Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade

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MUITO ANDEI PARA CONHECER...
Autor: José Ultemar da Silva
Ano: 1996
Editora: Autônoma

Muito andei para conhecer.. a vida, o trabalho, a saudade,
a tristeza, a fome, a maldade e a felicidade.
Também conheci a noite, os amigos e os falsos amigos, que tanto me admiravam e me elogiavam, depois me passaram uma rasteira e desapareceram.
Todos os dias agradeço a Deus...melhor assim.

Inserida por Ultemar

18- Ensino x Educação
(No ano de 2008 escrevi alguns textos sob o nome de Esqueçam o Autor)

Dizem que a realização do ser humano só se dá quando ele planta uma árvore, põe um filho no mundo e escreve um livro. Eu já plantei uma árvore, que depois fui obrigado a cortar, coloquei dois filhos maravilhosos neste mundo e ainda não escrevi um livro, mas o que estou escrevendo daria sim para transformar em livro, só que ficaria inacessível para um grande número de pessoas devido ao preço das publicações aqui no Brasil, opto então por colocar minhas “divagações” neste instrumento cada dia mais barato e democrático que é a internet. Deveria estar realizado, segundo a concepção daqueles que defendem esta ideia... NÃO ESTOU! Todos os dias procuro fazer o melhor que posso para melhorar a vida daqueles que estão ao meu alcance, e todos os dias percebo que ainda há muito mais por fazer, sinto-me feliz com a felicidade dos outros e frustrado por perceber que sou somente MAIS um colibri apagando o fogo da floresta com as gotículas d’água em meu bico. Tenho plena consciência que a solução dos problemas passam sempre pelas ações daqueles que efetivamente vivem os problemas, mas sempre também os que vivem os problemas precisam ser esclarecidos para que possam solucionar seus problemas (casos há em que as pessoas vivem os problemas, sabem a solução mas insistem em não resolvê-los, aí é uma questão de livre arbítrio, devemos respeitar), se queremos ajudar precisamos envolvermo-nos, conhecer o problema na sua totalidade, identificar os recursos disponíveis (sejam eles financeiros, intelectuais, religiosos, culturais, etc) das pessoas envolvidas e ACONSELHAR, a partir daí afastarmo-nos e aguardar que a semente germine, em caso desta primeira semente não vingar e formos chamados a semear outra vez, devemos recomeçar todo o processo, e de novo, e de novo, tal qual o agricultor no campo.
Observaram que tudo depende sempre do ENSINAMENTO/CONHECIMENTO? A máxima “Conheceis de tudo e guardeis o que for bom (verdade)” está aqui contida, o conhecimento ou a verdade liberta. Quando somos EDUCADOS, somos ensinados também, mas a educação tem muito mais a ver com procedimentos culturais, familiares, grande parte das vezes a educação é regional. O ensino/conhecimento é UNIVERSAL, a maioria de nós nunca esteve na China, mas sabemos que lá atualmente o ar está irrespirável (literalmente), devido ao grande canteiro de obras que a China se tornou (em função das olimpíadas, todas ou quase todas as obras deveriam ser suspensas no final do mês de junho para melhorar a qualidade do ar), estão vendo, isto é ensino/conhecimento. EDUCAÇÃO é o destino que damos ao ensino/conhecimento, podemos ser BEM OU MAL EDUCADOS, como educação podemos citar os hábitos (raríssimos nos dias de hoje) de pedir licença, agradecer, dar lugar para um idoso ou portador de necessidades especiais; fomos (éramos) ensinados a nos comportar assim, e até quando a sociedade humana não havia enlouquecido/cedido de vez ao CONSUMISMO, tínhamos uma grande influência da família - célula básica e fundamental de uma sociedade, influência do templo religioso, influência da escola, etc. Em função do forte apelo do consumismo (consumismo EXAGERADO), as pessoas perderam o rumo, houve um crescente impulso pessoal e coletivo pelo novo (tecnologia, facilidades, conforto), precisavam consumir para experimentar, usufruir, mas infelizmente ninguém inventou até hoje um botão liga/desliga para este processo. Sofremos hoje de uma doença chamada CONSUMISMO, que ainda não foi diagnosticada pela medicina oficial, mas esta doença consome as famílias, os templos religiosos, as escolas, as almas. Pensem comigo e digam-me se estou errado, à frente das famílias, dos templos religiosos, das escolas, temos ou não temos seres humanos ansiosos por consumir? Vemos ou não pais de famílias, representantes religiosos, diretores e professores das escolas sofrendo silenciosamente porque não conseguem consumir o que gostariam? Para mim, a base de quase todas as doenças do século passado, deste século e dos séculos vindouros (até que o ser humano consiga bloquear estes impulsos que são pessoais, mas que já se tornaram coletivos e como tal a cada dia mais vem crescendo e se realimentando) é a insatisfação do NÃO PODER CONSUMIR, a maioria das vezes nem importa o simples NÃO TER, mas incomoda muito o NÃO PODER TER (o objeto de consumo nem precisa ter utilidade para nós, mas precisamos dele para mostrar para todos, algumas vezes para nós, que o temos). Vivemos num mundo em que as aparências (que cada vez mais enganam) falam mais que os conteúdos, não é incomum depararmo-nos com pessoas aparentemente bem sucedidas na sociedade, com uma imensa matilha de lobos sedentos farejando seu patrimônio, pois que há por trás daquela aparente posição social um enorme descontrole financeiro provocado exatamente pela necessidade de mostrar à sociedade que é bem sucedido. Ou interrompemos este processo ou jamais conseguiremos sair deste que é o verdadeiro inferno, pois que já aprisionou e faz sofrer milhões, bilhões de almas pelo planeta afora. Algumas pessoas entenderão o que estou falando, a grande maioria interpretará como sendo o desabafo de quem não tem para consumir, despeitado. Faz-me lembrar a história do viajante que ao se deparar com uma mangueira à beira da estrada, envidou todos os esforços para derrubar uma única e linda fruta que postava-se num dos pontos mais altos da árvore, várias tentativas foram feitas para derrubar o fruto e nada, vendo que não conseguiria, o viajante recompôs-se e para não se sentir desacreditado, murmurou para si: “Também aquela manga estava podre!”.
Todos estão convidados a colher a manga (durante o processo de colheita podem e devem atirar pedras, paus), mas se não conseguirem, por favor, não cortem a árvore, interrompam imediatamente o arremesso dos paus e pedras. Deixem a manga lá, ela servirá certamente para alimentar os pássaros, que também são filhos de Deus e só querem alimentar-se das frutas, beber as águas dos rios, abrigar-se nas árvores, voar nos céus límpidos, felizes com a simplicidade da natureza que tudo lhes dá de necessário para viverem, procriarem, combaterem através de sua alimentação a procriação excessiva de animais como grilos que tornam-se pragas para os campos, ocupando assim sua função no cenário Divino que a todos provê do necessário para serem felizes como Deus quer.
A propósito, nunca vi um pássaro sofrendo por não poder consumir um escargot francês, ou não ter uma pluma européia para formar seu ninho!
Que a paz (esta sim pode ser consumida em excesso, quanto mais tivermos mais teremos para dar) de Deus esteja conosco!
07 Julho 2008

