Frases do Sertão que vão tocar fundo na alma nordestina

Música: Brasil, meu Brasil
Verso 1
Do norte ao sul, um só pulsar,
rio, sertão, cidade a brilhar.
Na luta diária, fé que não diminuí,
o povo sonha alto e sempre reluz.
Refrão (2x)
Brasil, meu Brasil, teu nome é esperança,
na batida do coração, o futuro avança.
Verso 2
Tem dor, tem riso, tem sol e suor,
tem mão calejada plantando o melhor.
Entre dificuldades e vitórias, seguimos em pé,
Brasil é coragem, trabalho e fé.
Refrão
Brasil, meu Brasil, teu nome é esperança,
na batida do coração, o futuro avança.

Voa, minha poesia
Passarinho do sertão
Leva o sopro da palavra
Nas asas do coração
Cruza rios, corta o vento
Faz do verso o firmamento
Da minha inspiração⁠

⁠Hoje é o seu dia,
Minha princesa do sertão,
Deusa da minha vida,
Filha do meu coração.

O Sertão Dentro de Mim


O sertão que eu trago
não tá no mapa


ele mora em mim


nas partes em que a palavra
não cabe


onde o silêncio
diz sim


Tem dia
que sou chão rachado


pedra dura
pó e calor


onde a lágrima
não escorre


mas queima
o peito
e a dor


Mas foi na seca
que eu vi brotar


meu fio d’água
escondido


milagre pequeno
e teimoso


me mantendo vivo


Já tive sede de afeto


sede de mim
de abrigo


mas aprendi
com o deserto


que a falta
também é amigo


O sertão que vive em mim
é duro


mas quer crescer


porque o amor
que nasce da dor


ninguém mais
pode deter.

Carina Gameiro

MEU SERTÃO!

No sertão das minhas viagens
revelando os escombros da noite
pecaminosamente escondido
na aridez dos meus sofrimentos.
Entre folhagens ao relento
gotejando lágrimas na lama
selando meu corpo na terra
gerando um novo destino.
Olhos perdidos ao longe
perto do horizonte laranja
rubro as vezes do sangue
fervendo nas minhas veias
pulsando forte meu coração
sem direção , sem dimensão...
somente traçado no olhar
viajando pelo infinito
dos mistérios fascinantes
que me levam nessas viagens
na imensidão das fantasias
onde me encontro no sertão
pactuando um doce regresso
nas margens dos milagres
onde o amor faz moradia
regando o suor do meu rosto
na harmonia do céu e terra
que habitam meus sentimentos
da semente que há de brotar
germinando um novo amanhecer!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

Sertão

No sertão de terra seca,
onde o sol abraça o chão,
moram corações cheios de amor,
fé, coragem e gratidão.

Aqui se aprende o valor
dos mais simples detalhes da vida;
de uma sombra generosa,
de uma chuva tão aguardada e querida.

Quando as águas enfim chegam,
como bênção vinda das mãos de Deus,
o verde domina a paisagem
e renova os sonhos seus e meus.

Ao olhar os pássaros do céu,
lembro do que Cristo ensinou:
se Deus cuida de cada ave
e jamais as abandonou,
quanto mais seus filhos amados,
que Ele mesmo criou.

É terra de espera e esperança,
de oração feita com devoção,
onde se aprende a confiar
no tempo e no agir do Divino.

Terra que amo profundamente,
que guardo com orgulho e afeição;
não a troco pela correria
da selva de pedra da cidade, não.

Prefiro o cheiro da terra molhada,
o canto livre da passarada ao léu,
pois no sertão encontro a paz da alma
e a presença de Deus sob o mesmo céu.

LUZGIRASSOL


No sertão da Paraíba,
onde o mandacaru vigia,
nasceu uma linda donzela
feita de encanto e poesia.


Chamaram-na Luzgirassol,
nome de ouro e claridade,
mistura de flor e estrela,
de beleza e suavidade.


Tem os olhos da manhã
quando o sol vem despontando,
e um sorriso tão sereno
que faz a seca ir passando.


No jardim onde ela mora,
entre rosas e alecrins,
parece um girassol vivo
enfeitando os seus caminhos.


As abelhas a cortejam
com seu canto laborioso,
vendo nela o doce néctar
de um destino venturoso.


Os passarinhos do campo,
do canário ao corrupião,
fazem festa em sua volta
como num grande mutirão.


Obra da mão da natureza,
mas também do Criador,
que moldou sua presença
com ternura e muito amor.


Quando passa pela estrada,
o vento muda de tom;
até a sombra das árvores
quer seguir seu caminhar bom.


