Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
Acho que somos a mecha/ de um lampião sempre aceso/ pássaros que ficaram presos/ num cárcere de reminiscências.
"A auto rejeição é o verdadeiro prolema"
Sempre que eu escondo um aspecto do meu comportamento porque os outros não gostam e não aceitam, no fundo, também penso e ajo como eles. Se assim não o fosse, certamente, que não faria questão de esconder tal aspecto. Não é verdade?
Sendo assim, vale a pena rever os meus próprios conceitos; pois são eles que me fazem mal e não o que os outros pensam a meu respeito.
O parecer dos outros não me afeta em nada a não ser que eu lhe dê importância. Então, na verdade, o problema não está propriamente no que os outros pensam, mas no que eu mesmo penso de mim.
Embora, até justifique a dor da rejeição como um problema fora de mim; se eu for sincero comigo reconhecerei que o verdadeiro problema é a minha auto rejeição.
E nem adianta eu jogar a culpa nos outros para amenizar meu sofrimento, isso não resolve nada.
Evidente que o preconceito existe e ainda existirá por tempo indeterminado. Afinal, vivemos numa sociedade onde a estupidez humana também se faz presente.
Portanto, em questão de rejeição e de conflitos de relacionamentos o bom senso sempre nos mostra, claramente, que ao invés de perdermos tempo e energia tentando mudar os outros (tarefa que é impossível) nos atentemos em mudar a nós mesmos buscando estabelecer o bem independente da opinião de terceiros.
E já que não podemos fazer nada em relação a rejeição alheia busquemos trabalhar a nossa própria. Pois é justamente ela quem tanto nos faz sofrer!
Às vezes, no auge da emoção, dizemos que nossos sentimentos serão para sempre e duram um mês.
Prometemos que serão eternos e duram apenas alguns dias.
"Existe sempre um belo amanhecer
por detrás de toda nuvem. Ventos
que trazem tempestades são os
mesmos que anunciam dia claro!"
À beira de um abismo chamado "Pra sempre", nos encaravamos. A tensão fazia os cantos dos lábios tremerem, como que querendo sorrir timidamente, causava também aquela já conhecida falta de força nas pernas, a secura na garganta. Não sabiamos qual dos dois se estraçalharia no chão primeiro. Nem se algum de nós aprenderia a voar. Mas algo fazia nossos dois corpos quererem estar juntos inconscientemente, talvez pelo universo que se criava entre nossos estômagos toda vez que eles se encostavam.
E esse passo, um único passo, de um em direção ao outro, foi inevitável. Um mergulho no vazio. A queda era tão rápida que aquele doce e intenso vento batendo forte contra o nossos cabelos, contra nosso rosto, colocaria forçadamente um sorriso estampado nos lábios mais desolados. Mas no nosso caso não foi preciso. E enquanto nos olhavamos mutuamente, eu me perguntava qual dos nossos sorrisos deu vida ao outro.
E durante a nossa queda, era impossível não se questionar quão louco é esse lugar chamado "pra sempre". Um lugar inabitável. Não é um horizonte alcançável que possa ser avistado quando se ergue a cabeça, ou um destino no fundo de um precipício. Muito menos um momento já vivido, guardado ou esquecido.
Se me perguntassem agora, o que é o "pra sempre", se é um lugar, um percurso, ou uma utopia, eu não saberia. Mas acredito que está mais próximo de ser o modo como você sorri livre e gostosamente, não se importando onde esse abismo vai terminar. E sem qualquer ajuda daquele vento doce e intenso que colocaria um sorriso arreganhado no mais sisudo dos rostos.
Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor.
Ela não sabia que no perdão mina a liberdade roubada dos outros. Piedosa, deixava sempre um punhado das suas rejeitadas culpas.
E seguia sem perdoar-se, minando culpas, em busca de novos guardiães.
REALIDADES (2)
Quase sempre a gente se vê aos poucos
Um dia se esquece e outro se trás na lembrança
Acho que é por isso que nos amamos igual loucos
E é por isso que nunca morreu nossas esperanças
Um namoro que antigamente era imprevisível
Levando aquela vida de angústias mais e mais
Mas rinhamos certeza de que nada é impossível
E hoje com amor e calma vivemos em paz
Já nos amamos até em sonhos
Com os corações ardentes em pleno inverno
Os dois com os olhos lindos e risonhos
Dois corações jurando seu amor eterno
Abrace-me, pois irei sempre te abraçar
Beije-me, pois irei sempre te beijar
Peço-te um carinho, pois irei sempre te acariciar
Peço-te que me ames, pois irei sempre te amar
ORIGINAL ESCRITO EM 16/08/1991
Sempre haverá uma lágrima, e sempre que ela existir haverá humanidade... sempre existirá um sorriso e enquanto ele existir, haverá esperança...