Inserida por SidTrombini

31- Felicidade
(No ano de 2008 escrevi alguns textos sob o nome de Esqueçam o Autor)

Já ouvimos falar que “a felicidade não é deste mundo”, afirmo que não, a felicidade plena e absoluta realmente não é deste mundo, mas a felicidade relativa, parcial é sim! Alguém duvida que Irmã Dulce não tenha tido vários momentos de felicidade? Que Mahatma Gandhi não tivesse vivido inúmeros momentos de felicidade durante e após libertar a Índia do jugo Inglês? Que eu não sou feliz (sem qualquer intenção de inserir-me neste rol de personalidades) passando três, quatro horas escrevendo estes textos para depois dividi-los com quantas pessoas quiserem lê-los? Caros leitores estamos neste mundo para sermos felizes, e sendo felizes, aprendermos a decifrar o código de Deus com mais facilidade. O que normalmente ocorre é que aceitamos de boamente a felicidade, mas esquecemos o porquê dela nos ser oferecida (comemos o bolo mas não queremos lavar os pratos). Acabemos com o mito que para vencer neste mundo devemos sofrer! Não, “podemos” sofrer, mas esta não é condição imposta por Deus para que vençamos nossas imperfeições. Aquele que nos deu a vida sabe de nossas limitações, e tudo o que espera de nós é que nos esforcemos ao máximo para decifrar Seu código e praticá-lo para com Seus outros filhos, irmãos nossos de caminhada. Lembremo-nos que “muito será cobrado a quem muito foi dado”, portanto quanto MAIORES NOSSAS FACILIDADES nesta vida, MAIORES NOSSAS RESPONSABILIDADES. Partindo deste princípio, o que precisamos é mudar o foco daquilo que nos pode dar felicidade, inúmeras pessoas procuram felicidade num carro zero, mas esquecem que ao sair da agência deixa ele de ser zero, outras procuram felicidade num celular de última geração, mas ao ligarem o equipamento não encontram sequer um ombro amigo para seus momentos mais difíceis. Lemos em algum lugar alguém dizendo (que me desculpe o autor) que “Feliz não é aquele que tem tudo, mas aquele que é feliz com o que tem!”. Procuremos a nossa felicidade na felicidade daqueles que nos cercam, aprendamos a servir para sermos servidos, parece um contra senso, mas esta foi a lição deixada por Jesus e excluindo o período entre a prisão e o gólgota, acredito que tenha tido vários momentos de felicidade, principalmente quando conseguia tocar os corações daqueles que Nele passavam a acreditar, após terem sido servidos por Aquele a quem passariam a seguir e servir. Podemos e devemos basear nossa felicidade momentânea nas coisas do mundo material, aqui vivemos e devemos usufruir cada momento e cada forma física deste mundo, não há mal em desfrutar as boas coisas da matéria, o problema é gostarmos tanto e não querermos largá-las, pois que na hora que deixarmos este mundo nada disso irá conosco; se estivermos muito ligados a estas coisas materiais e já sabemos que estas não irão conosco, acredito que devam fazer uma falta... Neste caso, tenho a impressão que a felicidade não será deste nem do outro mundo!
Caros leitores criei uma frase que me serve de referência para viver em equilíbrio, sem falsas expectativas: “Acostume-se com pouco, pois que a vida sempre nos dá pouco, e desta forma qualquer coisa que vier a mais será motivo de felicidade; por outro lado se nos acostumarmos com muito e a vida sempre nos dá pouco, qualquer coisa que recebermos será por certo motivo de frustração e tristeza!”