Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Há momentos especiais na vida que não terminam, não acabam, apenas tomam um outro curso. São as esquinas da vida que nos fazem obrigatoriamente dobrar o caminho, criam esquinas, porem a sensação que temos e que pode nos tomar, nos dá essa falsa impressão..., de começo e de fim. Por isso se ligue somente naquilo que é bom. O futuro lhe mostrará exatamente quando e onde deverá usar aquilo que de fato aprendeu e guardado cuidadosamente em seu coração será, sem dúvida, a chave da sua felicidade, e nada e ninguém nunca aprisionar-lhe-ão!!!
"Na verdade, nós não somos mais uma sociedade, somos um bando. Porque não há ordem, não há mais respeito, não há decência. "
Não há tristeza maior para uma mãe do que presenciar a ingratidão de uma filha ou de um filho. Fazemos tanto por eles, abdicamos de tantas coisas, e parece que, em determinado momento, eles jogam o esforço todo fora, não dão valor nenhum. Estou muito triste.
Sabores da Infância
Há canções que, ao tocarem, não se limitam ao ouvido.
Elas atravessam o tempo, abrem portas escondidas e nos devolvem à infância.
É como se cada nota fosse um fio invisível, puxando memórias guardadas no fundo da alma.
Há sabores que não morrem, mesmo que a receita tenha se perdido.
Um pedaço de bolo simples, o cheiro do café coado, o doce na panela de cobre,
tudo isso nos devolve a pessoas queridas, a risadas ao redor da mesa,
aos dias em que a vida parecia mais lenta e mais viva.
A nostalgia tem esse poder:
não apenas lembrar, mas fazer sentir de novo.
Sentir a mão que já não seguramos,
o colo que já não existe,
o carinho que o tempo não levou, porque ficou em nós.
Cada música que ecoa, cada sabor que retorna,
é também um reencontro com quem fomos
e com aqueles que deixaram marcas suaves em nossa história.
É memória, é afeto, é vida que insiste em permanecer dentro de nós.
Porque o passado, quando é bom, nunca vai embora.
Ele se transforma em eco, em cheiro, em gosto, em canção.
E nos lembra que somos feitos disso:
de pessoas, de instantes e de tudo o que nunca deixou de existir em nós.
Quando a Energia Vai Embora
O fim de tudo começa quando a energia se vai.
Sem ela, não há vitalidade, não há impulso, não há motivação para nada.
Tudo perde o sentido.
Tudo perde a graça.
A comida não tem mais sabor, o que antes era prazer vira obrigação.
E, de repente, tudo se confunde com preguiça aos olhos de quem vê de fora.
Nada parece bom o suficiente para valer o esforço.
Tomar banho vira uma batalha silenciosa.
Escolher uma roupa, passar um hidratante, parecem tarefas gigantes.
Abrir a geladeira e sentir que nada combina com nada.
Olhar para as panelas e perceber que você já nem sabe o que fazer com elas.
A cama se torna refúgio e prisão.
Levantar é difícil.
E quando consegue, encara o espelho e não se reconhece.
Olha ao redor e tudo parece um reflexo distorcido da sua própria realidade.
O acúmulo grita: coisas empilhadas, objetos esquecidos, poeira que reflete o que está dentro de você.
E então percebe:
Você acumula mais do que coisas.
Acumula o que não te faz bem.
Acumula a bagunça que não é só física, mas emocional.
E o pior é não ter energia para remover nada disso, nem do ambiente, nem da alma.
É como assistir sua vida de fora, trancada dentro de um corpo que não acompanha o mundo.
Querendo mudar tudo, mas sem força sequer para começar.
Na mente não há absolutos ou livre arbítrio; a mente é determinada pra desejar isto ou aquilo por uma causa, que foi determinado por outra causa, e esta ultima por outra causa que antecede, e isto se prolonga pelo infinito.
Essa realização nos ensina a não odiar a ninguém, a não desprezar ninguém, a não zombar de ninguém, a não ficar bravo com ninguém e a não invejar ninguém.
Não adianta você querer ser bom o tempo todo. É como ser hipócrita ou falso. Há momentos em que nós somos maus mesmo e, não adianta dizer que não, porque isso é fato.
Tem dias que você já se acorda com “a bergilha virada” como diz o ditado, ou como dizem: com o pé esquerdo.
E seu mau humor vai piorando a partir do momento que você começa a observar coisas tão simples que poderiam ser resolvidas com apenas uma coisa: Consciência. Mas, mesmo assim, as pessoas não fazem uso dela, e quando fazem, fazem quando querem estar com a razão.
Ultimamente eu tenho escutado muito a seguinte frase: “Faça a sua parte.”
É uma bela frase. É uma bela teoria. Sim. Porque na prática, isso não funciona. Mas como “toda regra tem exceção…” Em alguns casos, digamos que “isso cola”.
Imagine que você toca violão ou outro instrumento, ou apenas canta em uma banda. Vocês marcam ensaio um determinado dia e hora. Chegado o dia, você começa seus afazeres cedo pra que na hora do ensaio, você esteja pronto e quem sabe até no local marcado. Só que quando você chega lá, metade da banda não está e você sabe que é pura negligência deles não estar lá. Agora eu pergunto: Adiantou você fazer a sua parte? Creio que não.
Imagine agora outro caso: Você trabalha numa empresa no setor de embalagem e sua meta é embalar 5000 produtos por dia. Só que há no final do dia você só conseguiu embalar 3000, porque a pessoa que trabalha no setor de fabricação não lhe deu os produtos prontos a tempo. Mas você estava lá, fazendo a sua parte. Adiantou alguma coisa?
Eu não estou querendo dizer que fazer a sua parte não adianta em todos os casos, mas em alguns, isso não adianta mesmo.
Se você trabalha em equipe, todas as pessoas envolvidas têm que trabalhar juntas, caso contrário, não adianta você “dá seu sangue” enquanto outras estão “nem aí” para que o propósito seja alcançado.
Falta consciência. Falta compromisso. Falta palavra!
