Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
"Não há paz na terra desde a descida da minhoca, óh pois cavando buracos cada vez mais profundos tem uma tremenda influência na profanação, á causa"
Não meu senhor, não há mais nada. É inútil, em vão.
Todo o ouro que poderia existir ali já foi extraído e ainda assim não passava de ouro de tolos.
Embrenhar-me-ei por novas terras em busca de novas paisagens, novas luas, novos tesouros.
E com estes dizeres, ele partiu...
Sei que depender apenas de uma pessoa não é tão ruim, mas... Há tantos a sua volta... Todos estão sempre unidos. Se apenas esticasse sua mão, estaríamos tão perto.
Na democracia representativa, a vontade representada é do representante. Logo, não há representação e nem democracia.
Karma é fato, um conceito de que não há consiencia ou percepção a respeito das decisões e seus resultados tangíveis.
Um beijo bem dado, e um abraço apertado, não há dinheiro que pague!!
_______________Marinete inocencio
Quem não sabe que ao pé de cada bandeira grande, pública, ostensiva, há muitas vezes várias bandeiras modestamente particulares, que se hasteiam e flutuam à sombra daquela, e não poucas vezes lhe sobrevivem?
... E eu vejo a vida com mais emoção. Não há nada certo e isso é bom. Vejo-me desafiando-me a todo instante, quebrando as travas que impedem o meu crescimento e, a cada novo amanhecer, vejo-me diante de um novo ser...
E o inesperado é o ingrediente perfeito pra viver e, principalmente, entender que a vida é uma exploração constante, tanto do lado de fora como dentro de nós... e que sem isso é o existir sem transformação.
ANO NOVO - Por Sueli Souza Pinto.
Não gosto de andar pra trás à moda dos caranguejos.
Há quem goste dos caminhos mil vezes por mil seres repisados.
Eu penso a vereda que não sei, que não vi, que não trilhei.
Tenho nostalgias doloridas e felizes. Um amargo de jiló e um doce na boca.
Tenho passado fome de afetos. Abraços, olhares dos meus queridos
que em longe não posso ver. Necessito mil vidas para cumprir meus propósitos.
O bulício de formigueiro não me atrai.Quero o solitário canto do pássaro,
na mais imensa floresta, no mais alto galho da maior árvore, da mais longínqua ilha.
Para me reabastecer, reenergizar.
Sou loucamente zelosa de meus afetos.
Pari um filho, feito com amor aos 23 anos de minha juventude.
Sempre ganhei a vida com meu suor.Menti. Menti por piedade. Senti vergonha alheia.
Porém nunca disse mentiras porque sim.
Tenho viajado de trem, avião, carro, a pé. A maioria não o consegue.
Tenho rezado muito. A maioria não vai à mesquita, à sinagoga, ao templo, ao interior de si, aos feiticeiros.Nem sequer ouviram falar de Deus. No entanto, não vou aos lugares onde vai a maioria...Permito, porém que leiam meu futuro nas cartas de tarot,
e rio disso. Meus escritos estão por aí, nas mãos e mentes dos que os apreciam.
Ainda não tenho câncer. Tampouco gostaria de tê-lo.
Perto dos 50 anos me casei e sou feliz por tê-lo feito.
Posso afirmar que tenho vivido, como uma mulher com ânsias pelo que me falta viver.
O que poderá ainda me acontecer? Quem sabe? Eu não o sei!
Sempre na vida há uma solução para um problema. O problema é não ter solução para quem não quer mudar de vida.
Natal no mundo
Não basta escrever sobre aquele menino nascido numa manjedoura há cerca de 2 mil anos, natal era o princípio da luz divina encarnada na efémera passagem do homem na terra, o princípio da esperança nos homens. O princípio do deslocamento terreno e divino, o Natal era o momento de acontecer.
E acontecia!
Acontecia natal, na luz e nas sombras dos homens, na esperança e na desesperança, na partilha e na solidão.
E nasciam palavras e poemas, nascia amor!
E algures, o vazio do mundo continuava a existir.
Mulheres continuavam a dar à luz em terrenos de guerra, a fome a espreitar os olhares moribundos, os mendigos a arrastarem-se por entre as paredes grossas das catedrais. O sangue a jorrar nas paredes vazias, em terras inóspitas
Os barcos continuavam a despejar homens, mulheres, crianças nos mares da Europa. Nessas madrugadas de Natal, não havia lareira, nem mesas fartas, o medo alastrava-se nas frágeis embarcações, alagavam-se os dias de sentimento exaurido e triste. A fome, o frio, entranhava-se na dureza dos corações amargurados e desistentes.
E acontecia!
E de novo acontecia, a dor e a esperança, a anunciação, a fuga para uma terra prometida.
A coragem revestida duma amálgama de pranto e desconsolo!
O deslumbramento e o desassossego dos homens, numa terra minada pelo desespero.
E acontecia!
Uma criança que chora, outra que que desfaz embrulhos sem olhar para algum, a fartura a confundir o sentimento de injustiça.
Mesas fartas, mesas luxuosas, o cheiro a açúcar e canela, e o vazio opaco, invisível em cada uma delas!
Mesas de pedra, vazias, geladas! O aconchego frio das pedras das catedrais, crentes que passam, homens de boa vontade estendendo um pedaço de pão, um cobertor para enganar o frio, uma sopa quente. Uma fotografia esquecida, memórias onde a família ainda era um conceito de paz e estabilidade.
E homens e mulheres percorrendo as ruas vazias e frias de uma cidade qualquer, e homens e mulheres cansados dos dias, ouvindo os sinos de uma aldeia adormecida.
E o fluxo dos homens desesperados procurando a salvação!
E Natal acontecia!
São Gonçalves.
