Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Cultura é algo que há tanto em uma pequena quanto em uma grande empresa, também, em uma casa onde mora uma família, em uma cidade e também em um país. Cultura é a forma como nós pensamos, sentimos e agimos em relação à empresa, família, cidade ou país, bem como às pessoas que a compõem. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
O que há mais que o suficiente para todos , há uma mentira que age como vírus na mente da humanidade, e a mentira é que não bens produtos suficientes, há uma limitação e que não há o bastante.
Essa mentira faz as pessoas viverem com medo, ganância ,mesquinhez e o pensamento torna-se a sua experiência.O mundo tomou uma pílula de pesadelo.
Costumo dizer que a vida é como um jogo de videogame ,pois cada dia há uma fase e as mesmas com suas especificidades, tem suas fases fáceis,intermediárias e difíceis, todavia,nós devemos saber raciocinar e ter estratégias pra ultrapassar essas fases.
O capuccino .
Há um tempo venho sentindo vontade de tomar um capuccino, de alguma forma mesmo sem ainda ter experimentado eu sabia que era bom.
Certa vez, sem pretensão fui a uma cafeteria e nem lembrava do capuccino mas ele estava lá. Pedi, experimentei e foi tão bom.
Havia açucar a mais do que gosto, mas aquilo nada interferiu em experimentar aquele capuccino.
Há um tempo venho sentindo vontade de tomar um capuccino..
Ninguém há de esquecer o que conhece de mim,
E uma única pessoa se lembrará do que alguns
conhecem e do que apenas Ele sabe.
Poema bom
Hoje eu tropecei por ai nesse poema que eu já conheço há tanto tempo, mas hoje olhei para ele de uma forma diferente ou foi ele que olhou para mim, não sei. Segundo Quintana bom é o poema com o qual nos identificamos. E isso que ele disse, eu acredito que não sirva só para a poesia, mas para a música, o teatro, cinema, a literatura, as artes em geral. Mas nos identificarmos com algo será que é suficiente para classificá-lo como bom ou ruim? Nós só conseguimos enxergar o que já têm dentro nós e muitos de nós têm o mundo interno bastante reduzido. Não porque sejamos piores, mas porque a vida não nos deu as mesmas oportunidades que deu a outros. Logo, dizer que algo é bom ou ruim só porque nos identificamos é no mínimo superficial e simplista. Claro que nos identificarmos com algo nos dá aquela sensação gostosa de acolhimento, de conforto e prazer e, essa sensação que nos leva a adjetivar o que nos proporcionou esse sentimento é a mesma que usamos para classificar algo como bom ou ruim e, ao meu ver insuficiente.
Amor cego
Há quem diz que o amor é cego, mais eu discordo dessa teoria, como eu direi que o amor é cego? Se eu me apaixonei pela beleza e o olhar inocente dela..
- A vida de Deus
Dá tempo... há tempo... têm tempo...
De ser, fazer e ter
Eu e você, corrente do bem
Um elo, laço de amor
Somos cada um, um fôlego do amor
Todos, importantes
Todos, especiais
Somos pedacinhos do Criador
Sinta, todos nós, um.
Filtre da vida o Bem que o Mal quer ofuscar.
Por mais tenebrosos que sejam os dias,
há sempre uma luz no fim do túnel que Escape nos trará.
Em uma empresa, família, cidade ou país, inclusive dentro de nós, há duas energias. A energia masculina e feminina. Não tem haver com gênero ou sexo masculino e feminino. É necessário o equilíbrio entre elas. A energia masculina em uma empresa é a energia da ação. Meta. Resultado. Ação. Objetivo. Mente. Razão. Execução. Autodeterminação. Mantém o negócio funcionando, pois faz a roda girar, o negócio acontecer. O foco pertence à energia masculina que conduz em uma só direção, rumo ao objetivo traçado.Sem a energia masculina a empresa quebra, pois o dinheiro vem através da ação, pois está diretamente conectada com o resultado.A energia feminina em uma empresa é a energia da conexão. Empatia. Amor. Coração. Sentimento. Emoção. Fé. Vulnerabilidade. Faz com que os clientes e os colaboradores da empresa se conectem verdadeiramente entre si e com o seu propósito. A empresa sem energia feminina é fria e sem vida. As pessoas trabalham lá apenas por um salário. Entram e saem e não se importam de forma significativa. Falta calor humano. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
Há algumas coisas na vida que parecem ser inexplicáveis, mas com o passar do tempo torna-se claro todo processo.
