Semana da Pátria
A cultura de um País é seu bem mais valioso.
Os últimos episódios envolvendo acidentes com viaturas da Polícia Militar do Distrito Federal e o trágico óbito no local de um valente guerreiro e herói que, em ato de amor à profissão, prestava seus serviços à comunidade e que mesmo assim foi humilhado, esculachado e denegrido pela população e imprensa local, me trazem uma pequena e triste reflexão: Estamos vendo nascer uma parcela de um povo anárquico, onde as leis não são para eles, uma parcela sem cultura, sem patriotismo, sem amor ao próximo e sem respeito à qualquer coisa. Um povo que está criando a cultura do oposto, de defender o errado, de achar bonito o bandido, que adora ser tachado de vítima, um povo cheios de melindres e direitos umbigais, um povo que cultua o vitimismo e o antagonismo à moralidade, civilidade e bondade.
Ver cidadãos comemorando a morte de uma pessoa que deu a vida para que outros vivessem é muito triste. Ver e ouvir e ver a repercussão nos noticiários que a reunião, em razão da dor, de amigos e colegas de profissão em torno de um dos seus que tombou é algo desnecessário, fútil e corporativista é realmente algo que dói, machuca de verdade. A forças de segurança são tão odiadas assim? Servidores públicos que, sob juramento, se orgulham de proteger e salvar vidas, são tão fúteis assim? Parece que todos querem nos ver mal, mortos, humilhados. Parece que estamos fazendo algo errado. Parece mesmo que estamos num circo onde toda a platéia espera nossa queda do picadeiro, nissa vergonha, nossa morte, para poderem gargalhar, aplaudir e fazerem valer o ingresso.
A mesma parcela que reclama que demoramos pra chegar em uma ocorrência é a mesma que reclama que compramos viaturas mais rápidas. A mesma parcela que odeia blitzes é aquela que grita ao mundo que não vê polícia na rua. Os mesmos que dizem que não vêem polícia por aí, acham um abuso não pagarmos passagem no transporte coletivo. Os mesmos que acham que não podemos parar para um lanche, dizem que nunca viram um PM no comércio local Fotografam se estamos no telefone, filmam se estamos comendo, riem de nossas barrigas (já somos velhos gente), humilham nossos filhos nas escolas, caçoam da profissão que escolhemos e procuram todos as formas de nos denegrir. Somos chamados de burros à bandidos, mas quando a necessidade vem, na hora do apuro é o 190 e 193 que têm decorado em mente pra ligar em caso de socorro. Pra essa parcela trabalhamos com mais afinco ainda, para. mostrar que somos acima de tudo pessoas de bem, que querem o bem e que só praticam o bem.
Mas não desanimamos, fortes ficamos com as críticas, nos encorajamos com as vaias e oramos por ter alguém no meio desse coletivo que nos odeia, que nos estenda a mão e que nos presenteie com um sorriso e um obrigado ao final de cada missão concluída. Isso de uma pessoa vale muito mais que à critica de milhares.
Uma nação comprometida financeiramente tem conserto. Uma nação comprometida com a saúde, dá pra consertar. Problemas na educação, podemos com muita trabalho e dedicação remediar. Mas, um povo sem cultura e sem patriotismo está fadado a derrota, está na iminência do domínio da maldade e da imoralidade.
Se não fossem a religião e as leis com todos os seus agentes, qualquer povo já estaria extinto, pois por aqui parece que torcem pela morte daqueles que dão suas vidas para defendê-los.
Que Deus olhe e interceda por nos, que estamos aqui na terra para olhar, interceder, proteger e morrer por vocês.
Um salve aos Guerreiros e Guerreiras!
Estou de LUTO sim!!!
Estou sentindo vergonha do meu país, me sinto uma péssima anfitriã, pois não temos aqui nenhum serviço de qualidade para oferecer (gratuitamente) aos irmãos gringos. Afinal, não tem nem para nós... Se eles quiserem coisa boa, vão ter que ter grana pra bancar! Ser bom anfitrião assim é fácil, não?