Se for para sempre
Um dia irei entender
Que a sua partida
Foi boa para meu proceder
Juro que por te amar
Cansei de chorar
Sempre quando brigávamos
As lágrimas vinham no olhar
Queria te lembrar
Que meu amor é paciente
E que sempre eu vou estar
Te aguardando alegremente
Tudo que fez
Não contará
Somente o que vai fazer
Quando os meus lábios nos seus tocar
Numa discussão, a superioridade intelectual nem sempre é vantajosa. Quando excessiva, torna-se um inconveniente, pela simples razão de que nada pode fazer um debatedor render-se a um argumento que esteja acima da sua compreensão. Quanto mais esmagado sob montanhas de fatos e provas, mais ele se sentirá imune e vitorioso, saindo do debate persuadido de que foi vítima de injustiça. Se há uma força invencível neste mundo, é a burrice.
A vida não deseja que a maturidade passe a te consumir. Sua mente terá sempre um campo magnético de fertilização, com aprendizados em todas as estações.
O fluxo é livre e os acontecimentos escapam qualquer projeção. Seja um ser humano mentalmente saudável, sabiamente maduro, digno e consciente, uma doce alma na vida de alguém.
Construa um mundo melhor, contribua com estímulo para evolução (sua e do próximo) Afaste a negatividade com ações afirmativas e pensamentos frequentemente positivos.
Busque as boas energias, contemple o bem, viva o amor. Faça isso todos os dias, dia e noite, noite e dia.
Um dia eu quis ser grande, quis conquistar o mundo, mas a vida me feriu, dentro de mim sempre sofri, tentei novamente me levantar, mas a cada tentativa, sofria mais, um dia eu quis amar o mundo e tudo que há, mas a cada negação da vida, talvez minha própria percepção errônea de tudo, tentei me levantar, tentei amar, mas caí novamente, até o momento atual onde tento caminhar, mas a cada frustração, morro por dentro, depois de muito refletir, percebi a depressão que sofro a anos, sou extremamente infeliz, não por ingratidão, não por não perceber quando fazem bem a mim, mas porque sou doente, sou mais um na sociedade, doente, dentro de mim, que não vejo na vida sentido para existir, mas existo pois aprendi que não tenho direito sobre a morte, tento me acostumar com o sofrimento, tento deitar e descansar mesmo sofrendo, não tenho paz interior, não houve religião que me desse esse acalento, essa dor que não passa, essa infelicidade que tenho que suportar, ainda acho que quero ser grande, mas não sei se exergo esperança, pois no fim sou sempre triste, na sociedade sou somente mais um, sorrio no dia dia, mas estou morto por dentro, tomo minha medicação mas sou privado do uso de antidepressivos pois para ser estável não posso toma-los, minha única realidade dentro de mim é triste, nem Deus acho que se importa, tento fugir quando posso para música, para arte, difícil para mim estudar, mas o que me resta, viver dia após dia, talvez a realidade seja um estado de sofrimento que eu deva passar, porque além disso eu não consigo enxergar. Amadureci com essa dor e com ela prossigo.
"É certo cobrar de uma pessoa que sempre lhe mostrou um grande afeto, e você a desprezou por causa da sua imaturidade?
A imaturidade é a prova de que devemos pensar nas consequências antes de agir, para que não sofremos e façamos os outros sofrer."
Sabem aquela frase: e viveram felizes para sempre? Ela decreta o final de um livro, pois história é feita de infelicidade.
PANDEGOMANIA*
Um voo noturno sem direção, porém, inquietante, é sempre sombrio e sofro o grave frio do pânico, coronavírus. Diante das considerações, colocações eu sinto que estou em um país acéfalo.
Não sei decodificar o que é informado e arriscar a imaginação como uma águia que aos quarenta anos, sem qualquer compromisso coerente com a razão se confina.
Diante do panorama mundial até esta manhã é cinza em nosso horizonte, em Palmeira dos Índios, Alagoas, 25 de março, como nosso destino.
Deixo a águia na sua renovação e me vem, como um insight, o alerta do especialista Jean-Claude Manuguerra, em 2012 que há seriíssimos riscos de pandemia.
Portanto, quem fala diferente da linguagem literária da ciência e dos fatos de outros países contradiz o que está na literatura, na ética, no compromisso e responsabilidade do profissional.
A nossa vida e saúde estão em risco.
- Socorro!
Diante dos especialistas, qual é o pândego que diverge da veracidade da ciência?
* Pandegomania – neologismo
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