. É uma regra básica para esperarmos pouco, tanto da vida quanto das demais pessoas e aprendermos a ser felizes com o que temos, esta regra nunca nos deverá levar ao conformismo, devemos sempre almejar o melhor, o crescimento, mas sabendo que as limitações físicas nos impedirão de executar tudo que nos vem no campo das ideias. Em minhas andanças pela vida (já andei um pouquinho), vi pessoas muito pobres, mas muito felizes (quem ainda não as viu? Se não viu, preciso que andem mais e que tenham olhos de ver, pois que é fantástico depararmo-nos com pessoas que ainda não foram contaminadas pelo consumismo), em contrapartida vemos a todo o momento pessoas ricas e imensamente infelizes. Frase minha: “O consumismo impõe-nos todos os dias dezenas de falsas necessidades que só nos trazem sofrimentos!”, não que eu seja contra o dinheiro, muito pelo contrário, sempre faço uma “fezinha” na megasena, mas não sou um jogador compulsivo, também não conto que tenha que ganhar, mas se ganhar, e acredito que este dinheiro não seja meu, terá sido dado como empréstimo, usarei um pouco para acomodar melhor a “velha carcaça” e a quase totalidade para criar algo que promova o progresso daqueles que queiram progredir. Vêem como eu vejo? Se o universo foi criado por Deus, se a vida nos foi dada por Deus, se tudo que aqui está pertence a Deus, então o dinheiro da megasena, para mim, também pertence a Deus, e eu teria que dar a destinação que Ele espera. O dinheiro, portanto seria MAIS UMA GRANDE RESPONSABILIDADE que teria que arcar. Entendo isto como decifrar o código divino. Baseado nesta filosofia de vida, a cada dia sinto-me mais feliz em poder ser útil Àquele que nos deu a vida e tudo o que possuímos. Procuro retribuir na medida exata de minha capacidade, sem faltar com meus compromissos em minha vida social, da qual dependo do apoio social e psicológico para desempenhar bem minha retribuição para com o Criador.
Agora, a felicidade total, plena, absoluta, realmente não é deste mundo, baseia-se esta num estado de consciência, do dever cumprido, ter acatado as regras da vida, ter feito todo ou quase todo o bem que pudesse ter feito, ter evitado de fazer o mal; sabem a oração de São Francisco? Aquela é a regra para termos a consciência tranquila e a felicidade total quando aportarmos lá do outro lado. Segundo os livros sagrados, quando lá chegarmos ninguém nos perguntará quanto possuímos em bens ou qual foi nossa posição social aqui neste mundo, mas perguntarão quanto bem fizemos para aqueles que cruzaram nossos caminhos. Ainda mais, Jesus nos disse que quando demos de comer, quando abrigamos, quando tratamos/curamos a um dos pequeninos, foi a Ele que alimentamos, abrigamos e tratamos, daí mãos à obra, não percamos a oportunidade. As oportunidades estão aí, quem sabe não experimentemos em uma dessas ocasiões a tão comentada felicidade relativa ou parcial?
É CRER PARA VER, do que está aqui escrito até sentir felicidade em fazer o bem, é preciso acreditar que é possível, afinal Santos Dumont só conseguiu fazer o mais pesado que o ar voar porque ele acreditou que conseguiria, nós só olhamos num microscópio porque acreditamos que lá poderemos ver algo minúsculo, invisível a olho nu. Entenderam? Já pararam para imaginar que nossas mentes estão repletas de falsas necessidades? Que a tela deste computador ou o papel que você está lendo este texto estão repletos de bactérias? Pois é, é preciso acreditar e se munir de instrumentos e atitudes para efetivamente ver e sentir. A vida é bela, acredite! Acredite também que o prazer de fazer o bem, de ter sido útil é algo indescritível, costuma ser uma experiência impar, mais intensa e marcante que a maioria das sensações experimentadas através das fontes de prazer tradicionais!
Mas, se tudo que estou falando for mentira, uma ilusão criada para manipular as massas, teremos pelo menos recebido sorrisos e agradecimentos daqueles que tenhamos ajudado e a grande maioria terá experimentado o que chamo de momentos de felicidade!
22 Julho 2008