Dane-se a Copa! Não tenho motivos pra gritar gol, se é que vai ter gol...
Gosto de futebol e tenho orgulho do meu país - geograficamente falando - porque politicamente falando eu tenho é NOJO!
E por respeito ao meu povo sofrido (onde eu me encaixo, porém independente disso), não vou gritar gol, não vou vestir verde e amarelo, e nem tampouco gastar um real a mais para contribuir com esse circo onde os "palhaços" somos nós!
Patriotismo pra mim está muito além de pular numa arquibancada com cara pintada. E engana-se quem pensa que protesto começa nas urnas... Nas verdade ele termina lá, pois o começo dele é deixando de se importar com o que não tem importância, pra ter tempo de dar valor ao que realmente vale.
Sejam bem-vindos, gringos! Mas nos desculpem o transtorno... Estamos em reforma para melhor atendê-los!
É natural que em momentos como esse, em que as nações se unem em torno de um objetivo único, o patriotismo se revela como uma corrente que une uma grande família. O importante e, sobretudo, o mais sensato é apoiar essa corrente poderosa e lapidar com sabedoria as arestas cortantes que nos reprimem fora dos grandes eventos. Por fim, melhor do que ter um ponto de vista é ser a vista de um ponto ou ser um ponto de vista.
Ter a cura para uma doença que causa muitas mortes, e cobrar preço alto pela cura, não é um ato de patriotismo.
Como é Belo o Meu País
O Sol chegou sorrindo,
Veio para me acordar.
Disse-me: vê que dia lindo;
Está bom pra passear!
Levantei-me e abri a janela
E olhei pro meu jardim.
E logo a flor mais bela
Sorriu e acenou pra mim!
Em seguida as outras flores
As mãos se entrelaçaram.
Ouvi rufar os tambores,
E em coro todas cantaram.
Vieram várias borboletas
E dançaram sobre elas.
As brancas com as pretas,
As azuis com as amarelas.
E ao ver tanta beleza,
Senti-me muito feliz.
Como é bela a Natureza,
Como é belo o meu País!...
Os brasileiros estão se levantando. Uns pregam a paz, outros a guerra. Mas aí precisamos de uma política que una o liberalismo econômico inteligente, o desenvolvimento humano, o respeito ao Planeta Terra em todas as manifestações de Deus e total transparência pública. Isso ainda está um pouco distante. Voltarei em 150 anos para fazer a auditoria pública nas contas brasileiras e nos projetos políticos. E tentar entender a tal da União de seu povo e representantes para que sejamos verdadeiramente respeitados e tenhamos a possibilidade de que todos desenvolvam autoconhecimento. E vivam dentro dos planos da Criação.
Minha raça é humana, minha cor não define quem sou e sim minhas atitudes define que tipo de ser sou eu.
Olhando os noticiários recordo de alguns rompantes:
- "Nós não queremos uma bandeira vermelha...
Não somos vermelhos... Somos verde e amarelo...”
Azul... Branco...
Mas eu prefiro ver as crianças de bochechas rosadas
Vermelhas, coradas
As ver pálidas, azul de fome, verdes enjoadas
Por não ter posto, médico ou remédio...
Ou então, amarelas, coitadas!
Nós veremos as cores da bandeira nas caras das pessoas
(Não pela força da tinta)
Veremos pessoas verdes, amarelas, azuis,
Olhando, debaixo, uma minoria branca...
Não precisam mais de suas panelas...
Vermelho, só na face dos professores e outros cidadãos.
No sangue do protesto inútil, misturado ao choro sem consolação.
A essência do fato de nosso país ser tão negativo e não se desenvolver como deveria está baseada no seguinte: faltam patriotas! Patriotas pela nossa política! Pelo nosso futebol! Pela nossa solidariedade! Pelo amor ao próximo! Por menos críticas e mais atitudes! Faltam pessoas que digam: Eu amo meu país e lutarei por ele até o fim!
