois não posso ficar sem você, isso não é justo. É assim que realmente vai acabar?
É assim que diremos adeus? Eu devia ter desconfiado quando você apareceu, QUE VOCÊ ME FARIA CHORAR. Mas tudo bem, com o tempo você verá.
Excelentíssimo Senhor Presidente da República: Não é porque o senhor acabou com o horário de verão que vai justificar sua incompetência e brochice.
As afinidades tem chip sensorial... Você não sabe porque a pessoa que acabou de conhecer lhe inspira tanto sentimento bom, tanto conforto... Ou não...
PAIXÃO NO FORNO...
Acabou em pizza porque a borda foi feita de vento.
Que borda é essa?
- Uma paixão que ficou no forno do esquecimento!
Não consigo acordar e suar,
Porque não acabou ainda,
Ainda dançando com seus demônios,
Vítima de sua própria criação.
Além da vontade de lutar,
Onde tudo o que há de errado está certo
Onde o ódio não precisa de uma razão
Repugnando o suícidio
Não chores porque o amor acabou, apenas sorria porque um dia ele irá voltar e sabe porque, se ele te pertence ele voltará