Privilegiado será
aquele que ela escolher,
pois em seu jardim de afetos
há sementes a crescer.


E dos frutos desse encontro,
regados por devoção,
florescerão novas vidas
como espigas no sertão.


Luzgirassol é assim:
sol que nunca perde o brilho,
flor que transforma a paisagem
e ilumina cada trilho.


No sertão paraibano,
entre a terra e o firmamento,
vive essa deusa de luz,
girassol do sentimento.

CABRA-MARCHO


Sou cabra-macho do Sertão,
Homem de fé e fundamento,
Não meço força na aparência,
Mas no valor do sentimento.
Pois quem carrega honra no peito
Segue firme em qualquer vento.


Aprendi com meu velho pai
A palavra nunca quebrar,
Respeitar os mais antigos,
Trabalhar sem reclamar.
Porque o homem vale mais
Pelo que faz que pelo falar.


Sou filho que guarda o nome
Como tesouro e tradição,
Carrego raízes profundas
Plantadas no coração.
Feitas da mesma madeira
Da família e da educação.


Sou pai que ensina no exemplo,
Sem precisar levantar a voz,
Mostrando que o bom caminho
Se constrói dentro de nós.
E que o amor de um verdadeiro pai
É um laço que nunca se desfaz.


Sou amigo nas horas difíceis,
Companheiro de caminhada,
Daqueles que estendem a mão
Sem esperar receber nada.
Pois amizade verdadeira
É riqueza abençoada.


Carrego valores antigos
Que o tempo não conseguiu levar:
Honestidade, respeito e coragem,
Virtudes para cultivar.
São tesouros que não enferrujam
Nem o mundo pode comprar.


Sou raiz pivotante no solo,
Que ninguém consegue enxergar,
Mas sustenta toda a árvore
Quando o vento quer derrubar.
Pois a força que dura na vida
Vem de dentro para lutar.


Não vivo de fama ou riqueza,
Nem de aparência e posição,
Minha maior fortaleza
É ter paz no coração.
E saber que minha consciência
Não me acusa em oração.


Tenho somente um temor
Que guardo com devoção:
Desagradar ao Deus Altíssimo,
Fonte da minha salvação.
Pois homem que teme a Deus
Nunca perde a direção.


Se a luta aperta o caminho,
Se a seca castiga o chão,
Eu me ajoelho primeiro
E entrego tudo em oração.
Porque a vitória do homem
Nasce da fé e da ação.


Cabra-macho de verdade
Não é quem vive a se exaltar,
Mas quem protege sua família,
Sabe servir e respeitar.
Quem honra pai, mãe e amigos
E não foge de trabalhar.


Assim sigo minha jornada,
Sem orgulho e sem vaidade,
Com Deus na frente dos passos,
Com amor e dignidade.
Pois ser homem é ter caráter,
E viver com honestidade.

DEFESA CIVIL: ALMA E CORAÇÃO

No sertão e na cidade,
Na montanha e no baixão,
Existe uma grande força
Feita de união e ação.
Tem alma de solidariedade,
Tem coragem no coração,
É a Defesa Civil viva,
Servindo a população.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

Muita gente ainda pensa
Que é apenas repartição,
Mas quem conhece sua essência
Sabe bem sua missão.
Não é somente um órgão,
Nem vive só na gestão,
É sistema que integra
Toda a Federação.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

União, Estados e Municípios,
Cada qual com sua função,
Somam forças com o povo
Em perfeita integração.
Bombeiros, escolas, igrejas,
Empresas e associação,
Todos formam essa rede
De proteção e prevenção.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

Quando o risco é identificado,
Começa a preparação,
Mapeando as ameaças
Com estudo e observação.
Planejando cada passo,
Fortalecendo a região,
Para evitar que o desastre
Cause dor e destruição.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

A prevenção é o caminho
Mais seguro e eficaz,
Pois evita sofrimento
E protege muito mais.
Obras, alertas e campanhas,
Conhecimento que satisfaz,
Construindo comunidades
Mais seguras e capazes.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

Mas se a força da natureza
Chega sem pedir permissão,
Vem a resposta imediata
Com coragem e prontidão.
Socorrendo os atingidos,
Levando apoio e atenção,
Para salvar vidas humanas
Na mais dura situação.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

Depois da tempestade forte,
Da enchente ou vendaval,
Chega a fase da recuperação
Do cenário ambiental.
Reconstruindo esperanças,
Com esforço coletivo e leal,
Para que a vida retorne
Ao seu curso natural.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

Assim gira o grande ciclo
Da gestão do desastre então:
Prevenção e preparação,
Resposta e recuperação.
Um trabalho permanente,
Movido por dedicação,
Protegendo cada cidadão
Com amor e vocação.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

Que essa mensagem alcance
Toda a nossa população,
Mostrando que a segurança
Nasce da participação.
Pois quando o povo se une
Em espírito de cooperação,
A Defesa Civil revela
Sua alma e coração.

Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.

O Sertão que ninguém conhece!

— Todos dizem conhecer o Sertão sem ao menos saber o significado de Sertão.

E continuam andando perdidos pelo mundo.

Até que um cacto o sirva como a única fonte de água para beber •

Os pingos da chuva que driblam a seca no sertão são resultantes do nosso povo em constante oração.

As Cores do Sertão do Apodi


O azul das águas de nossa lagoa realça o cinza da caatinga;

O verde de nossa vegetação contrasta com a epiderme dos povos originários;

O chumbo de nosso lajedo suplanta a cal branca de sua degradação;

O amarelo de nossas riquezas enaltece a fartura de nossa região;

A terracota de nossa argila enrijece a luta de nosso povo;

O colorido de nossa fauna sarapinta a miscigenação de nossa gente;

O vermelho do poente incendeia o horizonte de nossa chapada;

O laranja do entardecer aquece os sonhos que resistem ao tempo;

O dourado do sol castiga e, ainda assim, fecunda a resistência;

Nossa água mineral sacia a sede, sustenta nosso lugar e renova as cores vivas de nossa terra.

VERSOS, CONTOS, MÚSICAS E MODAS


No terreiro do sertão,
Nas veredas do luar,
Nasce o verso feito fonte,
Que não para de cantar.
É a cultura nordestina
Que ninguém pode apagar.


Tem poeta e cantador,
Violeiro de valor,
Que transforma a própria vida
Em semente de amor.
Cada rima é uma colheita,
Cada canto, uma flor.


Os contos passam de boca
Como o vento no roçado,
Misturando fantasia
Com um fato acontecido.
Quem escuta guarda a história
No coração enraizado.


As modas de viola ecoam
Pelos campos sem ter fim,
Falam da seca e da chuva,
Do mandacaru e do alecrim.
Cada nota leva a alma
A um jardim dentro de mim.


Tem aboio de vaqueiro
Rasgando a imensidão,
Chamando o gado disperso
Com coragem e precisão.
É a voz do homem do campo
Abraçando o coração.


A sanfona abre o fole,
A zabumba faz tremer,
O triângulo acompanha
Fazendo o povo viver.
Quando o forró principia,
Ninguém pensa em padecer.


Os mestres da poesia
São estrelas do sertão,
Deixam livros e folhetos
Como eterna inspiração.
Cada estrofe permanece
Feito raiz no chão.


O repente é desafio
De talento singular,
Onde dois grandes cantores
Fazem versos sem falhar.
Quem domina a inteligência
Faz a plateia admirar.


Luiz Gonzaga ensinou
Que o Nordeste tem valor;
Patativa fez do verso
Um jardim de esplendor.
Cada mestre deixou viva
Sua marca e seu louvor.


Dos folhetos de cordel
À viola dedilhada,
Dos romances às cantigas,
Da toada apaixonada,
Tudo forma um patrimônio
Da cultura abençoada.


Enquanto houver um poeta
E um cantor para cantar,
Haverá versos e contos
Para o povo recordar.
Pois o sertão nunca morre,
Só aprende a florescer
E em suas músicas e modas
Ensina o mundo a viver.

CANTOS DA CAATINGA

No sertão quando amanhece,
Tudo ganha novo ardor,
Cada ave faz um verso
Ao divino Criador.
Na caatinga a esperança,
Vence o tempo e o dissabor.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Asa-Branca levanta
Num gracioso esplendor,
Levando paz em suas asas
Mesmo em tempo de calor.
Quando canta lá distante,
Renasce em mim o valor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Cancão, inteligente,
Defensor do seu redor,
Com coragem anuncia
Que a vida tem seu vigor.
Seu chamado desafia
Toda sombra e todo horror.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Patativa, rainha,
Do mais puro cantador,
Transformando o chão rachado
Num jardim cheio de flor.
Sua voz parece prece,
Cheia de fé e de amor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Galo-de-Campina,
Vestido de muita cor,
Leva encanto ao sertanejo
Com seu belo esplendor.
Cada nota que derrama
É perfume em meu redor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Sofrê faz seu lamento,
Que parece um trovador,
Misturando a saudade
Com um gesto acolhedor.
Sua voz consola a alma
Com divino resplendor.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Rolinha faz seu ninho
Com trabalho e com amor,
Ensinando à humanidade
O caminho do labor.
Sua paz anuncia sempre
Um futuro promissor.
Seus cantos aliviam minha dor.