Inserida por SidTrombini

Depois de tanta coisa, quem diria, completamos hoje um ano! É o primeiro aniversário de nosso antigo amor. Há muito tempo que o meu coração só pulsa por você, e no meu peito só existe espaço para te amar. Se eu desejasse ganhar um presente nesta data, pediria apenas que este sentimento que temos um pelo outro seja eterno enquanto durar. Pediria também que tudo o que sinto por você se encontre também eu seu peito. Se for pra ter tudo que estou recebendo de ti, não precisarei pedir nada. Tenho mais é que agradecer por já estar completando nosso primeiro ano de felicidade juntos. Por este convívio de amor e carinho e por poder compartilhar até mesmo as suas maiores preocupações. Você é quem me faz tão feliz e me completa plenamente. Teremos muito tempo de vida, para viver nosso romance. Depois de tantas linhas tortas em nossa história, finalmente estamos conseguindo fazer tudo da melhor forma possível. Já passamos por momentos dolorosos e felizes, mas eu sei que cada um deles valeram a pena, pois foi tudo para te ter ao meu lado, juntos somos capaz de tudo.

Inserida por Mary-25Silver

Sabia que 1 ano tem: 365 dias
8.76581277 horas
5.2594.876.620 minutos
3.155.692.697.200 segundos
Sabia ser você Abraçar alguém por 20 segundos provoca uma reação química no corpo humano que faz com que duas pessoas a confiem mais uns aos outros. Acho que já sabemos como gasta esse tempo né rs.

Inserida por FranciscoWallas

Quer saber? Resolvi fazer algo diferente esse ano...depois de "saecula saeculorum" resolvi procurar um namorado até o dia doze de junho. O tempo será exíguo, hoje já é quase o último dia de maio. Mas tenho que deixar claro que não quero compromisso, só quero mesmo a figura para comemorar a data ' comme il faut'. O rapaz tem que ser elegante, educado, culto, bem humorado...acho que está bem de qualidades já. Então ele com seu incrível bom gosto fará as reservas para nós dois num excelente restaurante onde jantaremos sem pressa e brindaremos muito. Mais tarde, o melhor hotel da cidade já reservado pelo cavalheiro também, nos receberá para a mais louca e ardente noite de amor. E viva a um dia em consagração aos namorados!

Inserida por AngelaBeatrizSabbag

Teoria das pessoas complexas

Haddock Lobo, 1164, apartamento 53, ano de 2015, quinta-feira, 10h30 da noite. Luz fraquinha do abajur iluminando a sala grande e "desmobiliada". Perto da janela, a congregação das teorias de mesa de bar confabulando sobre a vida de forma geral e sobre os relacionamentos.

M. diz que gosta de seu emprego em SP, que ama a cidade e suas possibilidades. Mas diz que também gostaria de viver em outro lugar, de outra forma, fazer outras coisas. Não sabe o que quer, mas acha que sabe o que não quer. Acredita que o amor existe, mas não tem nada a ver com essa coisa de novela ou de cinema. E fica triste quando nota que a maior parte dos casais que a rodeiam são infelizes e só estão juntos por comodidade.