Há três níveis de pensamento que definem nossa maneira de enxerga os outros, a nós mesmos e o que nos rodeia. No primeiro nível, você tem uma opinião, baseada em percepções sutis da realidade. Nesse nível, há maior facilidade para mudá-la, a partir de argumentos razoáveis e baseados em fatos concretos. É o caso por exemplo da opinião que temos em relação a alguém que tivemos pouco contato. No segundo nível, você tem uma convicção, é a compreensão de uma realidade mais consistente, já testada e validada por suas próprias ideias e valores. Nesse nível, há dificuldade significativa em revertê-la, tendo em vista sua maturação ao longo do tempo. É o caso, por exemplo de uma opção política convicta. No terceiro nível, você tem uma crença, que é a sua verdade imutável sobre algo. Adere-se à própria personalidade e aos hábitos do indivíduo. A reversão será muito difícil de ocorrer, principalmente se tiver sido inserida ao longo dos anos. É o caso muito comum da adesão a uma religião. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
Há momentos em que fazer como os conquistadores da América fizeram ao enfrentar as tribos astecas é a melhor decisão. Queimar os barcos ao chegar nas terras desconhecidas para guerrear. Sem possibilidade de voltar para trás. Compromisso total com a decisão de fazer dar certo. Dobrar a aposta quando fizer sentido para o seu propósito. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
O Colaborador Empreendedor. Em toda empresa há três tipos de colaborador: A, B e C. O colaborador C é aquele que vive dando trabalho, todo dia um problema diferente, um atestado diferente, o custo de tempo, financeiro e emocional é altíssimo. Nós sabemos que esse não fica na empresa. Mais cedo ou mais tarde é mandado embora. O dono da empresa paga para se livrar do problema. O colaborador B é aquele que joga para empatar. Vale o salário que é pago a ele. Fica quite com a empresa. Faz aquilo que é mandado fazer. Porém, ele reage. Reage ao cliente. Reage aos colegas de trabalho. Reage ao dono da empresa. Não tem iniciativa. É um robozinho. Mais cedo ou mais tarde, será substituído por um robô de verdade. O colaborador A é o empreendedor interno. Ele entrega 5 ou até 10 vezes mais aquilo que é pago a ele em dinheiro. Ele resolve e se antecipa aos problemas, ao cliente e ao dono da empresa. Ele se conecta verdadeiramente às pessoas, aos colegas de trabalho e a todos. O colaborador A tem lugar em qualquer empresa do Brasil, inclusive na minha e na sua. É o ouro de toda empresa. Porém, o colaborador empreendedor, se não é valorizado pela empresa e não é dado horizonte e oportunidades para que ele cresça e se desenvolva, ele se torna maior do que a própria empresa e só há dois caminhos: ele abrirá seu próprio negócio e se tornará seu concorrente ou trabalhará para outra empresa mais organizada ou pior, para sua concorrência. Sua maior arma se voltará contra você. Por isso que crescer e se desenvolver como negócio não é uma opção. É questão de sobrevivência para cultivar os melhores talentos que produzem os maiores e melhores frutos. O colaborador A empreende na própria empresa. Assume riscos calculados, tem visão de dono, entusiasmo e propósito de que o que ele faz ajuda a vida das pessoas a se tornar melhor, pois multiplica as oportunidades para todos. Ele se torna a personificação da própria empresa. A sua identidade se confunde com a identidade da empresa. O colaborador empreendedor vibra por fazer bem o que faz. Sente-se energizado e vivo. Enfrenta as dificuldades e se torna mais forte e mais valioso para a empresa a cada novo desafio. Ele é ouro. (Artigo "O Colaborador Empreendedor")
