Sem Resposta
A morte é o fim de tudo, ou o começo de nada?
Não há resposta, só silêncio, e o vazio que nos devora.
O vazio é a essência da vida, ou a negação do ser? Não há sentido, só angústia, e o vazio que nos consome
O vazio é o destino final, ou o eterno retorno?
Não há saída, só abismo, e o vazio que nos espera.O existir é um erro?
Não há sentido na vida, por que teria esperança na morte?
Somos apenas sombras errantes em um mundo sem luz, buscando um alívio ilusório em um abismo sem fundo.
Nada nos salva da angústia; nem a fé, nem a razão, nem o amor. Somos condenados ao sofrimento e à insignificância do ser. Alguns contentam-se com verdades que não são mais que sombras, afogando-se na superficialidade de explicações tolas. No fundo, a busca por respostas vazias é uma fuga desesperada da angústia que nos consome. Eles são os cegos da luz e os surdos da paixão. Não conhecem a si mesmos, nem o mundo em que vivem. Eles não sofrem, nem gozam, eles apenas sobrevivem.
A única saída é o silêncio. O silêncio da alma e da mente. O silêncio que precede a morte, e que sucede o vazio.
O relacionamento com seu(a) ex fazia a sua vida ser melhor? Se a resposta for não, não volte de jeito nenhum e nem cogite a possibilidade de voltar.
MUNDO SUBJETIVO DICOTÔMICO
Não existem respostas certas, apenas a escolha mais confortável; E, em geral, as escolhas que mais confortam provêm das respostas mais incertas.
Cemitério de Respostas
Em nosso cemitério de repostas,
Fantasmas de um passado que não volta,
Pelo menos para nós e nossas viúvas,
Amores que perdemos nessa chuva,
E agora jazem em companhia de outras covas.
Provas de nossa ingratidão,
Infidelidade, desprezo e desespero,
Associados a insatisfação.
Cemitério de Respostas.
E as traições poderão descansar,
Junto às ervas daninhas do canteiro,
Terei as ladainhas do coveiro,
Derramadas sobre meu caixão,
Mas antes encaixotarei as faltas,
E as sepultarei no cemitério de respostas.
Cemitério de Respostas.
Enquanto a periferia não romper o ovelhismo, a única resposta que irá ouvir ao cobrar seus direitos serão tiros.
"" Até onde vou
se sei que não tem fim
se é em mim
que está a resposta
daquela porta
sempre aberta pedindo para entrar
é sagrada e continuará sem limites
até os confins do começo
vá lá e depois me conte como foi
ou apenas tente dizer
que não entendeu...
“Que o tempo me entenda”
Chegar aos trinta não é descobrir respostas.
É aceitar que algumas perguntas só existem para nos acompanhar até o fim.
Já não busco mais o sentido exato das coisas —
me contento com o eco que elas deixam.
Gandhi dizia que, mesmo insignificante, é importante que façamos o que viemos fazer.
Nietzsche me ensinou que o abismo também olha de volta.
Schopenhauer sussurra que a vontade nos consome.
E Shakespeare... bem, ele mostrou que somos feitos da mesma matéria dos sonhos —
mas que esses sonhos também morrem.
Hoje, olho para o mundo e vejo pressa, ruído, vaidade.
As redes gritam, os egos se inflamam, as verdades se fragmentam.
Viver se tornou barulhento demais.
Mas ainda acredito no silêncio das intenções.
Na ternura de uma escolha honesta.
Na coragem de quem permanece sensível.
Talvez a vida não precise fazer sentido.
Talvez ela só precise ser vivida com consciência.
E, se possível, com alguma beleza.
A beleza de um gesto real.
De um olhar que diz: “estou aqui”.
Se algo vai restar de mim,
que seja isso:
alguém que tentou, mesmo no caos,
não esquecer do essencial.
Enquanto você busca a resposta, eu já trouxe os dados.
Não sou só a pergunta — não fico na teoria; eu ajo.
Estou em constante transformação, construindo meu caminho mesmo diante das críticas.
Sigo em frente. Se você não quiser vir junto, tudo bem — só peço que evite lamentações e críticas vazias.
Você é uma luz — então brilhe.
" Nos momentos que a alma não quer respostas, no silêncio podes ouvir a própria verdade. Nesta lacuna existente, entre o barulho lá fora, e a consciência que a gente se reencontra ".
Márcos Frèitas
A questão da existência de Deus não tem resposta possível.
Quantos anos você tem?
A resposta correta seria:
Não sei....
Qual a razão de não saber? A resposta é simples: os anos que você acha que tem, você não tem mais... estes anos já foram vividos e passou.
Então lhe resta os anos que ainda irá viver... pode ser um dia, um mês, um ano, uma década, um cêntuplo, seja qual for o tempo, não há como saber; e é por este maravilhoso motivo que devemos escolher viver com intensidade, alegria e amor.
Às vezes não precisamos dar uma resposta. O silêncio por si só revela o que as palavras poderiam ter sido ditas.