A. está em crise, pois mudou de profissão. Por que mudou? Também não sabe, só sabe que sentia que não era aquilo que deveria fazer para o resto da vida. A. acredita que ninguém nasceu para ser uma coisa só. Acha triste que tenhamos de nos resumir dessa maneira ao escolhermos uma profissão. A. pensa que as relações amorosas foram feitas para dar errado, mas que, como existe a teoria do caos, também existe as relações duradouras e felizes. Fica triste quando nota nos bares e restaurantes casais sentados sem conversar.

D. ouve apenas. Profissionalmente e em relação a cidade sente-se bem. O que a pega um pouco nos últimos tempos é o fim de sua relação com F. Ela rompeu. Estavam morando juntos, mas ela não estava segura se era aquele o tipo de relação que queria, se ele era o homem para ela. Tinha medo que passasse a vida a conformar-se e não a apaixonar-se. Pensa na música de Chico: Lilly Brown. "Nunca mais romance, nunca, nunca mais feliz". Casar seria matar a paixão?

M., D., A. Pessoas complexas. Enquanto falavam de suas crises, teorias, possibilidades foram percebendo com felicidade e espanto o quanto eram parecidas em suas frustrações e em suas expectativas. Em seus sonhos e em seus medos. Em seus anseios e inseguranças.

As pessoas complexas raramente sabem o que querem, mas frequentemente sabem o que não querem. É um tipo de gente que não sabe comer a vida pelas bordas e já enfia a colher, com tudo, no meio da sopa. Arriscam queimar a língua, porque sabem que se queimar, passa. Ninguém morre de queimadura na língua, como ninguém morre de coração partido, de dor de cotovelo ou frustração.

As pessoas complexas não conseguem olhar para o mundo e aceitar simplesmente. Elas se questionam o tempo todo tudo. Chatas? Talvez, mas é que não conseguem existir de outro modo.

M., D. e A. estão cansadas do mundinho previsível, das pessoas tão quadradas, das possibilidades pequenas que o mundo lhes oferece. Está certo que a vida nos atende escassamente, disso já sabemos. Mas para uma pessoa complexa é a morte levar a vida a acomodar-se. Fazer as coisas porque vai ser mais confortável ou socialmente aprovado. Não se trata de rebeldia, nem de originalidade. É apenas que um coração complexo pulsa em arritmia, tem um compasso diferente, que se mistura frequentemente ao passo descompassado do mundo e da vida.

As pessoas complexas não acreditam que felicidade seja um carro do ano, um apê "um por andar" ou uma cobertura. Não acham que roupas caras te fazem mais bonita. Não acham bacana ir à balada da moda e nem fazer o que todo mundo faz.

Elas se questionam sobre os relacionamentos, sobre os casamentos. Elas querem se casar, querem se relacionar, mas tem que ser de verdade. Tem que ser com aquele alguém que as veja por dentro, que esteja ali todo corpo, todo presente, pronto para debruçar-se sobre o outro. Pronto para fazer da vida uma descoberta, uma aventura, um lugar sem ontem e sem amanhã. Não precisam de status. Não sabem se a fidelidade é a parte mais importante. Acreditam na lealdade, sobretudo.

Essa gente complexa detesta assuntos burocráticos, relações burocráticas, protocolos, regras sociais, dizer o que convém. São sinceras do fio do cabelo a ponta do dedão do pé. Não dissimulam e detestam mesquinharia.

As pessoas complexas acreditam na vida. Tem fé no amor e nas relações humanas. Elas olham o mundo e enxergam suas limitações, mas também, os seus encantos.

Não têm preconceito. São abertas ao novo. Gostam de experimentar sabores, cores, amores, formas, conteúdos, jeitos, gentes, teorias. São orgânicas. São recicláveis. São sustentáveis.

As pessoas complexas acreditam que as pessoas são o que dizem, o que pensam, o que sentem. Ninguém é o que tem. Aliás, pessoas complexas detestam assuntos como: a casa que eu comprei na praia, o meu salário de R$ 15 mil, o meu carro novo, etc.

Gostam de arte, de gente, de música, de viagens. Amam a liberdade e não sabem viver sem ela.
Respeitam o espaço do outro. Preservam a liberdade do outro. Amam as possibilidades do outro.
Não querem que as pessoas sejam como elas. São traumatizadas por uma sociedade que não as compreende e por isso não exigem do outro nada além do que ele tenha para oferecer.