Engraçado, a pessoa tem coragem de falar mal da Qabalah e profanar meu nome somente na frente do computador. Agora, quando está na minha frente tenta procurar argumentos e palavras que não façam eu agir de modo agressivo. Não tenho medo de processo judicial. Já bati em um antes e baterei em outros depois. E não se acanhem! Isso é amor. Amor heroico. Amor que emana da Gevurah. Como está escrito: "o zelo pela tua casa me consome, e os insultos daqueles que te insultam caem sobre mim." Salmos 69:9. Respeite as pessoas e suas culturas, antes que perca seus dentes.
A história se reescreve diariamente, tornando tolo aquele que aponta as exibições de paixão pela terra como babaquice.
Vivo pela libertação da Índia e morreria por ela, pois é parte da verdade.
Só uma Índia livre pode adorar o Deus verdadeiro. Trabalho pela libertação da Índia porque o meu Swadeshi me ensina que, tendo nascido e herdado sua cultura, sou mais apto a servir à Índia e ela tem prioridade de direitos aos meus serviços. Mas o meu patriotismo não é exclusivo; não tem por meta apenas não fazer mal a ninguém, mas fazer bem a todos no verdadeiro sentido da palavra. A libertação da Índia, como eu a concebo, não poderá nunca constituir ameaça para o mundo.
Dualidade Unida
Nasci na Alemanha, num pedaço de terra que acolhe e cuida. Filho de pais portugueses, trago comigo as raízes profundas de uma pátria distante. Sim, amo dois países. Um foi mãe, outro é pai. E assim, cresci entre dois mundos, onde o patriotismo não se anula, mas se completa, como as estações que se sucedem, cada uma com a sua beleza.
O melhor de ambas as culturas marcou a minha educação, tal como o sol e a lua marcam o dia e a noite. Da Alemanha, aprendi a ordem e a disciplina, o respeito pelo tempo e pelo espaço. De Portugal, recebi a alma poética, a saudade que me abraça e a simplicidade das coisas.
Guardo ambos no meu coração, sem conflito, sem divisão. São como duas árvores que crescem lado a lado, as suas raízes entrelaçadas, as suas folhas tocando-se ao vento. E assim, sou inteiro, sou completo, porque levo comigo a essência de dois lugares que me formaram e me fazem ser quem sou.
A paz não muda a vida do povo sem que este participe das acções concretas do Governo, por isso, actuemos como verdadeiros patriotas e somente assim conheceremos o desenvolvimento concreto da nossa PÁTRIA.
O BRASIL ESTÁ VIVENDO EM UM MUNDO DE INVERSÃO DE VALORES!
Nestas eleições para Presidente da República, Deputados Estaduais, Federais e Senadores, nós vimos uma inversão de valores dentro de um mundo contemporâneo onde muitos dos nossos valores que foram passados de Geração para Geração que hoje estão se perdendo e eu estou percebendo que em meio de uma sociedade Brasileira onde os valores invertidos, onde o certo é o errado e o errado é o certo e assim faz com que o certo e o errado se confundam e assim se faz com que as pessoas a desenvolverem a capacidade de aceitar o errado como certo ou simplesmente se omitir a perceber isso e a reagir diante de tais fatos a aceitação e neste caso não vem para me favorecer, mas sim para contribuir com a deturpação da minha ética, do meu conjunto de valores e princípios através do qual eu decido entre o que devemos ser ou o que nós devemos fazemos e o que podemos fazer para ajudarmos.
Mas o que eu venho vendo nesse Brasil que colocou de volta ao poder o assaltante de volta na cena do crime que vem junto com ele. E diante desta inversão de valores dos dias atuais é que ninguém mais faz as perguntas básicas para discernir o certo do errado onde os nossos filhos dizem : Eu quero, mas eu posso? Eu devo?
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