Bem-te-vi anuncia cedo
Mais um dia promissor,
Despertando o sertanejo
Para o campo e seu labor.
Seu aviso traz esperança
Ao pequeno agricultor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Sabiá da Caatinga
É poeta e trovador,
Faz do galho seu palco,
Da manhã seu esplendor.
Quem escuta sua cantiga
Sente Deus por onde for.
Seus cantos aliviam minha dor.

Cada ave é um tesouro
Que nos deu o Criador,
Guardião da natureza,
Do sertão encantador.
Preservemos essa vida
Com respeito e muito amor.
Seus cantos aliviam minha dor.

PELEJA SERTANEJA

No sertão nasce o guerreiro
Com coragem por bandeira,
Aprendendo desde cedo
A vencer a vida inteira.
Faz da luta seu caminho,
Da esperança, companheira.

Quando o sol castiga a terra
E a chuva tarda a chegar,
O sertanejo não desiste,
Segue firme a caminhar.
Pois conhece que a vitória
Também sabe esperar.

O mandacaru florescendo
É lição de resistência,
Mesmo em solo castigado
Não abandona a existência.
Mostra ao povo nordestino
O valor da persistência.

O vaqueiro rompe a mata
Enfrentando espinho e chão,
Conduzindo o seu rebanho
Com firmeza na missão.
Leva a fé como armadura
Protegendo o coração.

Cada enxada abre sulcos
Na esperança do plantar,
Mesmo vendo a terra seca
Nunca deixa de sonhar.
Quem cultiva com coragem
Sempre aprende a esperar.

A mulher do velho sertão
É exemplo de bravura,
Transformando pouca água
Em riqueza que perdura.
Com amor sustenta o lar
E enfrenta toda agrura.

O poeta faz do verso
Uma espada de valor,
Cantando a vida sofrida
Misturada com amor.
Cada rima é resistência,
Cada estrofe, um louvor.

O sanfoneiro anuncia
Que a tristeza vai passar;
Quando o fole solta o canto,
Faz o povo se alegrar.
Mesmo em tempos de peleja
Sempre existe um festejar.

Quem conhece o sertanejo
Sabe bem de sua fé;
Nunca baixa a sua fronte,
Nunca perde o rumo em pé.
Tem em Deus sua fortaleza,
Sua rocha, sua mercê.

A peleja do sertão
É batalha sem igual;
Mas quem luta com esperança
Nunca encontra o ponto final.
Pois o povo nordestino
Tem coragem ancestral.

Enquanto houver sol queimando,
E um vaqueiro a cavalgar,
Haverá no velho sertão
Uma história pra contar.
Da peleja nasce a glória,
Da coragem, o triunfar.

Bom mesmo é ter com quem jogar xadrez,com as⁠ estrelas do céu nas noites do sertão.

Gratidão é chuva no sertão, brontando as sementes que depois frutificam a plantação.

A Paraíba também é um local para amar

Seja no sertão ou no mar,

Contigo quero passear

De mãos dadas no Pavilhão do Chá.



Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá

Quero você agarrado na minha cintura,

Indo muito além do forrozar

Vamos juntos namorar...



Eis-me aqui, e você aí

Dá até para escrever uma letra de forró,

Quando você não está aqui

Porque foi na Paraíba que eu te conheci.



Não existe o 'cedo', e nunca é tarde

Para amar sempre existe tempo,

Aos poucos vamos nos aproximando

Por causa desse amor que está florescendo...

No recanto


O vento quente do sertão
varre a alma cansada,
E a ansiedade aperta
o peito como corda de viola.
O homem sente
o mundo pesado nos ombros,
E a esperança parece distante, escondida no céu de brasa.


Mas chega uma palavra doce, feita de calma e cheiro de terra molhada,
Um sussurro que floresce entre
o juazeiro e a laranjeira.
O coração se abre,
desata o nó que sufoca,
E a vida volta a dançar
na batida lenta do luar.


No recanto da paixão,
o olhar se encontra,
Mãos trêmulas se entrelaçam,
tão simples e certeiras.
O medo se dissolve
na música das palavras,
E o amor cresce no silêncio
que fala mais que tudo.


Ah, sertão que ensina
a alma a resistir,
Entre seca e chuva,
entre dor e sorriso.
Uma palavra bondosa
é a chuva na rocha,
E o coração do homem
volta a cantar seu próprio destino.

Esperar pra ficar com você, é como esperar uma tempestade no sertão nordestino, mas como acredito esperarei ate o fim.

Inserida por alicecastrovini