Gostam de se emocionar com a vida e com o mundo. Nunca se acostumam a ver pessoas morando na rua, crianças pedindo dinheiro no semáforo. Choram com certas cenas da vida e lutam para que o mundo seja um lugar mais justo, mais acolhedor, com mais oportunidades para todos.
Fazem, todos os dias, pequenas revoluções.

Adoram conhecer lugares novos para formarem novas memórias. Conhecer gente nova, para construírem novas histórias. Contudo, carregam o passado, com seus ensinamentos e seus momentos inesquecíveis, sempre bem junto.

Se reconhecem nos lugares e adoram andar em bando. Ficam juntos falando de assuntos complexos ou de bobagens. Mas bobagens sinceras, coisas do bem. Se falam mal de algo é só da rede globo, do big brother, de certos políticos, enfim, de quem merece.

Pensam que a vida é uma só, sem ensaio e sem after. Assim, vivem cada dia como se fosse o único, como se fosse o último.

São pessoas sensíveis, que buscam extrair da vida sua essência e que querem traçar seu próprio destino. Acreditam na construção da felicidade e acreditam que essa não está na conta bancária, nem em um marido ou mulher que os espera em casa, nem em um filho, mas em cada um de nós.

Gente complexa tem alma de poeta mesmo quando nunca escreveu sequer um verso.

http://www.brasilpost.com.br/aina-cruz/teoria-das-pessoas-comple_b_7489582.html?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004

Inserida por Piulres

A reflexão não deve ser feita apenas no final do ano, mas sim todos os dias. Saber o que queremos é algo que temos que ter em mente todos os dias, para que possamos firmar os nossos desejos e estar cada vez mais certo do que queremos. Isso é determinação.

Inserida por lutielioliveira1

“O crepúsculo dos sons

O Brasil empobrece a cada ano
não se escuta mais músicas nas esquinas,
o show da praça emudeceu.
As guitarras de Armandinho e Dodô
silenciaram.
A tropicália de Canô
envelheceu...

Caetano, Djavan, Bethânia e Gil,
a bossa de João encantos mil.

A onde foi morar parar a poesia
do canto de vitória e de folia
dos ricos acordes de harmonia...
A lira do Orfeu tá Bahia.”

―Evan Do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

Num ano acabado. Bem-acabado. Ao bom senso de um estranho. Não conheço as pessoas, e nem sobre oque falam.

Inserida por LiviaSamara

Deu saudade de você, Mika! Um ano que a gente não se fala. Eu achava que o máximo que eu conseguia, era não passar na esquina da minha casa, onde eu lembrava da gente conversando e dos textos que eu escrevi pra você. Paulista, a cidade que me diz tanto sobre você. A gente brigava demais, mas quando a gente resolvia e colocava na cabeça que ia dar certo, a gente se amava demais e tentava demais. Mas não deu certo. Na maioria das vezes, a nossa cabeça vivia no mundo da lua. Você saiu da minha vida sem deixar notícia. Como uma página virada de um livro de romance qualquer. Mas Não tivemos um romance qualquer. Você se lembra? Era como um livro que a gente gosta, mas nem sabe o porque. E eu gostava demais de você. Fico me perguntando O que aconteceu? Porque não conversamos sobre o que a gente realmente queria? Pra qual esquina o que sentíamos se escondeu? ainda continua na esquina da minha casa? um dia eu volto por lá pra saber, Mika. Deu saudade porque as coisas andam sem fazer sentido pra mim. E no meio de todo o meu egoísmo, no meio de toda a minha conversa mole sobre ser durona ou soube Paulista ter sido uma fase ruim, tem você sendo boa pra mim.

Inserida por KarolAmorim

se a vida lhe apraz, continue regando-a com todo seu amor e afeto, para com vc e os outros..
se ano lhe apraz, está perfeitamente autorizado a voltar de onde veio!!

Inserida por GracyBarbosa

Cada ano de vida a mais é uma afronta para seus inimigos.

Inserida por Petrokka

No ano passado... Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte: "Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados". Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos... Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado. Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.E assim seguidamente durante decadas a fragil e iludida humanidade sempre permanece se apegando na ilusao de que ao acordar depois de uma simples noite tudo que nao era perfeito, ruim, doloroso, nos dias que se passarao. em uma antiga data, ou melhor em um antigo anos como assim eles quer acreditar que tudo com imperfeito como o velho ano ficarar para tras assim que eles acordarem de uma noite que para eles ea mudança de um velho ano para o novo, o simples fato de termos criado uma numero para determinar a quantidade da rotaçao de uma esfera, conhacida como planeta terra, como ela sempre se permanecera assim nao quer dizer que existe uma modança de anos. e sim o simples fato de que a cada dia somente a lua se poes para que o sol tome seu lugar. e assim sempre foi durante decadas, seculos milenios, ate mesmo uns que dizem exister a milhoes e bilhoes de dias. nao digo anos pois para mim e somente o ciclo natural de tudo, alguns dizem que o mundo foi criado em 7 dias porque algo tao grandioso foi criado assim tao rapido, como dizem os religiosos, enquanto para os Cientificos a criaçao deste mundo foi sendo criada durande bilhoes de giros do planeta assim chamado.e neste tempo outros e outros planetas assim chamados foi se criando forma, agora no intuito de que se pelo que nos e passado nao existe nada alem de um vazio neles. ai se crio este empasse entre uma parde que cre em um criador entre tudo e todos e outros que acredita sermos apenas uma fenomeno de um acontecimento em um enfinito sem um tamanho determinado, e com estas descordancia entre partes, se foi criado motivos para se manter o controle entre as maiorias, assim criando fatos e acontecimentos de tamanho que arrasta a humanidade durante anos em um mesmo seguimento, de que estamos aki pela vontade de um ser superior e com poder sem igual denominado DEUS que por suas vez a humanidade atribuiu a este DEUS um acontecimento que mudaria o rumo da humanidade, descrevendo com suas palavras nunca comprovada de que este deus maior deus seu filho para salvar todos plano que pelo que vejo foi falho, pois hoje os crimes sao ainda maiores. entres os filhos de um so pai. mas que me deixa entrigado mesmo e saber que muitas e muitas voltas deste planeta antes deste fato, ja existia seres humanos como assim somos conhecidos, com um seguimento de vida superior aos que na epoca criarao este fato da crucificaçao de CRISTO este que era o filho de DEUS, mas que me deixa encabulado eo fato de que este mesmo estava antre dois povos de grande poder neste mundo entre dois povos, sera este cristo apenas um rei entre outros dois. entao fica a duvida se o criador do mundo coloco seu filho no camilho da morte. nao sera isto que faz com que nos dias de hoje alguns se sente no diareito de tirar a vida de pai de outros pai. guerras assim conhecidas sao criadas para se manter o controle ainda nos dias de hoje, e assim vai se seguindo o ciclo natural da vida. uns finalizando a vida de outros, entrigante que nos outimos 15,000 giros desta esfera onde vivemos nos tivemos uma mudança sem igual em nosso modo de viver, mas sempre se permanece a descordancia entre o cientifico e religioso. coisas foi sendo criadas em prol do que conhecemos como dinheiro hoje. todos quando mas tem mais que. um avanço em nossa melhora de vida com que conhecemos como tecnologia mas nem sei ao certo que nome que e dado a isto na verdade, olhando coisas feitas aproximadamente 365,00,000,00 giros do planeta atras que somente com a tecnologia de hoje somos capaz de fazer, entao algumas vezea acredito que somos nada mais que esperiencia de outros inumeros seres superior a nos que somos eventos em mundos criados sim por outros como nos mas de milhos de giros do planeta a nossa frente. e que os fatos criados por nos sao coisas que fomos progamados para criar, vejo exemplos que deixa a maior divida somos de inumeras cores de linguagem nao entendida por todos sempre diferentes uns dos outros entao como poderia explicar uma catastrofe que relata os religiosos um fim deste mundo em uma DILUVIO. ao menos que ouve um NOE em cada parte deste mundo para criar uma arca para cada povo de naturalidade diferente.

Inserida por MaxDanielAlves

Engraçado, né A gente só percebe que o ano está chegando ao fim, quando começamos a assistir "um novo tempo" Mas o ano se inicia a cada dia que acordamos, e abrimos os olhos para uma nova batalha que ira durar 365 dias, teremos sempre que manter a mesma força e alto estima nos pensamentos sempre,,"Não se prenda ao passado e nem permita que essas marcas te impeçam de ser feliz. Cabe a cada um decidir o momento de finalizar ciclos e iniciar novas histórias. Todos podemos ser felizes e hoje é o dia perfeito pra começar. assim como podemos começar todos os dias de nossas vidas pois nao esta decidido uma determinada data para que possamos lutar para um sorriso diario. para uma conquista planejada a dias, sempre dizem para acreditarmos em deus, mas sempre devemos nos lembrar de que devemos tambem acreditar em nos mesmo, um pouquinho mais, pois a vontade da conquista estara sempre dentro de nos. a força de uma mente articuladora sempre sera nossa, nos foi dado o livre arbitrio entao podemos procurar nossas maneira de se criar o perfeito para o dia de amanha. O amanha na palma de nossas maus.

Inserida por MaxDanielAlves

...e ai a gente acorda um ano mais velha!
A primeira coisa a fazer é correr pro espelho pra ver o que mudou, e surpresa: nada mudou! Graças à Deus... ou seria,ainda!
É que depois dos 40 nasce umas coisas esquisitas na gente, tipo uns risquinhos ao redor dos olhos , uma barriga que não nos pertence (pertence sim, iludida!), uma tal de gravidade que insiste em nos puxar pra baixo (recalcada!) , uns "crecs" nos joelhos e qualquer outra estrutura óssea do nosso corpo e mais uma lista de outras brincadeiras sem graça que a idade faz questão de juntar ( Idade, sua loka!).
A gente pensa que vai contar 1,2,3 e vai começar a doer.... Mas SURPRESA! Não dói! Nadinha!
A gente então guarda a desconfiança no bolso e puxa uma cadeira pra levar um papo sério com o Tempo. E vou contar uma coisa pra vocês: o cara é foda! É daqueles que sabe o que faz, e faz bem feito. Papo cabeça! Cabeção! Bota na gente uma coragem danada de correr atrás de tudo que a gente temia antes. Tudo bem que correr na nossa idade, não é exatamente "correr", mas no nosso ritmo a gente encontra disposição e vai. Vai ser feliz do jeito que for. A gente começa a ter preguiça de juntar falsas promessas e só promete o que pode cumprir. Nada mais de juntar tralhas que só vão pesar nas costas. Peso, só no coração: de sabedoria! Coleção de sabedorias! Todas as sabedorias do mundo! Exagerei, eu sei! É que passa a ser inevitável a gente achar que sabe de tudo... E sabecumé: a gente sabe mesmo! E bate o pé que estamos certos e ponto final, afinal, a vida já ensinou cada coisa pra gente, que até o Diabo duvida! E ai de quem duvidar! A gente sabe tudo e ponto final! Não corra o erro de querer nos questionar: somos inquestionáveis!
Ok... me empolguei nesta parte da história!
Mas que seja: querendo ou não a gente vai envelhecer. E aprender a lidar com isso de forma leve e divertida vai fazer toda a diferença entre ser uma velhinha ranzinza ou uma velhinha nem tão ranzinza assim (tentei tirar o ranzinza da frase, mas não vi saída!) .
E depois que a gente saca que envelhecer é um presente e não uma pegadinha, a gente relaxa, e comemora. Afinal, quanto mais velinhas no bolo, maior é o bolo, e isso só pode significar uma coisa: que a vida sempre há de ficar mais doce!
É chegada a hora de se lambuzar!

___ Mell Glitter, uma velhinha teen comemorando 47 anos e descobrindo que o Tempo é um adorável fanfarrão! 22/03/2016

Inserida por MellGlitter

É difícil tomar decisões no começo de ano...Muitas coisas são desnecessárias, mas há o apego à elas...é necessário saber discernir entre o que vale à pena e o que não vale...Decidir o que fica e o que vai, sem medo de errar, mas correndo este sério risco.

Inserida por MellGlitter

Em um país, onde sessenta mil pessoas morrem por ano é normal essas músicas que falem de metralhadora, arma, vingança fazerem tanto sucesso. Afinal, estamos em guerra! Arrocha ai...

Inserida por leoftwitter

Bem vindo ao ano novo quem salvou já está dentro,
O céu não é o limite, nosso caminho é que é estreito,
Melhor do que outro está no céu e tú foste eleito,
Então reze e agradece por mais um dia sem preconceito,

Inserida por Djamass

HOJE, 23/06/2013.....A maior LUA CHEIA DO ANO

Óh, maior lua cheia
irradia sua beleza
neste povo que anseia
por um futuro de certeza...

Óh, maior lua cheia
mostra ao homema alegria
mesmo sabendo o que ele pleiteia
só para seus filhos será alforria...

Óh, maior lua cheia
traz ao povo a esperança
sentimento que incendeia
de um Brasil melhor para as crianças...

Óh, maior lua cheia
devolve ao brasileiro a confiança
do valor que o governo lhe cerceia
fazendo com seu dinheiro uma pujança...

mel

Inserida por MelaniaLudwig